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terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Bergoglio 666: o número da Besta


Interessante, embora não propriamente surpreendente, descoberta do blog italiano mi-chael acerca de uma coincidência - mais uma! - envolvendo o nosso querido antipapa.

Se usarmos a tabela ASCII de caracteres:

A = 65,  B = 66,  C = 67, D = 68,  E = 69, F = 70, G = 71, H  = 72,  I = 73,   J = 74,  K = 75, L = 76,  M = 77, N = 78, O = 79,  P = 80,  Q = 81, R = 82, S = 83, T= 84, U= 85, V= 86, W= 87, X= 88, Y = 89, Z = 90

e a aplicarmos ao nome do energúmeno rotariano, Bergoglio, somando as letras, teremos:

(B) 66 + (E) 69 + ( R ) 82 + (G) 71 + (O) 79 + (G) 71 + (L) 76 + (I) 73 + (O) 79

que dá, surprise, 666. O número da Besta.
Que coincidência!
Apocalypse now meeesmo!


segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Vídeo ortodoxo revela ódio do antipapa à Cruz



Impressionante vídeo em que fica claro o ódio do antipapa à Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo.
As primeiras cenas mostram a cerimônia da Quarta-Feira de cinzas, em que o sacerdote marca com as cinzas uma cruz na testa dos fiéis. O mesmo ocorre com o óleo na Crisma: os gestos são bem claros e a Cruz fica bem evidente. Isso quando o ritual é conduzido por um sacerdote ou um bispo cristão.
Em seguida, são mostradas cenas dos mesmos rituais conduzidos pelo antipapa. A Cruz sumiu!
Impressionante.
Mais uma prova da inimizade profunda entre o antipapa e Cristo.
E os senhores cardeais continuam calados, assistindo de camarote à destruição da Fé que juraram defender com o próprio sangue!
Que vergonha.

O padre Manuel Bernardes e a falsa misericórdia


A porta do Céu é estreita, não cabe quem se não encolhe. Não é louvável e segura a confiança com que alguns espíritos pouco exercitados passam por esta incerteza da salvação ao de leve, com uma tácita suposição de que Deus está propiciado de seus pecados e lhes há de dar final graça. Bom é esperar, mas não é bom presumir, e pode ir misturada alguma coisa de presumir neste ato de esperar.
(Nova Floresta, V, 279)

domingo, 27 de dezembro de 2015

Santo Estêvão, protomártir

Il Martirio de Santo Stefano, de Giorgio Vasari

Ontem, dia de Santo Estêvão, o protomártir lapidado pelos judeus que ele queria converter.
Inútil martírio. Hoje, a igreja de Jorge Bergoglio declara que os judeus não precisam converter-se para salvar-se (aqui).
Ao que parece, basta a conta corrente.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Marc-Antoine Charpentier (1643-1704): Missa do Galo



Messe de Minuit pour Noël.
Aradia Ensemble, regente Kevin Mallon.



E, brinde de Natal, a Pastorale sur la Naissance de Notre Seigneur Jésus Christ, do mesmo Charpentier, com o Ensemble Vocal et Instrunental "les Arts Florissants", sob a regência de William Christie.

Felicem Nativitatis diem! Invitus antipapa!

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

O antipapa às moscas


Foto da Audiência Geral do antipapa, de 2 de dezembro de 2015. Completamente às moscas, apesar do amplo apoio ao antipapa da parte dos poderes deste mundo, financeiros e políticos, e da consequente onda de propaganda nos meios de comunicação de massas controlados por esses mesmos poderes.

A estratégia do "tudo pelo Ibope" parece não estar dando grandes resultados. Mesmo assim, parece estar longe de terminar. Um exemplo é a anunciada canonização do padre Cícero, o valente sacerdote anticomunista que continua, contra ventos e marés, sendo objeto da devoção popular no Ceará. Pouco importa ao antipapa se o velho Padim Ciço defendia posições diametralmente opostas à da seita bilderbergogliana. O que vale é  o Ibope!

