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segunda-feira, 30 de março de 2015

Bergoglio homenageado pelas periferias existenciais de Wall Street: como é bom ser herege!


Em mais uma misericordiosa manifestação da opção preferencial pelos pobres que caracteriza o seu pontificado, Jorge Bergoglio visitará os Estados Unidos (aqui) em setembro. Será recebido por Barack Obama, o rei do aborto e do casamento gay (quem sou eu para julgar?), com quem retomará o bate-papo já iniciado tempos atrás no Vaticano, sobre a impressionante afinidade de ideias entre os dois megastars da Nova Ordem Mundial. Depois fará um discurso diante do Congresso americano, tão generoso no financiamento dos terroristas do Estado Islâmico e dos massacres na Síria, no Iraque, na Líbia e em Gaza, massacres que tanto têm ajudado na conversão dos muçulmanos ao cristianismo. É a primeira que vez que tal honraria é oferecida a um, digamos, papa. Para encerrar, Jorjão discursará para alegria geral também ante a assembleia da ONU, organização cujo objetivo principal nos últimos anos tem sido a implantação forçada, em escala mundial, da agenda abortista e pró-gay. Que legal!

Como é bom ser herege! E ainda bem que não existe inferno, senão...

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