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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

A catedral submersa - Claude Debussy



No momento em que a Igreja parece afundar sob os golpes de um antipapa herético e de uma hierarquia, na melhor das hipóteses, omissa e covarde, talvez sirva de consolo a velha Cathédrale engloutie de Debussy, cujos sinos ainda dobram magníficos mesmo sob as águas.
A interpretação impecável é de Svietoslav Richter.



PS: Como o som do primeiro vídeo não é dos melhores, resolvemos incluir também outra gravação da Cathédrale com Richter, de melhor qualidade sonora, embora sem imagens do mestre russo.

domingo, 20 de setembro de 2015

Sermão da Epifania, padre Pasquotto, IBP



Para lavar um pouco a honra da Igreja no Brasil, jogada no esgoto pela atroz aula de pornografia teológica do cardeal Elvis que exibimos há poucos dias, aqui vai um belo sermão do padre Luiz Fernando Pasquotto, do IBP, para a Epifania.

O padre Pasquotto reza todos os domingos a missa no rito antiquior na Igreja de São Paulo Apóstolo, na rua Tobias Barreto, 1320, Belém, São Paulo, SP, às 17:00.

Antipapa inicia a demolição das liturgias orientais

Annibale Bugnini, Grande Arquiteto da missa Novus Ordo

Não contente de emporcalhar até o limite do impossível a liturgia ocidental, nosso querido antipapa pôs mãos à obra para avacalhar também os ritos orientais, que, contra ventos e marés, conseguiam até agora preservar as suas santas tradições.

Para tanto, o rotariano argentino nomeou como presidente da Comissão Especial para a Liturgia das Igrejas Orientais o arcebispo Pietro Marini, discípulo e secretário particular do nefando Annibale Bugnini, grande arquiteto da missa Novus Ordo. Aqui.

Logo, logo, veremos por aí também a Santa liturgia de São João Crisóstomo substituída pelos parabéns a você, as partidas de bingo e as misericordiosas coreografias funk.


sábado, 19 de setembro de 2015

Cardeal bergogliano Ravasi participa de culto pagão



Já não têm mais a mínima vergonha na cara.
O inefável prelado que participa do ritual pagão na maior cara de pau é figurão no antipontificado de Jorge Bergoglio: é presidente do Pontifício Conselho de Cultura.
E mais: isso é o que esse pessoal faz diante das câmeras. Imaginem só o que não rola nos bastidores.
Como se pode ver com clareza hoje, a pedofilia era só a pontinha do iceberg de corrupção que está afundando ante nossos atônitos olhos a velha barca de Pedro.
A vantagem é que o câncer está bem visível, e só mesmo os que absolutamente não o querem ver não o veem.
Salta um bisturi!

Farisaísmo, mais um efeito deletério do bergoglismo


Hoje, depois de cometidas tantas heresias, blasfêmias, irregularidades e baixarias, sabemos com certeza, coram Deo, que Jorge Bergoglio ocupa ilegitimamente a cátedra de Pedro, e é apenas mais um na longa e tediosa lista dos antipapas na história da Igreja.

Porém, mesmo que assim não fosse, a mera integridade moral imporia o repúdio de tal papa pelo fiel católico, ainda que, para discernir a ilegitimidade do pontificado, fosse necessária a estrutura teológico-jurídica da Igreja.

É sabido que toda a tragédia da Cruz se operou historicamente pelo choque entre a pura e infinita integridade de Cristo e a duplicidade e hipocrisia dos fariseus.

Sinal de que no cristianismo, essencialmente, há uma integral repulsa à duplicidade e à falsidade.