Sugerimos, portanto, ao antipapa que considere a grande popularidade de que goza Satanás na população da nossa Sodoma globalizada. Observe as estampas na camiseta dos jovens e não tão jovens, as letras das música pop, etc.  O resultado pode ser um só: a iminente e misericordiosa canonização de São Lúcifer, com todas as pompas, no Vaticano de Jorge Bergoglio. Quem sabe assim o velho Berggy consiga encher a praça de São Pedro.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Da Imaculada ao ponto G: Antipapa promove e abençoa congresso de ginecologia estética no Vaticano


É o que denunciam, entre outros, o blog Messa in Latino, Benoît et Moi e até o Daily Mail.
O Congresso se reunirá no Institutum Patristicum Augustinianum, e tratará de matérias de profundo interesse patrístico: como aumentar e estimular o ponto G para uma vida sexual mais wild, novos horizontes na reconstrução vaginal, como aumentar os lábios vaginais com transplante de gordura e tecidos, técnicas de rejuvenescimento vaginal, lifting do clitoris, cosmética vaginoplástica e sex therapy. O programa completo (no pun intended) do Congresso pode ser visto aqui. Aqui, a página oficial do Congresso.

A participação dará direito a ingressos VIP para a audiência do antipapa, para a missa negra em Santa Marta e a uma bênção especial para o Congresso do próprio sucessor de Judas, além de acesso a lugares reservados da cidade do Vaticano. Uau!

Como se vê, agora é mesmo oficial: Roma já é de novo a grande meretriz apocalíptica. Faltam só os anjos com suas trombetas.

PS: O lendário padre Lombardi, porta-voz do antipapa, teria negado ao site bergogliano Il Sismografo que o tal Congresso aconteceria no Vaticano, sem mais explicações. Fica o registro. O fato é que as instituições que promovem o Congresso existem realmente, assim como os cirurgiões anunciados no programa, e que o evento é noticiado em vários sites especializados na Internet. Além disso, o programa continua sendo exibido nos sites oficiais dos patrocinadores.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Definição de bergoglite


Bergoglite sf: Câncer da fé e do senso moral, letal, que leva à morte espiritual em minutos. Os sintomas principais são a heresia polimorfa, a homofilia grave, acompanhada de delírios politicamente corretos e de comprometimento grave da capacidade de falar verdade e de se comportar com lealdade. A única terapia conhecida é o exorcismo. A transmissão é feita normalmente pela nomeação a cargos eclesiásticos, sobretudo episcopais e cardinalícios, mas na  literatura também são relatados casos de infecção por sodomia passiva.

domingo, 13 de dezembro de 2015

O Abbé Grou responde à falsa misericórdia de Jorge Bergoglio


Neste dia funesto em que um falso papa abre um falso jubileu em nome de uma falsa misericórdia, sob a tríplice falsidade de uma doutrina que ousa afirmar que "deus" ama nossos pecados, faz-se urgente uma resposta cristã a tamanha iniquidade e traição.
Por isso publicamos hoje uma meditação do padre jesuíta (repito, jesuíta!) Grou, em seu maravilhoso livrinho La Science pratique de la Croix, hoje esquecido, mas uma joia da espiritualidade católica pós-tridentina.

Nela é exposta sem meias palavras a essência da verdadeira penitência, que é o ÓDIO ao pecado, o contrário exato do bergogliano amor ao pecado.

Aqui vai o texto, traduzido direto do original francês por este Vosso servo:

I. O pecado é o maior de todos os males, pois é o mal de Deus: mas ele não é para o pecador a maior de suas infelicidades, pois a misericórdia divina fez que até o pecado contribuísse para a sua santificação e entrasse na ordem de sua feliz predestinação. Sua maior desgraça é a impenitência no pecado; e, para os pecadores em que a fé desperta os remorsos da consciência e que fazem alguns esforços, dão alguns passo no sentido da conversão, sua desgraça, maior que todos os pecados deles juntos, é a falsa penitência, tão facilmente confundível com a verdadeira; essa penitência enganosa que os adormece no pecado e lhes inspira uma confiança presunçosa em meio ao perigo certo de uma eterna danação. Nada mais comum que a falsa penitência; nada mais raro que a verdadeira. Os demônios, todos os reprovados são penitentes no inferno: os cristãos que vivem no hábito do pecado são amiúde penitentes durante suas desordens. No leito de morte, os maiores pecadores a que resta alguma fé, apavorados com o medo dos juízos de Deus, abrem seus corações para os mais vivos sentimentos de penitência. Não são, em sua maioria, senão falsos penitentes, que parecem vivos aos olhos dos homens e que estão mortos aos olhos de Deus.

