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terça-feira, 3 de março de 2015

Diálogo e magistério


Como não nos cansamos de repetir, uma Igreja sem Tradição é contradição e está fadada ao nada, como vemos hoje diante de nossos pasmos olhos.
O que não significa que não haja setores da Tradição que não cometam certos exageros no ataque à Igreja conciliar como um todo.
E o caso da crítica ao "diálogo", estandarte conciliar. Dizem que a Fé deve ser ensinada, e não submetida ao diálogo. O que supõe que o diálogo não esteja voltado para o ensino, como sabemos, pelo menos desde Sócrates, não ser o caso. E desde Sócrates também sabemos que quase sempre os diálogos têm um vencedor, e não apontam para a igualdade de todas as teses. Muito pelo contrário.
Na verdade, o verdadeiro oposto do diálogo não é o magistério, mas a Grande Avacalhação bergogliana, que justamente não admite o confronto das teses e supõe a priori que sejam todas iguais.
O que propõe a Grande Avacalhação não é o autêntico diálogo, mas a convivência dos surdos-mudos sob a batuta dos donos dos microfones.

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