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terça-feira, 14 de abril de 2015

Antonio Socci: mais duas provas da irregularidade do conclave que (não) elegeu Bergoglio



Uma das pouquíssimas vozes lúcidas e corajosas em nossos tenebrosos tempos bergoglianos, Antonio Socci, acaba de publicar em seu blog (aqui) um artigo que enumera mais duas novas irregularidades no conclave que (não) elegeu Jorge Bergoglio. Como se não bastassem as já enumeradas em seu livro Non è Francesco, e jamais refutadas.

1) O Motu proprio do papa Bento XVI, Normas nonnullas, que adicionou algumas regras para o conclave de eleição papal, ordenava que se aguardassem 15 dias depois da sede vacante para dar início ao conclave, se nem todos os cardeais eleitores estivessem presentes.

Eram 117 os cardeais eleitores, e apenas 115 estavam presentes quando se abriu o conclave, no dia 8 de março de 2013. Ora, a sede vacante começou no dia 28 de fevereiro. Logo, o conclave só poderia ter sido aberto no dia 15 de março, uma semana depois.

2) Os defensores da legitimidade da eleição alegam que o artigo da constituição Universi Dominici gregis aplicado ao se descobrir que uma cédula em branco extra se introduzira entre os votos dos cardeais foi o 68, e não o 69, como sugere Socci em seu livro.

Porém, se aplicaram o artigo 68, deveriam tê-lo aplicado até o fim.

Ora, esse artigo determinava que, constatado o erro, todas as cédulas deveriam ser queimadas, para evitar a mínima suspeita de que se pudessem introduzir fraudulentamente na votação seguinte.

Mas essa queima de cédulas nunca aconteceu. Não apareceu nenhuma fumaça negra na chaminé da Sistina indicando a anulação da quarta eleição, só a fumaça branca da quinta.

Ou seja, mais um desrespeito às normas da votação, o que, segundo a constituição que regula a eleição, é suficiente para anulá-la.

Mas hoje sabemos que os bilderbergoglianos não respeitam sequer os dogmas de fide das Igreja. Por que respeitariam as normas da eleição papal?

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