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quinta-feira, 18 de junho de 2015

Poluição teológica: sai a encíclica-lixo do antipapa


Nosso querido antipapa Francisco, o Deprimente, acaba de lançar a sua encíclica sobre o aquecimento global e a poluição.
Escrita a múltiplas mãos, com a ajuda de vários expoentes da Grande Avacalhação pós-concliar, como o Doctor Beijocarius, o herege polimorfo Leonardo Boff e o grande entusiasta do aborto em escala industrial Jeffrey Sachs, o texto antipapal pode ser descrito como uma síntese de toda a baboseira politicamente correta vomitada diariamente por Wall Street e Hollywood sobre a população de nosso pobre planetinha via  mainstream media. Bilderbergoglismo em estado cristalino: o interventor mundialista e homofílico no Vaticano diz o que seus coleguinhas donos-do-mundo mandam. E estamos conversados. Católicos: fora, rua!

Nada de novo sob o sol, portanto.

Mas não há como negar que o que poderia dar no máximo uma sofrível plataforma eleitoral para candidato a vereador pelo PV, quando apresentado como Encíclica papal, seja vergonhoso e deprimente. Como, aliás, tudo o que Berggy faz. Parece sina.

A quem podem interessar os palpites de um ex-leão-de-chácara argentino, tão analfabeto de pai e mãe em qualquer disciplina científica que é incapaz de balbuciar duas frases em inglês, sobre preservação de lagartixas, métodos de plantação de legumes ou outras questões técnicas de agricultura e biologia?

O que isso tem a ver com a confirmação da Fé??

A coisa chega a tal ponto de confusão, que, a determinada altura, o antipapa se pergunte por que falar de temas de Fé numa... encíclica papal:

Por que motivo incluir, neste documento dirigido a todas as pessoas de boa vontade, um capítulo referido às convicções de fé? (62)

Parece piada.

Que outro motivação pode ter uma encíclica como essa, resumo quintessenciado de todo o politicamente correto, a não ser legitimar com o selo apostólico o diktat das grandes potências ocultas que governam o planeta e apoiam ostensivamente o antipapa, depois de terem forçado a abdicação de Bento XVI?

E o pior é que, ao tratar de poluição, a encíclica se esquece de falar da pior espécie delas, a poluição doutrinal e teológica, que envenena não apenas o ambiente físico, mas principalmente a Fé. Só as primeiras páginas dessa encíclica-lixo já são suficientes para emporcalharem gerações de cristãos - se fosse uma autêntica encíclica, o que, obviamente, não é: antipapas não podem escrever encíclicas. Laudato si mi Signore por tornar isso cada vez mais claro!

A que ponto chegamos! Não há mais nenhum cardeal com vergonha na cara para pôr um ponto final nessa farsa? Parece que não.

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