Ora, a aceitação do papado de Bergoglio, para o cristão consciente e obediente à Fé, implica a dupla aceitação do farisaísmo: um, o farisaísmo do próprio Berggy, pessoa notoriamente falsa, que diz uma coisa diante de um e outra diante de outro, só para contentar os dois, sem nenhum respeito pela verdade ou pela integridade: a encarnação da caricatura que durante séculos os inimigos da Igreja pintaram do jesuíta; o segundo é o mesmo farisaísmo de tantos conservadores, que passam 99% do tempo descendo a lenha em tudo o que o antipapa faz, mas quando têm de tratar oficialmente com o rotariano argentino, se derretem em mil trejeitos de subserviência àquele que eles mesmos apontam implícita ou explicitamente como inimigo de Cristo e demolidor da Igreja. Um recente exemplo mais claro do que o sol desse tipo de farisaísmo foi a entusiástica recepção dada pela FSSPX à ridícula jogada do antipapa para neutralizar os lefebvrianos poucos dias antes do sinédrio contra a família.

É de amargar.



Cardeal Elvis: Podemos permanecer tranquilamente com nossos pecados



Atenção!
Pornografia teológica explícita. Não aconselhável para menores de 7.000 anos.
Para estômagos fortes!


No vídeo acima, o nosso heliogabálico cardeal Elvis expõe sua visão das mudanças que o antipapa Francisco vem fazendo para destruir paterna, válida, lícita e misericordiosamente a Igreja de Cristo, até agora com amplo sucesso.

Na entrevista, dá gosto de ver o elegante cardeal distribuindo a torto e a direito os seus anátemas contra a Igreja, condenando os eremitas, a vida contemplativa solitária, fazendo piadas sobre o inferno (que notoriamente só existe para os católicos) e definindo alegremente o que será suprimido e o que fica na ex-Igreja Católica, como quem escolhe tomates na barraca da feira.

A cereja do bolo aparece a partir de 1:02:25, como a chave de ouro com que o felliniano prelado encerra a entrevista:

"Assim, podemos tranquilamente permanecer com nossos pecados e estar nas mãos de Deus e ter tranquilidade interior. Isto é muito importante, e se progride muito assim, porque então se entende o que Deus quer."

A Grande Avacalhação chega ao apogeu: Deus quer de nós que permaneçamos tranquilos no pecado.

Consummatum est.

Não há dúvida de que o cardeal Elvis tem o perfeito physique du rôle para ser o arauto de tão trimalciônica doutrina.

Ah, se essa peruquinha falasse! Quanta tranquilidade nos contaria!

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Democracia e/como manipulação


Os devotos esclarecidos da democracia creem-se sábios ao lutarem por separar a vontade popular da manipulação criptocrática das massas.
Não veem que se há alguma coisa que ficou provada nestes últimos 250 anos de manipulação maciça é que tal vontade popular, hipótese infeliz do pelagiano Rousseau, nunca existiu e nunca existirá.
Ou seja, à democracia moderna, tal como a conhecemos há 250 anos, a manipulação é essencial.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Franciscanos bergoglianos ou o campeonato mundial do ridículo





Enquanto prossegue a perseguição aos Franciscanos da Imaculada sob o báculo da peruquinha do cardeal Elvis, os franciscanos bergoglianos seguem invictos na disputa misericordiosa, paterna, válida e lícita do campeonato mundial do ridículo.
Pobre São Francisco. Se tivesse visto isso, era capaz até de ter desistido de seguir em frente no serviço de Cristo.

A hermenêutica invertida de Jorge Bergoglio


Ontem, em entrevista à Renascença portuguesa, o antipapa deu como fundamento bíblico do seu antipontificado a inversão das palavras de Cristo no Apocalipse: onde o Cordeiro dizia querer entrar, Berggy lê que quer sair.

O resto do antipontificado foi só o desenvolvimento metódico dessa hermenêutica: quando Cristo diz sim, Berggy diz não; quando diz não, Berggy diz sim.

domingo, 13 de setembro de 2015

Dizer mais o quê?


