Pesquisar este blog

sábado, 19 de setembro de 2015

Farisaísmo, mais um efeito deletério do bergoglismo


Hoje, depois de cometidas tantas heresias, blasfêmias, irregularidades e baixarias, sabemos com certeza, coram Deo, que Jorge Bergoglio ocupa ilegitimamente a cátedra de Pedro, e é apenas mais um na longa e tediosa lista dos antipapas na história da Igreja.

Porém, mesmo que assim não fosse, a mera integridade moral imporia o repúdio de tal papa pelo fiel católico, ainda que, para discernir a ilegitimidade do pontificado, fosse necessária a estrutura teológico-jurídica da Igreja.

É sabido que toda a tragédia da Cruz se operou historicamente pelo choque entre a pura e infinita integridade de Cristo e a duplicidade e hipocrisia dos fariseus.

Sinal de que no cristianismo, essencialmente, há uma integral repulsa à duplicidade e à falsidade.

Ora, a aceitação do papado de Bergoglio, para o cristão consciente e obediente à Fé, implica a dupla aceitação do farisaísmo: um, o farisaísmo do próprio Berggy, pessoa notoriamente falsa, que diz uma coisa diante de um e outra diante de outro, só para contentar os dois, sem nenhum respeito pela verdade ou pela integridade: a encarnação da caricatura que durante séculos os inimigos da Igreja pintaram do jesuíta; o segundo é o mesmo farisaísmo de tantos conservadores, que passam 99% do tempo descendo a lenha em tudo o que o antipapa faz, mas quando têm de tratar oficialmente com o rotariano argentino, se derretem em mil trejeitos de subserviência àquele que eles mesmos apontam implícita ou explicitamente como inimigo de Cristo e demolidor da Igreja. Um recente exemplo mais claro do que o sol desse tipo de farisaísmo foi a entusiástica recepção dada pela FSSPX à ridícula jogada do antipapa para neutralizar os lefebvrianos poucos dias antes do sinédrio contra a família.

É de amargar.



Nenhum comentário:

Postar um comentário