Ó Meu Salvador, Vós que sois a fonte e o modelo da verdadeira penitência, ensinai-me qual é o seu caráter essencial; não deixeis que eu pereça pelo uso de um remédio que deve curar-me e salvar-me; não permitais que uma falsa penitência se una a tantos outros pecados, para se tornar contra mim um novo artigo de condenação.

II. Um coração culpado, envergonhado de si mesmo e entregue à confusão decorrente da infâmia de seus pecados; um coração dilacerado pelos remorsos mais agudos nem sempre é um coração penitente. Uma alma a que nada escapa no exame de seus pecados, que faz deles uma confissão sincera, uma acusação humilhante, que se submete a uma reparação pública, a uma satisfação dura, nem sempre é uma alma penitente. Tudo isso são só exterioridades, o lado de fora da penitência: são, por assim dizer, os seus efeitos, seus frutos e suas obras; mas tudo isso pode ser separado da penitência cristã que nos justifica aos olhos de Deus; tudo isso pode vir de outra fonte do que o coração de Jesus, cuja penitência deve animar e santificar a nossa. Quem pareceu mais penitente que o ímpio Antíoco? Golpeado pela mão de Deus, ele reconhece a enormidade de seus crimes; seus olhos choram-nos, sua língua detesta-os; faz deles uma confissão pública e humilhante; quer reparar suas desordens. Ao vê-lo e ouvi-lo, é um homem humilhado, contrito, consternado diante do Senhor; no entanto, Antíoco morre como reprovado e não obtém a misericórdia que pede com tanta sofreguidão. Quem pareceu mais penitente que Judas? Ele sentiu toda a grandeza de seu crime; seu coração foi tocado por um arrependimento amargo; ele o confessou em voz alta: eu pequei, disse ele, ao entregar o sangue do Justo; ele o reparou por uma retratação pública; restituiu o preço indigno de seu deicídio; Judas, porém, tão contrito, tão humilhado, morreu na impenitência e no desespero.

III. Qual é, então, essa verdadeira penitência, tão importante para a minha salvação eterna, que não deve ser confundida com a falsa? Quem nos ensinará isso será a cruz de Jesus Cristo. Vem, minha alma, aos pés de Jesus crucificado, penetra em seu coração adorável, que se tornou penitente para todos os corações culpados. Para ser agradável a Deus, é com base nesse divino modelo que tua penitência deve ser formada; ela deve fluir e participar dele. Toda penitência que não flui dessa fonte, toda penitência que não é assinalada pelos traços da penitência de Jesus Cristo, que é o único Salvador, o único modelo dos pecadores penitentes, é uma penitência de reprovado.

IV. Jesus Cristo, que se encarregara de todos os pecados do gênero humano, para destruí-los em nossos corações e deles fazer a Deus uma justa reparação, carregou em seu corpo inocente e em sua pessoa divina a sua pena exterior. Ele os expiou, satisfez à justiça divina com suas humilhações, seus sofrimentos e a efusão de todo o seu sangue. Mas nem os opróbrios, nem os sofrimentos, nem a morte sangrenta são a penitência que destrói o reinado do pecado em nossos corações e nele estabelece o de Deus. Os reprovados impenitentes no inferno são mais atormentados do que Jesus Cristo ao longo de sua penitência. Tudo isso é apenas a consequência da penitência do Salvador; são apenas seus efeitos salutares.

V. É no jardim da amargura, em que Jesus se retirou pouco antes de sua paixão exterior, que O vemos penitente, como devemos nós mesmos ser. É lá que uma dor viva e penetrante se apodera de sua alma. A tristeza, o langor, as penas mais cruéis dilaceram seu coração. Ele geme, suspira, sucumbe sob o peso de suas aflições. Trava em sua santa alma combates violentos que mal consegue suportar, que O jogam numa agonia mortal, que fazem jorrar de suas veias um suor de sangue.

Ó Jesus, Vós que sois o consolo dos aflitos, de onde vem essa desolação? Vós que sois a força dos fracos, de onde vêm esse abatimento e essa tristeza mortal? Não é da visão dos opróbrios nem dos suplícios que Vos prepararam; eles sempre foram o objeto de vossos ardentes desejos. Entre as mãos dos carrascos, preso à coluna, pregado na cruz, estareis tranquilo; uma paz suave e calma reinará em vosso semblante. O que é, então, que pode Vos perturbar, Vos afligir, Vos atormentar com tanta violência, no momento de realizar esse batismo de sangue que tanto desejastes?

