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sexta-feira, 12 de junho de 2015

O elvis-bergoglismo cresce: padre Elvis arrebenta no Butantã



Depois do nosso elegante Dom Braz de Elvis, dono talvez da mais estonteante coleção de peruquinhas do Vaticano inteiro, e do rocambolesco Don Elvis Petrescu, de que já falamos longamente aqui, chegou a vez do padre Elvis, inefável presbítero do Butantã, talvez o mais acachapante luminar do movimento "Elvis não morreu" dentro da igreja do antipapa peronista em São Paulo.

Note-se que, seguindo as pegadas (e as perucas) do nosso elegante e invejado Dom Braz de Elvis, padre Elvis passa boa parte da entrevista falando de seus cabelos, que, como ele faz questão de frisar, são naturais. Quem conhece os meandros da espiritualidade elvis-bergogliana sabe que isso quer dizer que padre Elvis reivindica a liderança da ala não-peruquiana do movimento, enquanto a liderança inconteste da ala peruquiana, mais clássica e ortodoxa, fica reservada, sem contestação possível, ao nosso heliogabálico Dom Braz de Elvis.

Existe também uma terceira corrente, a antiperuquiana, mas sobre ela preferimos calar. É composta por invejosos, gente incapaz de reconhecer com humildade a enorme riqueza espiritual das peruquinhas de nosso elegante Dom Braz de Elvis. A eles nosso repúdio e nosso alerta: inveja mata!

Mas nada pode mais deter o ímpeto do elvis-bergoglismo entre nós!

Elvis não morreu!

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