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quarta-feira, 20 de abril de 2016

O antipapa e o populismo: o povo é o ópio da religião


Interessante artigo de Sandro Magister sobre o populismo do antipapa, em que o prof. Loris Zanatta analisa a importância do conceito de povo, "categoria mística", no desastre da igreja bergogliana.

Segundo Bergoglio, o povo das favelas e das periferias, detentor de todas as virtudes, seria a reserva moral da humanidade, o "povo de Deus" da falecida teologia da libertação.

Nada mais longe da realidade. Quem conhece mesmo superficialmente a periferia, sabe que é muitas vezes lugar de violência, crime e devassidão. Não por culpa dos moradores, é verdade, mas do abandono moral em que se encontram, vítimas diárias das redes Globos e Records da vida. Mas que não sejam oásis de virtude em nosso mundo pervertido, é claro que não.

Essa é uma típica "viagem" de religiosos défroqués, que perderam completamente a Fé; uma deformação da realidade que lhes permite continuar levando suas medíocres vidinhas de apóstatas.

Para esses discípulos marxistas de sacristia, vale uma adaptação do bordão do mestre: o povo é o ópio da religião.

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