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quarta-feira, 29 de abril de 2015

Irenismo e pós-concílio


Importante artigo em Benoiît et moi acerca do irenismo católico.

O autor é um leitor do site francês, que numa carta anônima critica aqueles que situam todos os infinitos problemas da igreja bergogliana unicamente no período pós-conciliar.

Segundo ele, o núcleo do desastre está no irenismo católico de meados do século XX, que teria como representantes principais o trio Chenu, Mounier e Teilhard.

Não há dúvida de que o bergoglismo tem raízes muito mais profundas do que o concílio ou o pós-concílio Vaticano II. Uma rápida leitura dos textos agostinianos sobre o pelagianismo prova que a coisa é um pouco mais antiga.

O artigo também aponta na direção certa ao falar em irenismo, se bem que prefiro uma palavra um pouco mais simples e clara para definir o fenômeno: covardia.

A Cruz, centro do Cristianismo, é a suprema coragem.

Enquanto os cristãos não se imbuírem do espírito da Cruz, o bilderbergoglismo continuará soberano.

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