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quarta-feira, 29 de abril de 2015

Irenismo e pós-concílio


Importante artigo em Benoiît et moi acerca do irenismo católico.

O autor é um leitor do site francês, que numa carta anônima critica aqueles que situam todos os infinitos problemas da igreja bergogliana unicamente no período pós-conciliar.

Segundo ele, o núcleo do desastre está no irenismo católico de meados do século XX, que teria como representantes principais o trio Chenu, Mounier e Teilhard.

Não há dúvida de que o bergoglismo tem raízes muito mais profundas do que o concílio ou o pós-concílio Vaticano II. Uma rápida leitura dos textos agostinianos sobre o pelagianismo prova que a coisa é um pouco mais antiga.

O artigo também aponta na direção certa ao falar em irenismo, se bem que prefiro uma palavra um pouco mais simples e clara para definir o fenômeno: covardia.

A Cruz, centro do Cristianismo, é a suprema coragem.

Enquanto os cristãos não se imbuírem do espírito da Cruz, o bilderbergoglismo continuará soberano.

terça-feira, 28 de abril de 2015

Star Wars e a imbecilização do clero



Aí está o que acontece quando se junta bilderbergoglismo holandês e lobotomia hollywoodiana.

O padre holandês Roderick filma a si mesmo assistindo ao trailer de Star Wars 7 pela primeira vez.

E não é gozação, não, é um padre de verdade.

sábado, 25 de abril de 2015

Boate-templo batista em BH: é Bergoglio fazendo escola



Inaugurada boate-templo "evangélica" em BH. Aqui.
Faz qualquer negócio: aceita "roqueiro, metaleiro, hipster, skatista", além de "lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e transgêneros".
É Bergoglio fazendo escola entre os batistas!



Jorjão e os parentes de Asia Bibi: vergonhosa afronta à Misericórdia



Todos os que dispõem de alguma luz, mesmo que fraquinha, sobre o que se passa no mundo sabem que é de extrema complexidade a questão das relações entre o Cristianismo e o Islã, e que nelas se misturam estratégias de poder que pouco têm de cristão ou de muçulmano. Para um brevíssimo panorama sobre o assunto, ver este interessante artigo publicado em Chiesa e Post Concilio.

Mas, seja qual for a informação de que disponha o antipapa acerca do caso de Asia Bibi, a mulher paquistanesa presa e condenada à morte por supostas blasfêmias contra o islamismo, sua conduta friíssima na praça de São Pedro para com os familiares da prisioneira não pode deixar de ser considerada vergonhosa, covarde e ultrajante.

Pois das duas uma: ou ele sabe alguma coisa que comprometa a credibilidade da história oficial sobre Asia Bibi, e neste caso, o seu silêncio diante do mundo é moralmente indefensável, ou nada consta contra a veracidade da história de martírio da paquistanesa, e neste caso os 15 segundos concedidos ao marido e à filha dela são uma afronta ao mais rudimentar senso de justiça e compaixão cristã, ou, numa palavra, uma afronta à MISERICÓRDIA.

Para posar com camisetas de clubes de futebol, a disponibilidade antipapal é infinita; para consolar os parentes de uma mártir cristã, nem meio minuto. Em compensação, para o diplomata homossexual que o governo francês quer forçar como embaixador na Santa Sé, foram concedidos 45 longos e calorosos minutos de audiência privada (aqui).

Jorjão mais uma vez vergonhoso. Parece maldição: por maior que seja a obsessão de sair sempre bem na foto, há sempre algo de vergonhoso em seus atos. Como uma marca bem visível e indelével, para que os que têm olhos para ver não se deixem enganar.




quinta-feira, 23 de abril de 2015

A vida espiritual no Kasperquistão



Pois é. No país de Walter Kasper, o teólogo de estimação de Jorge Bergoglio, 54% dos padres se confessam no máximo uma vez por ano, e só 58% deles rezam pelo menos uma vez por dia. Já 90% dos "teólogos" leigos se confessam no máximo uma vez por ano.

Eis um terreno bem propício para uma bela safra de misericordiosos bergoglianos!

Aqui, o comentário de Juanjo Romero.

Do canto gregoriano a Michael Jackson



O monge cisterciense austríaco Karl Wallner, expondo ao ridículo a si mesmo, à sua milenar Ordem e à Igreja.

Pelo que se lê no artigo sobre ele na Wikipedia alemã, trata-se de um figurão entre os bergoglianos discípulos de São Roberto de Molesmes e de São Bernardo de Claraval (coitados!). Já pensou?

