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sábado, 25 de julho de 2015

Oficial: antipapa apoia teoria do gênero


Preto no branco.

Em documento promovido e assinado pelo antipapa, conjuntamente com 70 prefeitos de grandes cidades do mundo inteiro (aqui), o Vaticano declara defender políticas de gender equality, igualdade de gêneros.

Ou seja, para Berggy and His Berggyboys, tanto faz ser heterossexual ou homossexual, travesti ou "transgender", está tudo valendo e tudo é festa.

Ou seja, todo o ensinamento do Filho de Deus em matéria de sexualidade, que Lhe custou a Paixão e a morte na Cruz, não passava de bobagens criptolefebvrianas, hoje finalmente corrigidas por nosso querido antipapa e seus capangas, com ou sem peruquinha.

Ou seja, ou Berggy é realmente papa, e então tudo o que a Igreja ensinou desde os Apóstolos está absolutamente errado, ou Berggy não passa de mais um picareta na longa série de antipapas que tem assolado a Igreja desde os primeiros séculos.

Escolham.

Berggy reivindica o título de bispo de Roma. Com a declaração sobre o gender, o máximo que pode pretender, com justiça, é o título de bispo de Rodoma, a Roma bergogliana sodomizada.

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Heresia bergogliana versus Doutrina católica



Para deixar bem claro por que afirmamos insistentemente que Bergoglio é herege, aqui vão, postas frente à frente, as duas teses contraditórias acerca do destino das almas que morrem em estado de pecado grave.

a) A posição de Bergoglio, tal como difundida por um dos maiores jornais da Europa e jamais desmentida ou sequer matizada, 131 dias passados, apesar dos insistentes apelos no sentido de um esclarecimento:

Quem teve a oportunidade de conhecer o papa Francisco sabe que o egoísmo é o inimigo mais perigoso para a nossa espécie. O animal é egoísta porque é presa somente dos seus próprios instintos, o principal dos quais é o da sua própria sobrevivência. Mas o homem é animado também pela sociabilidade e, portanto, sente amor pelos outros, pela sobrevivência da espécie a que pertence. Se o egoísmo vence e sufoca o amor pelos outros, ofusca a centelha divina que está dentro dele e se autocondena.
O que acontece com essa alma apagada? Será punida? E como?
A resposta de Francisco é nítida e clara: não há punição, mas a aniquilação dessa alma. Todas as outras participam da beatitude de viver na presença do Pai. As almas aniquiladas não fazem parte desse banquete, com a morte do corpo o seu percurso acabou e esta é a motivação da Igreja missionária: salvar os perdidos.
(Entrevista a Eugenio Scalfari, em La Reppublica, 15 de março de 2015)

b) A Doutrina da Igreja, definida solene e infalivelmente:

Diffinimus insuper, quod secundum Dei ordenationem communem animae decedentium in actuali peccato mortali mox post mortem suam ad inferna descendunt, ubi poenas infernalibus cruciantur.

[Definimos, ademais, que, segundo a comum ordenação de Deus, as almas dos que saem do mundo com pecado mortal atual, imediatamente depois da morte baixam ao inferno, onde são atormentados com penas infernais.]

(Bento XII, Constituição Benedictus Dei, 20 de dezembro de 1334, D1002)

Note-se que as entrevistas de Eugenio Scalfari gozam de um estatuto privilegiado junto a Bergoglio; duas delas já foram publicadas pela editoria oficial do Vaticano, com o selo de garantia da assinatura do próprio antipapa. Além disso, o fato de, passados 4 meses,  não terem sido jamais desmentidas as palavras de Berggy, dá a elas a chancela da autenticidade. Ou seja, trata-se de uma heresia formal.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Aceitar Bergoglio como papa é ocasião próxima de pecado de heresia


Com a negação da punição eterna do pecador proclamada por Bergoglio, crer que ele seja papa é ocasião próxima de heresia.

Já pude comprovar várias vezes a veracidade dessa asserção. Padres que se esticam todos para defender o indefensável procuram justificar a tese bergogliana de que a alma dos pecadores graves morre juntamente com o corpo, o que transforma de imediato esses sacerdotes em hereges, para perdição de suas próprias almas e escândalo dos fiéis.