Ah! O que afligia a Jesus é que, antes de expiar, pela efusão de seu sangue, todos os pecados do mundo, de que se encarregara, era preciso que o seu coração sentisse uma dor que igualasse a enormidade de tanta iniquidade, e que correspondesse à soberana majestade de Deus, por ela ofendida; era preciso que a alma inocente de Jesus sentisse, pela força de sua dor, o ódio que Deus tem ao pecado, para que ele passasse de seu coração para os nossos um arrependimento agudo, uma dor amarga, um ódio, uma detestação do pecado que fosse o caráter essencial da penitência cristã.

VI. Tomemos cuidado, num sacramento que, depois do batismo, é o único recurso dos pecadores, que é um remédio cujo uso nos cura ou nos envenena, que nos justifica aos olhos de Deus ou nos torna mais criminosos; tomemos cuidado para não tomarmos a aparência pela realidade. Toda penitência que não é a mesma que a de Jesus Cristo, nosso Salvador, nosso chefe e nosso modelo, é uma penitência inútil, uma penitência reprovada. A dilaceração do coração, a aflição profunda, o arrependimento amargo, em suma,a detestação do pecado foi a alma da penitência do Salvador, e deve ser a nossa. Assim foi a contrição que partiu o coração de Davi e que ele exprimiu por uma só palavra que escapou de sua alma aflita: peccavi Domino, pequei contra o Senhor. Foi assim a contrição da pecadora Madalena, que transformou seus olhos em duas fontes de lágrimas; foi assim aquela em que um olhar de Jesus penetrou no coração de seu apóstolo infiel. Tudo o mais, a triste visão dos pecados e sua enormidade, as confissões humilhantes, as confusões externas, as mortificações, a crucificação da carne, são frutos da penitência, são riachos que fluem dessa fonte de amargura em que o coração penitente deve mergulhar; são os ramos dessa árvore de vida arraigada no coração de Jesus penitente, para penetrar no coração dos pecadores penitentes e nele produzir obras de salvação.

Ó Jesus, que Vos tornastes penitente por mim, que sois o único modelo dos verdadeiros penitentes, que chorastes, que detestastes meus pecados antes mesmo que eu os conhecesse, fazei que eu os chore, os deteste convosco e como Vós. Minha contrição sem a vossa não teria nenhum mérito; seria apenas o movimento de um membro morto separado de sua cabeça. Vossa contrição sem a minha seria funesta para mim: ela me tornaria culpado do sangue que derramastes para apagar pecados que eu não detestaria. O abuso desse sangue precioso que a penitência fez correr de vossas veias gritaria vingança contra um pecador impenitente ou falsamente penitente.

Abbé Grou, La Science Pratique de la Croix, Paris, 1832, p. 29 a 36.

"Deus" ama os nossos pecados: o Mal entronizado no Vaticano


Eis que se abre o último selo e a besta se revela em toda a sua imundície: o "deus" de Jorge Bergoglio ama os pecados.

Eis invertida a inteira teologia, eis entronizado no mais alto da hierarquia vaticana o Baixíssimo.

Segundo os Padres, Jesus Cristo, Nosso Deus e Nosso Salvador, chorou lágrimas de sangue no Horto das Oliveiras, não porque temesse os mal-tratos que sabia aconteceriam. Para isso Se encarnara. As lágrimas de sangue jorravam por causa do espetáculo pavoroso de nossos pecados, motivo de ódio e da ira do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ódio tamanho que para aplacá-lo foi necessária a horrenda morte do Filho de Deus na Cruz.

Mas, no bergoglismo, pelo contrário, "deus" ama nossos pecados:  também nós devemos amá-los, portanto.  Daí a clara preferência do antipapa pelas abortistas seriais, pelos ateus, pelos sodomitas; daí seu ódio ao Catolicismo, a todos os que procuram evitar o pecado, levando uma vida santa e conforme aos preceitos evangélicos, Daí seu ódio à doutrina que denuncia o seu gigantesco e satânico erro.

Com a falsa misericórdia bergogliana, fica apagada qualquer distinção entre o bem e o mal, entre a santidade e o pecado, entre o puro e o imundo.

