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domingo, 14 de junho de 2015

A venerável Marthe Robin e a Cruz


A pedido da mãe, seu pai fabricara uma cruz simples de madeira e a pregara à porta da casa. Ao terminar o trabalho, disse à pequena Marthe, de menos de dez anos:
- Não tem ninguém sobre essa cruz!
A que sua filha respondeu:
- Ah, então, a gente vai ficar nela.

(cf. Jean-Jacques Antier, Marthe Robin, le Voyage immobile, 1991, p. 20)

Pois:

"A Cruz é também contemplação."
(A.M. Carré, citado em id., p.41)

A venerável Marthe Robin (1902-1981), mística francesa, revivia todas as sextas-feiras a Paixão de Cristo e passou mais de 50 anos alimentando-se exclusivamente da hóstia consagrada.
Note-se que o seu calvário voluntário conseguiu resistir a 16 anos de fúria avacalhadora pós-conciliar, mesmo no olho do furacão, a pobre França. Teria resistido a Jorge Bergoglio e Dom Braz de Elvis?

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