Quem poderia imaginar que todo o esforço milenar da família beneditina, em um de seus ramos mais nobres, pudesse desembocar nessa bobajada aguada, morna e insípida?

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Misericórdia em liquidação: o deus barato


O que Bergoglio está propondo é uma grande liquidação religiosa: um deus barato, que cabe no bolso de todo telespectador, sem nenhum incômodo.

Novas táticas na destruição dos Franciscanos da Imaculada



A clique que comanda a destruição dos Franciscanos da Imaculada, na impossibilidade de encontrar um motivo católico para seu ódio ao que era a mais florescente ordem religiosa da Igreja antes da  intervenção bergogliana, agora mudou de tática.

Em primeiro lugar, passaram a se valer de ameaças judiciárias para intimidar os que defendem o carisma original da ordem. Algo inaudito nos anais da Igreja, mas de prática rotineira na vida de certos lobbies que têm mais dinheiro em conta corrente para contratar grandes escritórios de advocacia do que argumentos no cérebro.

Em segundo lugar, querem desviar o foco da discussão do terreno propriamente espiritual para o terreno financeiro. Alegam que as associações de leigos que geriam os bens doados aos franciscanos eram ricas.

Se é realmente o caso de fechar ordens religiosas por causa do dinheiro que têm, seria interessante saber por que a bergogliana Companhia de Jesus continua funcionando.

Mas o fato é que esse dinheiro não era dos Franciscanos da Imaculada, mas de associações leigas a ela vinculadas.

O dinheiro doado aos franciscanos era administrado por essas associações leigas, justamente para permitir que os religiosos desenvolvessem seu apostolado sem ter de se dedicar aos problemas administrativos e financeiros que tal gestão deve inevitavelmente enfrentar.

No fundo, tudo isso é fruto do desespero dos que, em seu ódio furioso contra a Igreja, procuram desqualificar os que lutam por preservar  o que ainda resta de santo em nossos tenebrosos tempos.

Cenas como as do vídeo acima, onde se vê o padre Manelli, fundador da Ordem e hoje em prisão domiciliar, no momento da Consagração, são absolutamente intoleráveis para os adeptos da misericordiosa espiritualidade e liturgia do Parabéns a Você e do Bingo. Intoleráveis!

domingo, 19 de abril de 2015

Papa Bento XVI: 10 anos de pontificado hoje



Há 10 anos, no dia 19 de abril de 2005, era eleito para a cátedra de Pedro o então cardeal Joseph Ratzinger, hoje Papa Bento XVI, com as bênçãos do Espírito Santo.

Como é notório, a pressão de tenebrosos lobbies não o deixou prosseguir em seu pontificado ativo, forçando-o a abrir mão de parte do múnus apostólico.

Volte logo, Santo Padre! A Igreja precisa mais do que nunca de sua Fé e Sabedoria!

Sr. Jesus e misericórdia


Assim como não posso perdoar os evangélicos por terem arrastado na lama o Santo Nome de Nosso Salvador, com seu abominável "sr. Jesus", mistura de Hulk, agiota e curandeiro, assim também é muito difícil perdoar os bergoglianos por avacalharem a Misericórdia divina, de onde provém toda Graça. É o fim da picada.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Vaticano dá sinal verde para freiras abortistas americanas


Dois anos antes do prazo previsto, o Vaticano deu estes dias por encerrada a investigação da LCWR (Leadership Conference of Women Religious) determinada pelo papa Bento XVI três anos atrás, em razão das multifacetadas heresias defendidas por esse geriátrico grupo de noviças rebeldes.

Trata-se de uma associação americana de freiras bilderbergoglianas fanáticas, grandes entusiastas do aborto, do casamento gay, da ordenação de mulheres e de tudo o mais que o cardápio gravado em Wall Street e mixado em Hollywood queira enfiar goela abaixo do Ocidente lobotomizado.

Depois de serem recebidas durante uma hora por seu ídolo, o sorridente antipapa Jorge Bergoglio, as freirinhas receberam do cardeal Müller um atestado de ortodoxia, o tão esperado sinal verde para que deem prosseguimento a sua campanha de destruição da Fé católica nos EUA. Com isso elas poderão prosseguir em sua nobre luta pela multiplicação do assassinato de bebês ainda no útero e por outros programas igualmente anticriprolefebvrianos e misericordiosos. Ad majorem Bergoglii gloriam.

Enquanto isso, a caçada contra os Franciscanos da Imaculada continua a todo vapor, e assim continuará até não ficar pedra sobre pedra. Delenda est Christianitas.

Aqui a notícia no bergogliano Washington Post, aqui o comentário do Remnant.