Eis porque o antipapa proclama o fim das penas eternas no Inferno: se os pecados são amados, como seriam castigados?

Assim, o bergoglismo cai muito abaixo de todas as seitas heréticas e até da grande maioria das religiões não cristãs que mantêm clara a distinção entre o bem e o mal, entre o pecado e a pureza e a santidade.

Só em duas religiões o pecado enquanto tal é amado por "deus": no bergoglismo e no satanismo.

Mas serão mesmo duas religiões diferentes?

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

O Papa e o antipapa: Bento XVI não mostra submissão



Sempre que seu antipontificado periga e que ameaça ficar óbvio demais que sua presença no Vaticano não passa de uma grosseira usurpação, o antipapa recorre aos convites a Bento XVI, como para mostrar com isso a própria legitimidade.

 Das outras vezes, chegou a obrigar o Papa a retirar o solidéu em sinal de submissão. Foi assim logo que saiu o livro de Antonio Socci, por exemplo. Como se um "argumento" desse tipo pudesse garantir a legitimidade de um papado. Coisas do energúmeno peronista.

 Hoje, porém, Bento XVI não se submeteu ao antipapa, e permaneceu de cabeça coberta do começo ao fim. Mesmo com a liberdade tolhida por Deus sabe que pressões e chantagens, o Papa resiste. Os tempos estão mudando...

 Note-se o brutal contraste entre as duas figuras: a nobreza inata do Papa ante a vulgaridade essencial do antipapa. Bento XVI rouba absolutamente a cena, e se não fosse pelo traje papal, o antipapa poderia ser tomado pelo faxineiro de São Pedro, saudado por simples condescendência pelo Sumo Pontífice. E foi mais ou menos isso que aconteceu, mesmo.

O que está escrito sobre a porta da falsa misericórdia bergogliana


Per me si va nella città dolente,
per me si va nell'eterno dolore,
per me si va tra la perduta gente.

Giustizia mosse il mio alto fattore:
fecemi la divina potestate,
la somma sapienza e 'l primo amore;

dinanzi a me non fuor cose create
se non eterne, ed io eterno duro.
Lasciate ogni speranza, voi ch' entrate. 

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Cuidado com o falso Jubileu bergogliano!


Alguns blogs de respeito têm sugerido a participação, sim, no Jubileu da Misericórdia, desde que se respeitem as condições tradicionais para a obtenção das indulgências.

Gravíssimo erro.

Primeiro, porque se trata de um jubileu inválido, convocado por um antipapa que não tem nenhuma autoridade para isso.

Depois, porque entre as condições estipuladas está a oração pelas intenções do antipapa, que consistem essencialmente, como sabemos, na destruição da Igreja Católica tal como a conhecemos.

Ora, rezar pela destruição da Igreja é pecado gravíssimo.

Assim, quem participar do falso jubileu, mesmo que com a melhor das intenções, não só vai ficar sem a absolvição das penas temporais, como cometerá pecado gravíssimo e, se comungar, estará cometendo sacrilégio.

Mais um dos doces frutos de tão adorável antipontificado...

PS 9/1/2016: Com o lançamento do vídeo em que o antipapa explicita quais são as suas heréticas e blasfemas intenções de oração (aqui), fica comprovado que os católicos devem abster-se, sob pena de pecado grave, de participar do falso jubileu convocado pelo falso papa. Não há mais dúvida possível.

domingo, 18 de outubro de 2015

Sermão para o XXI domingo depois de Pentecostes



Corajoso e comovente sermão do padre espanhol Alfonso Gálvez para o Evangelho de hoje (Mt 18, 23-35), que pode ser lido aqui no original espanhol, no bom site Adelante la fé.

A homilia do padre Gálvez demonstra com eloquência o estado de espírito dos bons católicos que ainda creem na validade do antipontificado peronista diante da avalancha destruidora do bergoglismo: desolação, angústia, quase desespero. A imagem de que se vale é a do naufrágio do Titanic e dos músicos que continuam a tocar, absurdamente...

Bastaria, porém, considerar com maior atenção os signos dos tempos e veriam que tudo isso é uma farsa, que a Igreja continua protegida pelo Espírito Santo e que Jesus Cristo não mentiu ao chamar Cefas de Pedro.