Pierre Nicole e a morte


Diante da agressão bergogliana , o primeiro dever do cristão é preservar a própria fé.
Graças a Deus, a Igreja conta com 20 séculos de trabalho incansável de defesa e explicação da mensagem de Cristo.
Particularmente úteis são os escritos de espiritualidade pós-tridentina. Aqui vai uma pérola dentre as milhares que se podem encontrar nos Ensaios de moral do grande jansenista Pierre Nicole, que de bergoglismo sabia muito:

Todos os males do mundo só nos podem levar à morte, e a morte para o Cristão não deve ser algo medonho. É, ao contrário, o começo da alforria e a entrada da felicidade.

(V, 64)

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Capa da Newsweek: Mas esse papa é católico?


Já caiu a ficha até da Newsweek, notoriamente analfabeta em matéria de cristianismo.
Falta cair a ficha de nossos cardeais.
É verdade que muitos deles estão ocupados com coisas muito mais importantes, como o nosso elegante cardeal Braz de Elvis, sempre às voltas com sua hollywoodiana coleção de peruquinhas, que não lhe deixa tempo para mais nada.
Tem também a nova coreografia para o encerramento do Sinédrio contra a família, que promete ser ainda mais elegantérrima do que a da JMJ do Rio.
E agora, então, que o Vaticano entrou de vez na briga com Las Vegas para ver quem destrói mais famílias e casamentos em menos tempo, vai ficar cada vez mais difícil encontrar alguém por lá que ligue para essas bobagens pré-conciliares.
Uma loucura, meninas!

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Vaticano de Bergoglio, melhor que Las Vegas para acabar com o casamento



Com os dois motu proprio do antipapa Francisco, o Vaticano torna-se agora o destino preferencial de todos os casais que quiserem acabar de vez com o próprio casamento de um jeito rápido e barato.
Melhor do que Las Vegas, até ontem o campeão absoluto na matéria.
Pois em Las Vegas, o casal chegava casado e saía horas depois divorciado; isto é, a marca do casamento continuava presente em sua história, indelével. Casamento desfeito, mas que não deixava de ter acontecido.
Agora, não. Recorrendo ao procedimento bergogliano,  muito mais misericordioso, barato e rápido, o casal chega casado ao Vaticano e sai solteiro!
Isso mesmo!
O casamento não só é desfeito, como passa a nunca ter existido!
Melhor impossível!
O mais incrível é que o impagável Berggy, em determinado momento, prevê a possibilidade de que o novo "processo" dê margem a certo "laxismo".
Mas Berggy pensou em tudo e deu logo uma garantia contra o perigo: como a anulação será decretada pelos bispos, o rigor moral está assegurado.
Concordamos plenamente. Aqui no Brasil, pelo menos, a chance de laxismo nos julgamentos episcopais é nula.
Prova disso é a maravilhosa coreografia gay a que o episcopado brasileiro presente na JMJ do Rio se entregou de corpo e alma, com tanto rigor e misericórdia.
Laxismo???
Nunca. Impossível!

Santo Antônio e São Jorge - Hermeto Pascoal



domingo, 6 de setembro de 2015

A Cruz e o marketing


Não o antipapa, que age certamente de má-fé, mas é bem provável a existência de bergoglianos de boa-fé, que julgam que o rotariano argentino tenha em mente o bem da Igreja com suas heresias, blasfêmias e escândalos.
A ideia é que, assim agindo, ele melhore a "imagem" da Igreja.
Ó abismos de ignorância e sem-razão!
Imaginar que a contradição entre o mundo e a Igreja, cuja violência é a Cruz, possa ser resolvida com jogadas de marketing!

sábado, 5 de setembro de 2015

O que Cristo prometeu a Pedro e seus sucessores legítimos?


Aos que creem ainda que Jorge Bergoglio, herege formal e blasfemador contumaz, seja papa legítimo: qual seria, então, o conteúdo da promessa de Cristo a Pedro e seus sucessores, de que as portas do inferno não prevaleceriam, promessa sempre interpretada pela Igreja como proteção contra a heresia e a apostasia?

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

O que é heresia formal?