O problema é o conflito insuperável entre a Fé católica e obediência devida ao suposto sucessor herético de Pedro.

Mas quem se importa com isso na Igreja de hoje?

quarta-feira, 22 de julho de 2015

O que é um antipapa e quais foram os predecessores de Bergoglio na história da Igreja


Para deixar claro o significado da palavra antipapa e mostrar como o advento irregular de picaretas às funções pontifícias está longe de ser raro, aqui vai a tradução do verbete antipope da Catholic Encyclopaedia e do verbete Antipapa da Enciclopedia Cattolica italiana:

A) Catholic Encyclopaedia:

Antipapa: Um falso demandante da Santa Sé, em oposição ao pontífice canonicamente eleito. Em diversas ocasiões na história da Igreja, surgiram pretendentes ilegítimos à Cátedra Papal, e com frequência exerceram funções pontifícias, em contraposição ao verdadeiro ocupante. Hergenröther enumera trinta deles, na seguinte ordem:


B) Enciclopedia Cattolica

Antipapa: Com a palavra antipapa se costuma indicar um pretendente ao papado, apoiado por um grupo significativo e quase sempre em contraste com um papa reinante, cuja eleição seja posteriormente declarada nula pela Igreja Católica.
História:
O primeiro antipapa foi Hipólito, eleito em protesto contra Calisto I por um grupo cismático de Roma no século III. Hipólito, porém, terminou a vida no exílio, nas minas da Sardenha, durante as perseguições imperiais romanas, em companhia do sucessor de Calisto, Ponciano, com quem se reconciliou antes de morrer.

Em seguida, o período da luta pelas investiduras coincidiu com a eleição de numerosos antipapas defendidos pela facção imperial.
Entre o fim do século XIV e o começo do XV houve várias eleições de uma série de papas rivais, com o consequente surgimento de várias linhas de sucessão. Uma delas foi reconhecida como oficial pela Igreja Católica, enquanto os eleitos pertencentes às outras foram declarados antipapas. O escândalo dos pretendentes múltiplos somou-se às outras reivindicações de reforma que levaram ao protestantismo no começo do século XVI.
Convém ressaltar que não era necessariamente evidente, nos períodos em que existiam dois (ou mais) pretendentes rivais, qual era o antipapa e qual o papa, e as distinções nítidas feitas entre eles retrospectivamente podem dar uma falsa ideia de que existisse certeza entre os contemporâneos. Os defensores apoiavam certo candidato, mas não podiam saber qual seria definido antipapa ou papa, até a conclusão dos acontecimentos.
Desde 1499 não houve mais antipapas, a menos que se considere o fenômeno dos sedevacantistas. Outros cismas, como o da igreja anglicana, são controlados por soberanos laicos que não querem ter um rival eclesiástico, ou rejeitam um dogma principal do papado, como no caso da Igreja dos Velhos Católicos ou da Associação patriótica católica chinesa.
Muitas vezes aconteceu de algumas figuras menores de antipapas modernos assumirem o nome de Pedro II, provavelmente em referência à profecia de Malaquias. Hoje, o ato de tornar-se antipapa é considerado um ato cismático da Igreja Católica Romana, e provoca uma excomunhão imediata da pessoa que se torna antipapa.


[segue-se uma lista de antipapas]

Como se pode ver, é muito mais comum na história da Igreja encontrar um penetra que ocupe temporariamente a cátedra petrina do que um verdadeiro papa que proclame heresias urbi et orbi, sob o aplauso dos cardeais e suas peruquinhas. O placar é 30 a 0. Ou melhor, 31 a 0.

sábado, 18 de julho de 2015

O antipapa e o dogma


A pergunta séria, hoje, não é se o antipapa é ou não herege, mas se há algum dogma de fé da Igreja em que ele ainda creia.
Eu, particularmente, acho que não.
Mesmo porque o crer supõe um mínimo de seriedade, algo que falta completamente no Vaticano hoje.

terça-feira, 14 de julho de 2015

Definitivo: Antipapa elogia o crucifixo blasfematório boliviano e abre as portas a todo tipo de arte sacrílega

Para terminar com a bobajada neoconservadora de sempre, para a qual o bom papa Francisco é invariavelmente enganado pelos malvados que o manipulam, um artigo de Benoît e moi que encerra todas as dúvidas.

