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sexta-feira, 26 de junho de 2015

Parce nobis, Jesu!

Berggy explica aos recém casados a indissolubilidade do matrimônio

A lamentável moda começou com João Paulo II, teve uma pausa com Bento XVI, para chegar com o antipapa à sua apoteose.
É Berggy ajoelhando-se diante de pastor pentecostal (mas não, é claro, de Nosso Salvador na Hóstia Consagrada), inclinando-se diante de hereges e pedindo a bênção a eles, pedindo desculpas a todos os inimigos de Cristo pela existência de sua odiada Igreja Católica. Palhaçada geral.
E já que de pedir desculpas se trata, acho que chegou a hora de pedir realmente desculpas.
Pedir desculpas ao mundo pelo ridículo espetáculo desse antipapa blasfemo, despreparado, ignorante e herege, infinitamente arrogante na sua pretensão de corrigir o Espírito Santo e a Fé da Igreja, pela ânsia de ganhar o prêmio Nobel da Paz concedido pelos arquipodres protestantes escandinavos.
Pedir desculpas pelos nossos pornográficos cardeais de peruquinha, que desonram a púrpura que vestem, assistem passivamente à devastação elvis-bergogliana da Igreja sem dizer palavra, quando não aplaudem as  heresias e os gestos blasfemos daquele que irresponsavelmente teriam eleito, se a eleição pudesse ter sido válida, o que graças a Deus não é o caso.
E principalmente pedir perdão a Deus por nossos pecados e por nossa miséria espiritual, refletida fielmente no espelho que é a igreja bilderbergogliana, com suas peruquinhas, heresias e coreografias efeminadas e grotescas.

Jesu, Pater futuri saeculi, miserere nobis!


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