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sábado, 21 de março de 2015

Vaticano não desmente heresia da mortalidade da alma: agora é ou Cristo ou Bergoglio



Nada de desmentido. Uma semana depois de Jorge Bergoglio negar de modo nítido e claro os dogmas da imortalidade da alma e do inferno no jornal La Repubblica, o Vaticano continua silencioso sobre o caso. Quem cala, consente, sobretudo em matéria de tamanha gravidade.

Ou seja, temos diante dos olhos o que a teologia católica sempre considerou impossível: um papa aberta, pública e conscientemente herético.

Impossível porque há uma promessa explícita de Cristo de que o inferno não prevalecerá sobre a Pedra.

"Mas, dirão talvez, segundo os argumentadores modernos, se o Papa se tornar herético, furioso, destruidor dos direitos da Igreja etc. , qual será o remédio?

"Respondo em primeiro lugar que os homens que se divertem hoje em dia em fazer esse tipo de suposição, embora há mil oitocentos e dezessete anos elas não se tenham realizado, são muito ridículos ou muito culpados." (Joseph de Maistre, Du Pape)

Temos, portanto, diante de nós, também ela nítida e clara, a alternativa: ou Cristo, ou Bergoglio.

Ou Cristo mentiu, ou Bergoglio não é papa.

A bandeira da Fé é a última linha da batalha. Estamos diante de um ataque frontal à Verdade que custou a morte na Cruz do Filho de Deus para chegar até nós. Capturada a bandeira, não haverá mais o que combater, à Igreja de Cristo restará somente fechar as portas e a pergunta de Jesus sobre se ainda encontraria a Fé ao voltar receberá como resposta um sonoro Não.

Vale a pena tudo isso só para defender, contra toda a razão e toda a Fé, a validade da eleição de um óbvio picareta como Jorge Bergoglio?





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