1) O antipapa sabia que a cruz sacrílega lhe seria entregue, pois já desde fins de junho um decreto do Senado boliviano o determinara;

2) O papa não se desfez da cruz/foice-e-martelo, mas a levou consigo para o Vaticano: "Para mim, não era uma ofensa. Entreguei à virgem de Copacabana as duas distinções honoríficas que o presidente me deu, mas o Cristo eu o trago comigo."

3) Ele defendeu pessoalmente o objeto sacrílego. Eis aqui as suas palavras:

"Para mim, foi uma surpresa (kkk) e creio que podemos qualificá-lo como um tipo de arte de protesto. Por exemplo, em Buenos Aires, há alguns anos, houve uma exposição de um bom escultor argentino, criativo, que desenhou um Cristo crucificado sobre um bombardeiro que caía, para indicar o cristianismo [!!] aliado ao imperialismo que bombardeia. (...) Em alguns casos, a arte de protesto pode até ser ofensiva. [O padre Espinal, autor da geringonça, morreu] na época em que a TL fazia uma análise marxista da realidade e o jesuíta estava entusiasmado por essa análise."

Ou seja, por essa análise, as portas estão abertas para todo tipo de arte sacrílega. Se o cristianismo (sic) se aliou aos imperialismos, porque impedir que o crucificado seja exposto em garrafas cheias de urina, como recentemente numa exposição organizada e financiada pelo governo francês? Por que não dar patrocínio vaticano a elas? É a pergunta que fica.

A flor do pós-Concílio


Gentem,

Olhem bem para a foto acima, leiam o que vou escrever abaixo e depois me respondam.

Há muitos anos, os criptolefebvrianos não nos deixam em paz. Não param de falar que está tudo um desastre, que depois do Concílio as ordens religiosas entraram em colapso, seminários se fecharam às centenas, a apostasia ganhou proporções pandêmicas, a liturgia e a teologia se corromperam, a moral dos fiéis e do clero vem batendo recordes de ignomínia etc. etc.

E desafiam: apontem uma única conquista do pós-Concílio!

Pois bem, agora, meu amigo, minha amiga, você que contemplou com atenção e admiração a foto acima, pode responder de peito aberto:

- A peruquinha de Dom Braz de Elvis!

Eis aí a flor do pós-Concílio, a síntese das avacalhações somadas de todos os Kaspers, Bettos, Boffs, Arns, CNBBs e Bergoglios! A quintessência de todos os hospitais de campanha, de todos os parabéns-a-você durante a missa, de toda a Grande Avacalhação pós-conciliar da Fé católica!

Chorem, criptolefebvrianos, e respondam agora vocês: existe em toda a triste história da Igreja de Cristo, de que nos envergonhamos e pela qual não paramos de pedir desculpas, alguma coisa mais fofa do que essa peruquinha? Hein?

domingo, 12 de julho de 2015

Qual o mais deprimente


Um antipapa cuja única e incansável atividade é avacalhar a Igreja e a Fé em tempo integral; um colégio de cardeais cuja única reação a isso é o silêncio, o  aplauso ou as peruquinhas; bispos e cardeais "conservadores", que posam como defensores da Fé, mas pontuam suas declarações pseudo-corajosas com os mais abjetos elogios ao "Santo Padre Francisco": não sei o que é mais deprimente.

