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segunda-feira, 11 de maio de 2015

O Doutor Beijoqueiro de Jorge Bergoglio

Berggy e o Doutor Beijoqueiro

Como é de conhecimento público, o teólogo de estimação de Jorge Bergoglio chama-se Victor Manuel Fernández, vulgo Tucho. Ghost writer papal, é ele quem ajuda o nosso querido antipapa a superar suas notórias dificuldades com o alfabeto, já desde os tempos de Buenos Aires.

Para se ter uma ideia da espiritualidade do rapaz, nada melhor do que um texto que ele mesmo redigiu como introdução à sua obra-prima teológica, Sáname con tu boca. El arte de besar (Cura-me com tua boca. A arte de beijar), tal como o cita hoje Sandro Magister (aqui):

Esclareço-te que este livro foi escrito nem tanto com base na minha experiência pessoal, mas na vida daqueles que beijam. Nestas páginas quero resumir o sentimento popular, aquilo que as pessoas sentem quando pensam num beijo, o que sentem os mortais quando beijam. Por isso conversei longamente com muitas pessoas que têm muita experiência na matéria, e também com jovens que aprendem a beijar à sua maneira. Além disso, consultei muitos livros e quis mostrar como os poetas falam do beijo. Assim, com a intenção de sintetizar a imensa riqueza da vida, surgiram estas páginas a favor do beijo, que espero te ajudem a beijar melhor e te levem a liberar num beijo o melhor de teu ser.

Depois de ensinar como beijar, o próximo passo no itinerário místico do grande doutor deve ser um tratado sobre como ganhar um bumbum durinho em duas semanas. Aguardemos.

A Igreja já teve o  seu Doutor Angélico, o seu Doutor Sutil, o seu Doutor Seráfico; hoje, com Bergoglio, temos o nosso glorioso Doutor Beijoqueiro (em latim bergogliano: Doctor Beijocarius).

Um Santo Tomás beijoqueiro, que se permite fazer e desfazer dogmas e ridicularizar a doutrina cristã e a própria instituição do cardinalato, como na entrevista concedida ao Corriere della Sera. Um caga-regras portenho, boçal e herético, da pior espécie.



Onde foi parar a defesa da Fé cristã!

Haverá no mundo algo mais ridículo e grotesco do que um tratado sobre a arte de beijar escrito por um padre? Haverá no mundo algo mais boçal e luciferiano do que nomear esse mesmo padre, teólogo principal da Igreja Católica e redator dos documentos papais?

Pelo menos agora sabemos com quem o nosso querido Berggy andou treinando para imitar com tamanha perfeição o misericordioso e existencialmente periférico beijo de Judas em Nossos Senhor Jesus Cristo.


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