PS: pergunta uma leitora sagaz o que estaria fazendo Mel Gibson de peruca e saia na foto dessa agradável reunião de Berggy com as freirinhas abortistas? Também não tenho a mínima ideia.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Buenos Aires colhe os frutos de 15 anos de bergoglismo


Foi aprovada em Buenos Aires, por unanimidade, uma lei que prevê sanções a todo aquele que defender a moral natural em matéria de sexualidade. Para entrar em vigor, basta agora a aprovação do prefeito. (aqui e aqui)

Com a nova lei, poderão ser fechados centros de recuperação de homossexuais, condenados religiosos que pregarem a doutrina cristã sobre o homossexualismo etc.

Uma vez denunciado, cabe ao acusado provar sua inocência, e não ao acusador provar sua culpa.

É o puro terror.

Eis o legado que Bergoglio deixou para a sua cidade depois de tantos anos como pastor. Não há como negar que a lição foi bem aprendida.


Bergoglio e a castidade



Na sua audiência geral de ontem, o antipapa Bergoglio tratou do tema da sexualidade humana.

E, surprise!, não falou nenhuma vez da castidade, essa velharia criptolefebvriana abolida definitivamente pela misericórdia peronista.

Pelo contrário, declarou que, sem a relação homem-mulher, "os dois sequer podem entender a fundo o que significa ser homem e mulher."

A pergunta que não quer calar: e como fica o celibato sacerdotal e a virgindade consagrada?

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Bergoglio e o lobby gay, segundo Sandro Magister


Consta que o Vaticano estaria protelando a entrega das credenciais ao escolhido pelo governo francês para ocupar o cargo de embaixador junto à Santa Sé. O motivo seria a homossexualidade ostensiva do candidato. Este blog tem lá suas dúvidas sobre o caso.

Eis o comentário do sempre ponderado e bem informado Sandro Magister, o mais confiável dos vaticanistas (original italiano aqui):

Essa recusa das credenciais está em clamorosa contradição não só com o "Quem sou eu para julgar?", que se tornou um símbolo do pontificado de Jorge Mario Bergoglio, mas também, e principalmente, com o número sem precedentes de eclesiásticos homossexuais promovidos na cúria no último biênio a cargos de importância e de contato próximo com o papa.

Pois é.

Claro que a deposição de Bento XVI e o enorme e imediato sucesso de Jorge Bergoglio na mídia não tem nada a ver com isso. Claro que não.


Santa Catarina de Siena e a misericórdia bergogliana



Recebi, doce pai, a vossa carta com grande consolação e alegria, ao pensar que vos lembrais de tão vil e mísera criatura. Ouvi o que dizia. Respondo à primeira das três coisas que me perguntais: digo que seria bom que o nosso doce Cristo na terra [o papa Gregório XI] - creio e assim parece ante Deus - suprimisse duas coisas singulares, pelas quais a esposa de Cristo [a Igreja] se corrompe.

Uma é a excessiva ternura e solicitude dos pais, algo que convém singularmente que em tudo e por tudo seja mortificado.

A outra é a excessiva doçura baseada na excessiva misericórdia. Ai de mim, ai de mim, esta é a razão pela qual seus membros apodrecem: por não serem corrigidos. E Cristo tem especial aversão por três vícios perversos: a imundície [luxúria], a avareza e a soberba inflacionada, a qual reina na Esposa de Cristo, nos prelados que só pensam em delícias, em privilégios e em grande riqueza. Veem os demônios infernais levarem as almas de seus súditos e não se importam, porque se tornaram lobos, revendedores da divina graça.

Seria necessária uma forte justiça para corrigi-los, e por isso a excessiva piedade é imensa crueldade.

(Santa Catarina de Siena, Carta Ad dominum abbatem Lesantensem nuntium apostolicum in Tuscia)

O texto original em italiano pode ser lido aqui.

Palavras mais do que proféticas da santa Doutora da Igreja, padroeira da Itália e da Europa. Até parece que foram escritas assim que terminou a leitura da tenebrosa bula Misericordiae Vultus.



terça-feira, 14 de abril de 2015

Antonio Socci: mais duas provas da irregularidade do conclave que (não) elegeu Bergoglio



Uma das pouquíssimas vozes lúcidas e corajosas em nossos tenebrosos tempos bergoglianos, Antonio Socci, acaba de publicar em seu blog (aqui) um artigo que enumera mais duas novas irregularidades no conclave que (não) elegeu Jorge Bergoglio. Como se não bastassem as já enumeradas em seu livro Non è Francesco, e jamais refutadas.

