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quarta-feira, 6 de abril de 2016

O bergo-lefebvrismo e o fim da FSSPX

Em algum aposento do hotel Santa Marta, no Vaticano, sexta passada, consumou-se a geração do mais espantoso híbrido teológico de que tem notícia a Criação: o bergo-lefebvrismo.
Com esse acontecimento teratogênico e teratológico, chega a um fim melancólico a Fraternidade Sacerdotal São Pio X, de tão gloriosas origens.

Agora, o único fio que ainda prende a Igreja Romana ao corpo vivo da Tradição é Bento XVI.

Que Deus o proteja e tenha piedade de nós.

5 comentários:

  1. Confesso que, desta vez, tenho alguma dificuldade em compreender este seu artigo, por dois motivos:
    1º) Desconhece-se, por enquanto, em que termos a FSSPX vai ser regularizada, ou mesmo se essa regularização ocorrerá de todo;
    2º) Se porventura Bento XVI é o último bastião da Tradição, por que motivo não regularizou ele próprio - e nas mais amplas condições - a FSSPX? E, já agora, por que nunca celebrou ele publicamente, nos anos que decorreram entre 2005 e 2013, a Missa Tradicional?

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  2. Não dá para entender tanta distracção. Se o Summorum Pontificum foi aceite SEM restrições oficiais (por parte da FSSPX), se o decreto de levantamento das excomunhões foi aceite SEM restrições oficiais (por parte da FSSPX), o que é que importa o acordo!? Depois de um acordo não farão oficiais restrições àqueles dois documentos porque dirão "se o fizermos seremos excomungados"!

    Arre... gente burra!

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  3. Luís, eu sempre achei estranho como as heterodoxias de Francisco fascinam a ortodoxia. Por um lado, os ortodoxos cismáticos orientais, agora este namoro com a FSSPX. Mas ainda antes destes todos, há também estes:

    http://crc-internet.org/

    Fartaram-se de acusar os últimos Papas de heréticos e agora encontraram um santo em Francisco. Está tudo doido.

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  4. Oi, Basto, é espantoso esse link para o site dos pupilos do abbé de Nantes, que era um homem de fé. É a decadência das novas gerações católicas. De Mgr. Lefebvre a Mgr. há um abismo. Quanto aos ortodoxos, já li (e publiquei) críticas avassaladoras deles contra Jorge Bergoglio; se agora o elogiam, é por política do patriarca de Moscou, que visivelmente o despreza. Basta ver que pregam doutrina e prática opostas.

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