Fora Bergoglio!

sexta-feira, 10 de julho de 2015

As razões do óbvio: Bergoglio não é papa



Percorrendo os blogs católicos tradicionais, o panorama que se apresenta é desolador.
Diante das heresias, das peruquinhas, da boçalidade e das foices-e-martelos do atual pontificado, a reação dos mais sólidos e experimentados fiéis é de vertigem, desespero, desorientação.
Seria cômico, se não fosse tão trágico.
Pois esses católicos se recusam a ver o óbvio ululante: Bergoglio não é papa!
Quando se tem isso em mente, o que parece ser o fim dos tempos logo se transforma numa paisagem, senão agradável, pelo menos bem mais iluminada e racional.
Em vez de um papa herege, sem Fé, inimigo da Igreja e de seus ensinamentos, único em toda a história da Igreja, temos a figura muito mais prosaica e banal de mais um antipapa, entre muitos outros.
Em vez de considerar que Nosso Senhor Jesus Cristo teria mentido ao fazer sua solene promessa a Pedro e seus sucessores, constatar que estamos diante apenas de mais um picareta que consegue enganar por algum tempo boa parte da Igreja.
E sobram as razões para afirmar a nulidade da eleição do energúmeno peronista.
Diz o Direito Canônico claramente que a renúncia de um papa só é legítima quando feita livremente, sem pressões. Ora, é ridículo dizer que Bento XVI não sofria pressões no momento da pseudo-renúncia, com Vatileaks, escândalos diários na mídia, lobby gay, ameaças de cisma etc. O mesmo Papa Ratzinger afirmou em entrevista publicada em livro um ano antes da renúncia que não poderia renunciar justamente por isso, porque a renúncia teria de ser livre, o que não era o caso no ambiente em que se achava!
Como se não bastasse, a Providência divina tornou a invalidade da eleição de Bergoglio ainda mais clara, com as irregularidades de procedimento na votação que levou à falsa eleição pontifical. Para prová-lo, aí está o livro de Antonio Socci, que até hoje não recebeu nenhuma resposta  digna de crédito.
Ou seja, esses católicos desesperados preferem torturar-se, pôr sua fé em risco só por teimosia e ignorância. Preferem ver abalar-se os fundamentos da Igreja para defender uma eleição claramente irregular e indefensável. Preferem aceitar a monstruosidade teológica de um papa herege formal, que publica nos grandes jornais sua falta de fé e suas enormes heresias,  a enxergar o evidente:

BERGOGLIO NÃO É PAPA ! NÃO PASSA DE MAIS UM ANTIPAPA NA HISTÓRIA DA IGREJA.

Basta ter isso em mente, que tudo volta aos eixos. Jesus Cristo não mente, papas não atacam ordens religiosas de fé exemplar, não proclamam heresias pelos jornais, não homenageiam serial killers de bebês em escala industrial que fariam Herodes parecer um reles batedor de carteiras, não pedem aos muçulmanos que continuem a ser muçulmanos e negadores da divindade de Cristo etc. etc., assim como não são possíveis dois papas ao mesmo tempo no Vaticano etc. etc.

Ou seja, a Fé católica continua possível e resplandecente como sempre.

Alguns alegam que o católico deve assumir uma atitude "prudencial" de obediência ao antipapa até que a autoridade eclesial se pronuncie sobre o caso. Pergunto: a mesma atitude prudencial que exigiria a ativa colaboração no assassinato do Verbo sobre a Cruz porque ordenado pelo Sinédrio?
E, sinceramente, se formos esperar que os altos prelados do bergoglismo encontrem tempo para examinar a nulidade do pontificado em meio aos ensaios coreográficos para suas dancinhas coletivas e aos cansativos cuidados exigidos pelas suas coleções de elegantes peruquinhas, será melhor puxar uma cadeira e esperar sentados. Basta ver o caso da declaração urbi et orbi de que os pecadores impenitentes não vão para o inferno, mas têm suas almas imortais aniquiladas, heresia mais clara do que o sol. Já se passaram 4 meses desde que foi publicada num dos maiores jornais da Europa e reproduzida milhões de vezes na blogosfera, e ela continua sem desmentido e sem explicação da parte de Berggy e seus Berggyboys vaticanos, o que a transforma numa heresia formal.