Segue abaixo a tradução das partes pertinentes do artigo Heresy da Catholic Encyclopaedia, que definem os diversos tipos de heresia. Para que não reste nenhuma dúvida de que Jorge Bergoglio é real e formalmente herege.
Segundo a límpida prosa do artigo, Bergoglio é herege de heresia de primeiro grau (o mais alto) e de heresia formal, pois consciente, deliberada e pertinaz.
Escusado é dizer que a forma hipócrita e dissimulada como foi declarada, via jornal, e a suposta autoridade de quem a propôs (a gravidade da heresia é diretamente proporcional à autoridade de que goza quem a formula) tornam ainda maior a malícia da heresia bergogliana.

Eis o texto:


Conotação e definição
A palavra heresia conota, etimologicamente, tanto a escolha quanto a coisa escolhida, sendo o significado, porém, limitado à escolha de doutrinas religiosas ou políticas, à adesão a partidos na Igreja ou no Estado.
Josefo aplica o nome (airesis) a três seitas religiosas existentes na Judeia desde o período macabeu: os saduceus, os fariseus e os essênios (Bel. Jud., II, viii, 1; Ant., XIII, v, 9). São Paulo é descrito pelo governador romano Félix como o líder da heresia (aireseos) dos nazarenos (Atos 24, 5); os judeus de Roma dizem ao mesmo Apóstolo: "Acerca dessa seita [airesoeos], sabemos que ela encontra oposição em toda parte" ( Atos 28, 22)). São Justino (Diálogo com Trifônio, 18) usa airesis no mesmo sentido.  São Pedro (II, ii, 1) aplica o termo às seitas cristãs: "Haverá entre vós mestres da mentira que levarão a seitas de perdição [aireseis apoleias]". No grego posterior, as escolas filosóficas e as seitas religiosas são “heresias”.
Santo Tomás (II-II:11:1) assim define a heresia: "uma espécie de infidelidade em homens que, tendo professado a fé de Cristo, corrompem seus dogmas". "A fé cristã correta consiste em dar o próprio assentimento voluntário a Cristo em tudo o que verdadeiramente pertence ao Seu ensinamento. Há, pois, duas maneiras de desviar-se do Cristianismo: uma pela recusa de crer no próprio Cristo, que é o caminho da infidelidade comum aos pagãos e aos judeus; a outra, pela limitação da crença a certos pontos da doutrina de Cristo selecionados e moldados à vontade, que é o caminho dos hereges. A matéria, pois, tanto da fé quanto da heresia é o depósito da fé, isto é, a soma total das verdades reveladas na escritura  e na Tradição tais como propostas à nossa crença pela Igreja. O crente aceita o depósito tal como proposto pela Igreja; o herege aceita só aquelas partes que recebem a sua aprovação. Os motivos do herege podem ser a ignorância da verdadeira crença, juízo errôneo, apreensão e compreensão errôneas  dos dogmas: em nenhum deles a vontade desempenha um papel relevante, portanto falta uma das condições necessárias da pecaminosidade – o livre-arbítrio – e tal heresia é meramente objetiva ou material. Por outro lado, a vontade pode inclinar livremente o intelecto a aderir a teses declaradas falsas pela Divina atividade magistral da Igreja. Os motivos que levam a isso são muitos: orgulho intelectual ou confiança exagerada na própria intuição; as ilusões do zelo religioso; os fascínios do poder político ou eclesiástico; os vínculos de interesses materiais e status pessoal; e, talvez, outros mais desonrosos. A heresia assim desejada é imputável ao sujeito e traz consigo vários graus de culpa; ela é chamada formal, porque ao erro material se soma o elemento informativo do “livremente desejado”.
É necessária a pertinácia, isto é, a adesão obstinada a uma tese particular para tornar formal a heresia. Pois enquanto a pessoa permanece disposta a submeter-se à decisão da Igreja, ela continua sendo um cristão católico de coração, e suas crenças errôneas são apenas erros passageiros e opiniões efêmeras. Levando-se em consideração que o intelecto humano pode dar seu assentimento apenas à verdade, real ou aparente, a pertinácia deliberada — enquanto distinta da oposição gratuita — supõe uma firme convicção subjetiva que seja suficiente para informar a consciência e criar “boa fé”. Tais convicções resultam ou de circunstâncias sobre as quais o herege não tem controle ou de delinquências intelectuais, em si mesmas mais ou menos voluntárias ou imputáveis. Um homem nascido e criado em ambientes heréticos pode viver e morrer sem sequer duvidar da verdade do seu credo. Por outro lado, um católico de nascença pode deixar-se perder nos meandros do pensamento anticatólico, dos quais nenhuma autoridade doutrinal pode resgatá-lo, e onde sua mente se vê imbuída de convicções ou considerações suficientemente poderosas para subjugar sua consciência católica. Não cabe ao homem, mas Àquele que escruta a mente e o coração julgar a culpa que afeta uma consciência herética.
Graus de heresia

