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domingo, 18 de outubro de 2015

Sermão para o XXI domingo depois de Pentecostes



Corajoso e comovente sermão do padre espanhol Alfonso Gálvez para o Evangelho de hoje (Mt 18, 23-35), que pode ser lido aqui no original espanhol, no bom site Adelante la fé.

A homilia do padre Gálvez demonstra com eloquência o estado de espírito dos bons católicos que ainda creem na validade do antipontificado peronista diante da avalancha destruidora do bergoglismo: desolação, angústia, quase desespero. A imagem de que se vale é a do naufrágio do Titanic e dos músicos que continuam a tocar, absurdamente...

Bastaria, porém, considerar com maior atenção os signos dos tempos e veriam que tudo isso é uma farsa, que a Igreja continua protegida pelo Espírito Santo e que Jesus Cristo não mentiu ao chamar Cefas de Pedro.

Bergoglio é só mais um antipapa, e a revelação da farsa é só uma questão de tempo.

É possível que, com a deterioração do cenário eclesial, Bento XVI reavalie a situação e, diante do colapso da Igreja, resolva contar tudo o que sabe e desafiar as pressões, reassumindo as rédeas do pontificado. Que Deus o ilumine!

Kyrie eleison, Christe eleison, Kyrie eleison.



21º Domingo depois de Pentecostes
(Mt 18: 23-35)
Embora o evangelho de hoje nos fale do perdão das ofensas, pôr-se a falar disso nestes momentos da Igreja seria como se uma cidade tivesse sido invadida por um bando de foragidos e o prefeito só se preocupasse em que se jogasse o lixo nos cestos adequados.
Está a Igreja em estado de sítio, e o ataque definitivo está prestes a acontecer. O que se está realmente tentando fazer é acabar com a fé da Igreja. No fundo, tentam criar uma nova igreja, uma nova religião; a religião do homem. Todas estas afirmações, embora possam parecer exageradas, nada mais são que a realidade; senão, vejamos os fatos: a ideologia do gênero, a indissolubilidade do matrimônio, o lobby gay no Vaticano. É uma autêntica infiltração diabólica nas mais altas esferas da hierarquia eclesiástica… E enquanto isso, como no Titanic, os músicos continuam tocando, como se nada estivesse acontecendo.
Ante todo este mal que nos rodeia, resta-nos a autêntica devoção á Eucaristia, o carinho à Virgem Maria…
Como no naufrágio do Titanic, os músicos continuavam tocando enquanto as caldeiras explodiam e o navio continuava afundando. Por fim, também os  músicos morreram, mas sua morte serviu para alguma coisa: para manifestar a justiça de Deus e também sua misericórdia… “E haverá um céu novo e uma terra nova onde residirá a justiça… Enxugará Deus as lágrimas dos olhos… e já não haverá morte”.

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