Está mais do que na hora de fechar esse parêntese grotesco na bimilenar história do Corpo de Cristo, esse intermezzo circense regado a tango, peruquinhas e Elvis, e voltar à Fé da Igreja na vida dos Sacramentos.

Fora Bergoglio!

quinta-feira, 9 de julho de 2015

O antipapa, a foice e o martelo e o Crucificado


Berggy and his Berggyboys, com ou sem peruquinha, agora em turnê pela América do Sul, levando aos hermanos o seu Big Time show de avacalhação da Fé católica.
Na foto, o antipapa recebe de Evo Morales, com um belo sorriso, pouco depois de saborear um chá de folhas de coca, a imagem do Crucificado sobre a foice e o martelo.
Se sob a foice e o martelo foram assassinados dezenas de milhões de cristãos, agora resta a Berggy and his Berggyboys terminar o trabalho, avacalhando de vez a Fé transmitida pelo Verbo aos Apóstolos, ao preço do seu sangue. O que está sendo feito com precisão exemplar.
Bom trabalho, Berggy!

PS: Após a difusão do escândalo, os bombeiros neoconservadores logo saíram em defesa do antipapa, como sói, dizendo que ele não gostou do presente e teria até balbuciado uma reclamação ao receber a geringonça sacrílega da mão do cocainômano presidente.
Mas (1) se é que houve mesmo a tal timidíssima reclamação, inaudível em todos os vídeos, ela foi logo seguida pelo sorriso obsequioso que vemos na foto acima; (2) a concepção dessa medonha agressão à Fé foi de um jesuíta executado pelas Forças Armadas bolivianas, cujo túmulo recebeu as homenagens do antipapa antes de se encontrar com o cocainômano. Berggy, portanto, sabia muito bem em que se estava metendo; (3) de qualquer forma, portanto, o antipapa aceitou esse ultraje público à pessoa do Nosso Salvador; (4) o que fica ainda mais claro lendo a defesa do blasfemo crucifixo feita pelo porta-voz oficial do antipapa, pe. Lombardi..



PS2: O antipapa não só aceitou o presente sacrílego de Evo Morales e uma condecoração com o mesmo símbolo, como dedicou tal condecoração à Santíssima Virgem, com palavras de elogio ao governo que a ofereceu "como símbolo de carinho e proximidade" (aqui). Á bofetada em Cristo não podia faltar a bofetada em sua Santíssima Mãe.

domingo, 5 de julho de 2015

Bergoglio, Goldman Sachs, Maçonaria, etc.


Dois artigos em benoît et moi que reforçam o que este blog já vem falando há muito sobre as estreitas relações do antipapa com a máfia financeira mundial. É o que chamamos de bilderbergoglismo.

Para os mais distraídos, o bilderbergoglismo é a união do nome do antipapa com o do grupo Bilderberg, organização hipermaçônica que congrega todo o lixo do mundo: alta finança, políticos, mainstream media, CEOs das maiores multinacionais, lobby gay e pró-aborto etc., ou seja, coincidentemente, todos os ultrapoderosos amiguinhos de Berggy, que lhe garantem o amplo apoio na mídia que sempre faltou ao Papa Bento XVI. Mais coincidências.

No primeiro dos artigos (aqui), são analisadas as ótimas relações de Berggy com Peter Sutherland, nada menos que presidente do banco Goldman Sachs, uma das mais asquerosas instituições financeiras da galáxia. O abnegado Sutherland, por puro idealismo, tem-se empenhado em financiar o transporte para a Itália de hordas de muçulmanos miseráveis, sob o aplauso de Berggy. Nada melhor para destruir pela raiz o que 100 anos atrás era o núcleo da Cristandade.

No segundo artigo (aqui), o objeto é a relação da igreja valdense com a maçonaria. Aquela mesma igreja à qual o antipapa pediu desculpas recentemente pela crueldade católica. O artigo mostra a intensa colaboração dessa igreja com a maçonaria, inclusive em episódios sangrentos da história da Igreja, sem, é claro, nem sombra de um pedido de desculpas por isso. Ou seja, ao pedir desculpas aos valdenses, o rotariano Berggy está ipso facto pedindo desculpas à sua amada maçonaria.

