Pesquisar este blog

segunda-feira, 16 de março de 2015

Bergoglio nega a imortalidade da alma e defende uma heresia formal


Aconteceu na última entrevista a Scalfari, publicada ontem no La Repubblica, órgão semioficial do bilderbergoglismo (aqui):

Quem teve o dom de conhecer o papa Francisco sabe que o egoísmo é o inimigo mais perigoso para a nossa espécie. O animal é egoísta porque é presa só dos próprios instintos, cujo principal é o da própria sobrevivência. Mas o homem é animado também pela sociabilidade e, portanto, sente o amor pelos outros, pela sobrevivência da espécie a que pertence. Se o egoísmo supera e sufoca o amor pelos outros, ofusca a centelha divina que está dentro dele e ele se autocondena.
O que acontece a essa alma apagada? Será punida? E como?
A resposta de Francisco é nítida e clara: não há punição, mas a anulação daquela alma. Todas as outras participam da beatitude de viver na presença do Pai. As almas anuladas não fazem parte daquela festa, com a morte do corpo seu percurso acaba.

Não é preciso dizer mais nada. Daqui por diante, qualquer comentário é supérfluo.


Nenhum comentário:

Postar um comentário