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domingo, 5 de julho de 2015

Bergoglio, Goldman Sachs, Maçonaria, etc.


Dois artigos em benoît et moi que reforçam o que este blog já vem falando há muito sobre as estreitas relações do antipapa com a máfia financeira mundial. É o que chamamos de bilderbergoglismo.

Para os mais distraídos, o bilderbergoglismo é a união do nome do antipapa com o do grupo Bilderberg, organização hipermaçônica que congrega todo o lixo do mundo: alta finança, políticos, mainstream media, CEOs das maiores multinacionais, lobby gay e pró-aborto etc., ou seja, coincidentemente, todos os ultrapoderosos amiguinhos de Berggy, que lhe garantem o amplo apoio na mídia que sempre faltou ao Papa Bento XVI. Mais coincidências.

No primeiro dos artigos (aqui), são analisadas as ótimas relações de Berggy com Peter Sutherland, nada menos que presidente do banco Goldman Sachs, uma das mais asquerosas instituições financeiras da galáxia. O abnegado Sutherland, por puro idealismo, tem-se empenhado em financiar o transporte para a Itália de hordas de muçulmanos miseráveis, sob o aplauso de Berggy. Nada melhor para destruir pela raiz o que 100 anos atrás era o núcleo da Cristandade.

No segundo artigo (aqui), o objeto é a relação da igreja valdense com a maçonaria. Aquela mesma igreja à qual o antipapa pediu desculpas recentemente pela crueldade católica. O artigo mostra a intensa colaboração dessa igreja com a maçonaria, inclusive em episódios sangrentos da história da Igreja, sem, é claro, nem sombra de um pedido de desculpas por isso. Ou seja, ao pedir desculpas aos valdenses, o rotariano Berggy está ipso facto pedindo desculpas à sua amada maçonaria.

É o bilderbergoglismo a todo vapor. Berggy, os grandes bancos e as "elites" secretas unidos na opção preferencial pelos pobres.

Tudo é festa.

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