É o bilderbergoglismo a todo vapor. Berggy, os grandes bancos e as "elites" secretas unidos na opção preferencial pelos pobres.

Tudo é festa.

sábado, 4 de julho de 2015

Homenagem ao Papa Bento XVI: 10 interpretações do opus 111 de Beethoven

Em homenagem ao beethoveniano Papa Bento XVI, cujo pontificado ativo tanta falta faz à Igreja, uma seleção de grandes interpretações da sonata 111, um dos pontos altos da história da arte.

Como declarou recentemente o Santo Padre ao receber mais um doutorado honoris causa, a música ocidental ocupa um lugar à parte na história da humanidade:

No quadro das culturas e das religiões mais variadas, existe uma grande literatura, uma grande arquitetura, uma grande pintura e grandes esculturas. E em toda parte, também há música. E, no entanto, em nenhuma cultura existe uma música de grandeza comparável à nascida no contexto da fé cristã de Palestrina a Bach, Handel, até Mozart, Beethoven e Bruckner. A música ocidental é algo de único, que não tem igual em outras culturas. Isso nos deveria fazer refletir.
A música ocidental, é claro, vai muito além do terreno da religião e da Igreja. E, no entanto, ela sempre encontra a sua fonte mais profunda na liturgia, no encontro com Deus. Em Bach, para o qual a glória de Deus é o fim derradeiro de toda a música, isso é totalmente evidente. A resposta grande e pura da música ocidental desenvolveu-se no encontro com esse Deus que, na liturgia, se torna presente para nós em Cristo Jesus. Essa música, para mim, é uma demonstração da verdade do Cristianismo. Ali onde se desenvolve tal resposta se realizou o encontro com a verdade, com o verdadeiro criador do mundo. Por esta razão, a grande música sacra é uma realidade de nível teológico e de significação permanente para a fé de toda Cristandade, ainda que não seja absolutamente necessário que ela seja executada sempre e em toda parte. Por outro lado, no entanto, é igualmente claro que ela não pode desaparecer da liturgia e que sua presença pode ser um modo totalmente especial de participação na celebração sagrada, no mistério da Fé.

(Fonte: benoît et moi; o texto integral do belo discurso papal pode ser lido aqui)

Aqui vão dez interpretações desta última sonata de Beethoven que, nas suas variações finais, parece receber já os primeiros raios da Luz Eterna.

Claudio Arrau



Daniel Barenboim



Arturo Benedetti Michelangeli




Maurizio Pollini




Daniil Trifonov



Anatoly Vedernikov



Wilhelm Kempff



Ivo Pogorelich



Wilhelm Backhaus



Yeol Eum Son

O antipapa e a Verdade


Como previmos, o antipapa deu meia-volta e desistiu de condenar as falsas aparições de Medjugorje.
Isso porque a última preocupação de Berggy e seu Berggyboys Vaticanos é com a verdade. A última, mas a última mesmo!
É muito deprimente ver a Igreja de Cristo, que é a Verdade encarnada, de quatro ante a mentira, em nome da "pastoral". Tudo pelo ibope, nada contra o ibope! Como se o primeiro dever do pastor não fosse defender as ovelhas justamente da mentira.
Iam fetet.

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Existe seriedade na Igreja Católica de hoje?



Há 110 dias, declarava o antipapa, urbi et orbi, num dos maiores jornais da Europa, que os pecadores não vão para o inferno e que a alma não é imortal, duas asquerosas heresias.

Interpelado por um sem número de fiéis, o Vaticano não deu explicações.

O mesmo silêncio da parte dos cardeais - de todos os cardeais -, que, no entanto, vestem a púrpura em sinal de que estariam dispostos a dar o sangue pela Fé, a mesma Fé pisoteada pela declaração do antipapa.

Incrivelmente, o mesmo silêncio da parte até da Fraternidade São Pio X,  com toda a panca de grande defensora da Fé mais ortodoxa.

A pergunta vertiginosa que fica é: existe seriedade ainda na Igreja Católica?