1) O Motu proprio do papa Bento XVI, Normas nonnullas, que adicionou algumas regras para o conclave de eleição papal, ordenava que se aguardassem 15 dias depois da sede vacante para dar início ao conclave, se nem todos os cardeais eleitores estivessem presentes.

Eram 117 os cardeais eleitores, e apenas 115 estavam presentes quando se abriu o conclave, no dia 8 de março de 2013. Ora, a sede vacante começou no dia 28 de fevereiro. Logo, o conclave só poderia ter sido aberto no dia 15 de março, uma semana depois.

2) Os defensores da legitimidade da eleição alegam que o artigo da constituição Universi Dominici gregis aplicado ao se descobrir que uma cédula em branco extra se introduzira entre os votos dos cardeais foi o 68, e não o 69, como sugere Socci em seu livro.

Porém, se aplicaram o artigo 68, deveriam tê-lo aplicado até o fim.

Ora, esse artigo determinava que, constatado o erro, todas as cédulas deveriam ser queimadas, para evitar a mínima suspeita de que se pudessem introduzir fraudulentamente na votação seguinte.

Mas essa queima de cédulas nunca aconteceu. Não apareceu nenhuma fumaça negra na chaminé da Sistina indicando a anulação da quarta eleição, só a fumaça branca da quinta.

Ou seja, mais um desrespeito às normas da votação, o que, segundo a constituição que regula a eleição, é suficiente para anulá-la.

Mas hoje sabemos que os bilderbergoglianos não respeitam sequer os dogmas de fide das Igreja. Por que respeitariam as normas da eleição papal?

Bergoglio confirma oficialmente a heresia da inexistência do inferno


Vinte e oito dias depois de proclamar urbi et orbi a inexistência do inferno e a mortalidade da alma e, de uma penada, destruir pela raiz o  dogma católico e com ele a fé da Igreja - tudo isso, é claro, se fosse realmente o papa, o que sabemos não ser o caso, Graças a Deus! -, o antipapa peronista finalmente quebra o silêncio que envolvia a sua declaração, confirmando-a e justificando-a por meio da bula pseudoapostólica Misericordiae Vultus.

Nela a grande heresia bergogliana é explicitada em pormenor, com toda pompa e circunstância; é proclamado um deus sumamente bonzinho, pura fofura, que, por definição, é incapaz de punir, só perdoa. Nem é preciso dizer que nela não se faz a mínima menção ao inferno e ao purgatório, por inexistentes. Imaginem só: um jubileu, dedicado, por definição, como todos os jubileus, às indulgências, que não fala do purgatório! E muito menos na maneira de obter essas indulgências!

Um deus burrinho, que demorou dois mil anos para finalmente conseguir passar a mensagem da sua "misericórdia" via Jorge Bergoglio e se livrar do criptolefebvrismo farisaico dos padres da Igreja, dos doutores, dos Concílios e dos papas anteriores. Um deus mentiroso, que havia prometido a assistência ininterrupta do Espírito Santo para que as portas do inferno (ele de novo!) não prevalecessem. Era tudo mentira!

Pois não há nenhum espaço para o inferno nessa teologia adocicada e efeminada. Um deus que não castiga não pode ter criado o inferno, que é justamente um lugar de punição eterna do pecado.

Sinal claro disso é a sutil distorção do Salmo 30, 5: A ira de Deus dura só um instante, a sua misericórdia dura toda a eternidade, tal como citado na bula. Na verdade, o Salmo não fala nem de eternidade, nem de misericórdia, nem na Vulgata, nem na Bíblia de Jerusalém. Na Vulgata: Quoniam ira in indignatione ejus; & vita in voluntate ejus (lit: "pois a ira está na Sua indignação, e a vida, na Sua vontade"). Na Bíblia de Jerusalém: "Sua ira dura um momento, seu favor a vida inteira". É dupla a maldade: insinua uma deturpação antimisericordiosa na Vulgata (os fariseus criptolefebvrianos dos últimos 2 mil anos) e insinua uma negação da eternidade (marca do inferno) ali onde ela não está: o texto bíblico refere-se ao perdão do pecador arrependido, e está tão longe de negar o inferno, que se refere explicitamente a ele no versículo anterior. Para justificar uma heresia, nada melhor que uma falsa citação bíblica. Vemos que o bispo Macedo está fazendo escola no Vaticano!

Se Bergoglio, por absurdo, fosse realmente o papa reinante, teríamos pela primeira vez nos dois mil anos da Igreja um papa aberta e escancaradamente herético.