Tanto a matéria como a forma da heresia admitem graus que encontram expressão nas seguintes fórmulas técnicas de teologia e de direito canônico. A adesão pertinaz a uma doutrina que contradiga um ponto de fé claramente definido pela Igreja é heresia pura e simples, heresia em primeiro grau. Mas se a doutrina em questão não tiver sido expressamente “definida” ou não tiver sido claramente proposta num artigo de fé no ensinamento ordinário e autorizado da Igreja, uma opinião oposta a ela é chamada de sententia haeresi proxima, ou seja, opinião próxima da heresia. Em seguida, uma proposição doutrinal, sem contradizer diretamente um dogma definido, pode ainda envolver consequências lógicas contrárias à verdade revelada. Tal sentença não é herética, é uma propositio theologice erronea, isto é, errônea na teologia. Ademais, a oposição a um artigo de fé pode não ser estritamente demonstrável, mas só alcançar certo grau de probabilidade. Neste caso, a doutrina é chamada sententia de haeresi suspecta, haeresim sapiens; isto é, uma opinião suspeita de, ou que sabe a heresia.

O verdadeiro Evangelium gaudium

Evangelium Gaudium poderia ser um nome fantástico para uma encíclica ainda mais fantástica.
Pois o que é o Evangelho senão um convite divino para a maior das festas, uma festa infinita e perfeita que dura por a toda a Eternidade?
Mas é justamente dessa festa que a encíclica antipapal não fala. A Festa infinita é a coroação do Primeiro Mandamento, abolido pela Grande Avacalhação em nome do segundo. O gaudium bergogliano é a falsa alegria horizontal do bom-mocismo do hospital de campanha.
Estamos nos antípodas da verdadeira Festa.

Acordo Bergoglio-Écône: toma lá, dá cá

Às vésperas da abertura do Sinédrio contra a família, onde alguns prenunciavam haveria um confronto entre as forças da Tradição e da Fé contra a Grande Avacalhação pós-conciliar, o antipapa oferece um presente aos supostos seguidores de Dom Lefebvre.

- Eu reconheço que vocês são católicos, e, em troca, vocês dizem que eu sou papa.

Ciente da fragilidade canônica de seu pontificado, Berggy propôs implicitamente esse trato aos lefebvrianos.

Com seu notório ponto cego, que os impede de distinguir a abissal diferença entre os maus papas pós-conciliares e o antipapa, aberta, grosseira e formalmente herético, os pupilos de Dom Fellay engoliram em cheio a isca.

E nasceu o bergolefebvrismo, forma extrema da teratologia pós-conciliar.

Não há de viver muito. A contradição entre as duas partes desse monstruoso híbrido é total, e a Fé viva que pulsa na maioria dos membros da Fraternidade há de matá-lo.

Que seja em breve.

Mas enquanto isso não acontece, o desgaste da Fraternidade é inevitável. Que valor pode ter a defesa da Tradição por quem se prosterna alegremente diante de um herege público e notório? Nenhum, é claro.
Enquanto fingir desconhecer a nulidade do antipontificado bergogliano, o papel da Fraternidade na defesa da fé da Igreja continuará marcado pelo selo da irrelevância.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Nasce o bergolefebvrismo. Que tenha vida breve.

