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terça-feira, 17 de março de 2015

Wall Street, o Vaticano e o lobby gay



Costumamos alertar os hipotéticos leitores deste blog de que a balela da luta contra a homofobia, longe de ser um combate "democrático" pelos "direitos humanos", é, na verdade, uma estratégia de Wall Street para controle das massas lobotomizadas e mundializadas. É um cavalo de Troia que serve para destruir as famílias e as tradições, derradeiros focos de resistência ao poder único, além de uma forma de controlar o crescimento populacional de setores indesejáveis da humanidade.

Aqui vai uma prova invencível do que digo:

Recentemente, um grupo de 379 das maiores empresas do mundo enviou um abaixo-assinado à Corte Suprema dos Estados Unidos, exigindo a legalização do casamento gay naquele país.

A lista completa pode ser lida aqui.

Entre elas, temos nada menos que Bloomberg, Coca Cola, Pepsi, Facebook, Apple, Google, eBay, Amazon, Procter & Gamble, United Airlines, Delta Airlines, Groupon, Hewlett-Packard, Microsoft, Twitter, Intel, General Electric, American Express, Visa, Bank of America, Chase, JPMorgan, HSBC, Deutsche Bank, Walt Disney, CBS, Pfizer, Johnson & Johnson, Dow Chemical, Glaxo, Colgate-Palmolive.

O time completo da esquerda revolucionária...

Enfim são revelados os nomes dos componentes desse setor particularmente indefeso da população ocidental que forma o lobby gay. 

Trata-se provavelmente da mais brutal imposição de uma ideologia pelo poder financeiro da história da humanidade. O que nossos brilhantes intelectuais de esquerda, com sua sagacidade habitual, não conseguem enxergar.

PS: Curiosamente, entre os signatários estão também, como lembra Sandro Magister, as consultorias financeiras KPMG, MxKinsey e Ernst & Young, a que o misericordioso papa dos pobres entregou o controle das finanças do Vaticano logo depois de eleito. Mas quem sou eu para julgar?

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