É claro que ensinar tal doutrina equivale a enfiar um elefante numa loja de cristais. Os problemas doutrinais criados pela teologia do deus bonzinho e cor-de-rosa são infinitos.

Por exemplo, postulando tal divindade, a existência do mal no mundo fica sem explicação. Se Deus é pura misericórdia, porque criar um mundo em que o mal não só existe, mas impera? Ou seja, para defender a teologia bilderbergogliana, o preço a pagar é a negação do mundo em que vivemos. O que é gravíssimo, pois uma das marcas da divindade da doutrina cristã é justamente a luz que dela emana para nos orientar nas grandes questões da existência. Tudo isso se perde no bilderbergoglismo.

E por que a morte? A Igreja sempre relacionou a morte ao castigo pelo pecado de Adão. Num mundo em que Deus não castiga, que sentido tem a morte?

E nesse universo cor-de-rosa, que lugar haveria para a Cruz? Para a horrenda violência da Cruz, marca e termômetro da presença dominadora do mal no mundo?

Nenhum, claro.

E o pecado original? Esse foi posto para escanteio faz tempo.

Esse deus fofinho nada tem que ver com Nosso Senhor Jesus Cristo. Nada.

Enquanto isso, o verdadeiro papa, deposto pela máfia bilderbergogliana, permanece esquecido e humilhado.

Kyrie eleison, Christe eleison, Kyrie eleison.

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Formação sexual integral para os religiosos e religiosas



No site do Vaticano (aqui), um belo artigo em que o nosso elegante Dom Braz de Elvis, de peruquinha nova e tudo, sugere que aos religiosos de vida consagrada seja dada uma "formação integral" no que se refere à vida sexual.

Dá o que pensar.

Ainda mais quando vemos que sobre a formação espiritual, nem uma palavra.

Afinal, espírito?? Que que é isso? Se come com quê??

sábado, 4 de abril de 2015

O antipapa e o mistério

Na vigília de Páscoa, o antipapa convida ao mistério, e acrescenta:

Para entrar no mistério, é preciso humildade.

Há algo de vertiginoso em ouvir esse picareta falar de humildade, alguém que tem a cara de pau de negar dogmas que, para chegarem até nós, custaram a crucificação do Filho de Deus e o sangue de milhares de mártires; que ousa diariamente vilipendiar vinte séculos de Tradição, comparando os grandes defensores da Fé da Igreja aos fariseus que julgaram e condenaram a Cristo; e que, Pentecostes ambulante, se erige em censor de todos os papas e doutores passados.

Mais vertiginoso ainda é o ensurdecedor silêncio que envolve e protege essas enormidades, por parte daqueles que se vestem de púrpura pela promessa que fizeram de defender até com o próprio sangue essas mesmas verdades hoje pisoteadas.

Se fosse possível negar e ridicularizar impunemente o dogma, Bergoglio teria razão: comamos e bebamos, transformemos o Vaticano em gafieira e a Igreja numa versão adocicada e efeminada de escotismo para a terceira idade.

Mas não é.


Lei de Bergoglio



A "misericórdia" é inversamente proporcional à Fé e à coragem do pontífice.

Claro, um deus bonzinho, burrinho e politicamente bem comportadinho não incomoda ninguém e se adapta perfeitamente às necessidades da mulher moderna. É super-prático e super-barato!

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Padre Ariel Levi e a Ecclesia Dei

Publicamos ontem aqui um post acerca da nomeação de um obscuríssimo padre italiano para a secretaria da Ecclesia Dei.
O post se baseava num comunicado publicado no site do próprio padre.
Mais tarde, o mesmo padre revelou que se tratava de uma brincadeira de primeiro de abril.
Já conhecíamos o caráter, digamos, volúvel do presbítero, que recentemente se notabilizou por virar estrondosamente a casaca e passar da defesa da Fé católica a estapafúrdios ataques a todos os que se opõem à tentativa de destruição da Igreja por parte de Jorge Bergoglio e seus capangas.
O que não podíamos esperar é que em seu site oficial, sob os acordes do Christus regnat, sob a invocação do Apóstolo João e logo abaixo de uma citação de Santo Tomás de Aquino, em plena semana santa, um padre supostamente católico pudesse dedicar-se a passar trotes que envolvem institutos oficiais da Igreja e a própria figura do "papa" que pretende defender.
Mas é isso o bergoglismo: a perda total de toda medida e de todo senso de compostura.
Este blog, realmente, "caiu" na brincadeira. E com muito orgulho.
Mas quem vai ter dificuldades de se levantar certamente não seremos nós.