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quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

CNBB vai decidir o futuro do celibato sacerdotal na Igreja Católica



Segundo Marco Tosatti, se depender de Jorge Bildebergoglio, o casamento de padres já está próximo (aqui).

Mancomunado com Dom Cláudio "Itamar" Hummes, Berggy vai colocar o futuro do celibato sacerdotal em jogo num "debate" na CNBB. Parece piada, mas é sério. Uma instituição fundada nas palavras de Cristo, confirmada pelo Apóstolo e por dois mil anos de inspiração do Espírito Santo prestes a ser revogada por prelados cuja maior façanha foi a ridícula dancinha na JMJ, para eterno vexame do catolicismo brasileiro.

A escolha da CNBB tem suas razões. Cinquenta anos de teologia da libertação  foram mais que suficientes para não deixar pedra sobre pedra na moral sexual de boa parte do clero brasileiro. O que aumenta em muito a probabilidade de que o plenário dessa melancólica instituição aprove o casamento de padres, com transmissão ao vivo pela Globo e SBT e comentários de Serginho Groismann e Luciana Jimenez.

E aí, como demonstra a o pós-Vaticano II, onde entra um boi, entra uma boiada. Do Brasil para o mundo.

A tática de passar as grandes mudanças de doutrina e pastoral para as Conferências episcopais, contornando as resistências da Cúria, já havia sido antecipada por Berggy numa de suas primeiras entrevistas.

É impressionante como, desde o Habemus Papam no balcão de São Pedro, com seu fatídico "buonasera", Berggy não demonstrou a mínima hesitação em seus atos mais ostentensivos de destruição da Igreja. O que era, porém, de se esperar de alguém que tinha certeza de tomar o voo de volta para Buenos Aires logo depois do conclave, como ele diz. Tudo leva a crer que tudo já estivesse pensado e articulado há muito. A renúncia de Bento XVI e a sua própria eleição podem ter sido tudo para ele, menos uma surpresa.

E, como ninguém faz nada, o bergoglismo se alastra como um câncer pelo corpo de Cristo.

Feliz ano novo.

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