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terça-feira, 6 de outubro de 2015

Um Sínodo de palhaçada

O que vai acontecer no Sinédrio contra a família convocado pelo antipapa?
Nada.
No final, vão lançar um documentinho morno e amorfo, estilo Gaudium et Spes, a meio caminho entre nada e coisa nenhuma.
E, quando os prelados se tiverem dispersado, aí sim, os trabalhos de demolição da Igreja vão recomeçar para valer. Sem oposição e sem riscos, como ficou provado quando Bergoglio negou solenemente, urbi et orbi, um dogma de fide da Igreja, sem que as senhoritas de púrpura soltassem um pio em defesa de verdades que custaram ao Verbo a morte na Cruz para que nos fossem reveladas.
O antipapa tem a faca, o queijo, a mortadela e a geladeira na mão, por que iria enfrentar a oposição de seus subordinados numa batalha que para ele não tem interesse nenhum?
Fora que o antipapa está ciente de que seus títulos ao Pontificado são podres e nulos, e de que isso está ficando cada vez mais óbvio. Se batesse de frente com os prelados a que ainda resta um fio de Fé e vergonha na cara, poderia provocar uma reação que levasse à denúncia de seu herético antipontificado, com desastrosas  consequências para ele e sua gangue.
Além disso, os objetivos do Sinédrio, a destruição do que resta da família cristã, já foram alcançados com o divórcio vapt-vupt dos seus dois Motu Proprio.
Portanto, nesse sinédrio o antipapa vai deixar seus cardinaizinhos brincarem de Sínodo católico e reafirmarem "energicamente" a Doutrina Católica num documento final que, assim que os prelados se dispersarem, será misericordiosa, paterna, válida e licitamente jogado no lixo.

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