O objetivo do antipapa com o barato e "paternal" presente de grego da validez e liceidade das confissões durante o "Ano da Misericórdia" é evidente: poucas semanas antes do Sinédrio convocado exclusivamente para destruir o pouco que ainda resta da família cristã pela deturpação da vontade expressa do Verbo divino, dividir a Tradição para imperar, neutralizando-a.

Plano tosco e pueril, com a marca da limitação intelectual e espiritual do leão de chácara rotariano, mas, infelizmente, bastante efetivo. Os pupilos de Dom Fellay morderam a isca em cheio, como provam as grotescas palavras de louvor a Berggy do superior da FSSPX na Itália em entrevista a Il Tempo (aqui).

O dia 1º de setembro de 2015 marcará, portanto, o nascimento de mais um monstrinho na longa galeria da teratologia pós-conciliar: o bergolefebvrismo. Um híbrido de antimodernismo à outrance e do mais avacalhado, grosseiro e pernóstico ultramodernismo. Cabeça de anjo e corpo de porco, ou vice-versa. O bebê de Rosemary do pós-concílio.

Esperemos que tenha vida breve e que o glorioso espírito de Dom Marcel Lefebvre  não permita que o a defesa da Tradição degenere por muito tempo em vil traição na instituição que criou com fé heroica.

E se Berggy quer calar a Tradição com seus presentinhos de grego, este blog continua, com seus parcos recursos, temente a Deus mas sem nada temer ante os homens, a denunciar com todas as forças, aos quatro ventos, a falsidade integral desse pontificado de mentira e heresia.

Fora Bergoglio!

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

FSSPX: foto de Berggy, sim, mas com a camiseta de que time?


Com a recente lua de mel entre Écône e o antipapa rotariano, novos problemas surgem para os valentes pupilos de Dom Fellay, agora válidos, lícitos e misericordiosos enfermeiros do hospital de campanha bergogliano.
Um deles, e não o de menor monta, refere-se à foto de Berggy que deve adornar as sacristias de todas as filiais lefebvrianas da  seita ultramodernista: com a camiseta de que time?
Já estou vendo as brigas, discussões e bate-bocas entre os partidários do Coringão, do Verdão, do Boca, da Juve...
Esperemos que daí não nasçam novos cismas, porém.

Só rindo para não chorar dessa vergonha, mesmo...
Ver os puristas e puritanos lefebvrianos jurando fidelidade e obediência ao mais avacalhado e grosseiro dos ultramodernistas é de um grotesco tamanho que sinceramente não me lembro de ter visto outro igual.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Acordo Fellay-Bergoglio: Tradição ou traição?

Dia negro para a Tradição católica.
Comunicado de Dom Fellay leva às nuvens o antipapa rotariano, depois que este declarou válidas as confissões feitas a sacerdotes lefebvrianos durante o seu ano da "misericórdia".
Com isso decerto  Bergoglio quer comprar a neutralidade dos lefebvrianos, enquanto continua a destruir alegremente a Igreja de Cristo com blasfêmias, heresias e escândalos diários, ante o ensurdecedor silêncio de Écône.
Um desastre para a Fraternidade, que certamente há de pagar um preço altíssimo por isso.
E, no fundo, um desastre para toda a Igreja.
Mais um.

Kyrie eleison, Christe eleison, Kyrie eleison.

Prossegue a tragicomédia Bergoglio & FSSPX


Em mais uma cena da tragicomédia das relações entre o antipapa rotariano e a FSSPX, comunica o Vatican Insider que, em sua infinita misericórdia, Jorge Bergoglio determinou sejam válidas, durante o Ano da Misericórdia, as confissões dos fiéis aos sacerdotes da Fraternidade lefebvriana.

Sem comentários.

Seria de morrer de rir se não envolvesse, aos olhos de tantos, a figura do vigário de Cristo na terra, num escândalo de proporções infinitas.