Bergoglio é só mais um antipapa, e a revelação da farsa é só uma questão de tempo.

É possível que, com a deterioração do cenário eclesial, Bento XVI reavalie a situação e, diante do colapso da Igreja, resolva contar tudo o que sabe e desafiar as pressões, reassumindo as rédeas do pontificado. Que Deus o ilumine!

Kyrie eleison, Christe eleison, Kyrie eleison.



21º Domingo depois de Pentecostes
(Mt 18: 23-35)
Embora o evangelho de hoje nos fale do perdão das ofensas, pôr-se a falar disso nestes momentos da Igreja seria como se uma cidade tivesse sido invadida por um bando de foragidos e o prefeito só se preocupasse em que se jogasse o lixo nos cestos adequados.
Está a Igreja em estado de sítio, e o ataque definitivo está prestes a acontecer. O que se está realmente tentando fazer é acabar com a fé da Igreja. No fundo, tentam criar uma nova igreja, uma nova religião; a religião do homem. Todas estas afirmações, embora possam parecer exageradas, nada mais são que a realidade; senão, vejamos os fatos: a ideologia do gênero, a indissolubilidade do matrimônio, o lobby gay no Vaticano. É uma autêntica infiltração diabólica nas mais altas esferas da hierarquia eclesiástica… E enquanto isso, como no Titanic, os músicos continuam tocando, como se nada estivesse acontecendo.
Ante todo este mal que nos rodeia, resta-nos a autêntica devoção á Eucaristia, o carinho à Virgem Maria…
Como no naufrágio do Titanic, os músicos continuavam tocando enquanto as caldeiras explodiam e o navio continuava afundando. Por fim, também os  músicos morreram, mas sua morte serviu para alguma coisa: para manifestar a justiça de Deus e também sua misericórdia… “E haverá um céu novo e uma terra nova onde residirá a justiça… Enxugará Deus as lágrimas dos olhos… e já não haverá morte”.

Infalibilidade manipulante


Em mais um vigoroso passo adiante na demolição da Igreja de Cristo, o antipapa rotariano insiste em seu último discurso na heresia de que o verdadeiro sujeito da infalibilidade na Igreja é o "povo de Deus", a cujo diktat devem curvar-se todas as outras instâncias eclesiais.

Em tempos de manipulação das massas em escala mundial, tal doutrina só pode vir de um canalha ou de um imbecil, ou de alguém que reúna os dois predicados, como o atual antipapa.

Como é possível não ver que atribuir infalibilidade às massas manipuladas é dar infalibilidade aos manipuladores, no caso, ó coincidência, figadais inimigos de Cristo e sua Igreja?

Cesare Baronio rides again


Com prazer anunciamos a volta à ativa de Cesare Baronio, o Cardeal virtual da Tradição italiana, em seu blog Opportune Importune. Em italiano, salpicado do mais puro latim.

Calado nos últimos tempos, Cesare Baronio faz de novo ouvir sua voz marmórea e ortodoxíssima num momento crucial da história da Igreja. Ele é o Bossuet da Web, mas sem perder o humor.

Como dizia Pascal diante dos casuístas jesuítas de seu tempo, há enormidades que só podem ser combatidas eficazmente com a ironia.

Se esse era o caso ante os relativamente tímidos precursores molinistas do antipapa rotariano, imaginem agora ante o elvis-bergoglismo hardcore das monsenhoritas, com ou sem peruquinha, reunidas no Sinédrio contra família para destruir válida, lícita, paterna e misericordiosamente a Igreja de Cristo, sempre num ambiente de respeito, cortesia e elegância!

Dá-lhe Baronio. ;))

sábado, 17 de outubro de 2015

Cardeal Danneels e a homossexualização de Deus

Danneels com o antipapa já no terraço de São Pedro no dia da eleição

Como informamos aqui, já há vinte anos Malachi Martin denunciava, em seu genial romance Windswept House, a máfia de Saint-Gall, sociedade secreta formada por altos prelados satanistas para derrubar, na época, João Paulo II - o que não conseguiram - e, mais tarde, Bento XVI, o que conseguiram, pelo menos em parte, ao forçarem sua renúncia e elegerem o antipapa peronista.

Hoje essa conspiração não é mais segredo, tendo já sido admitida abertamente por um dos seus chefes, o cardeal belga Danneels.

Como reconhecimento pelos serviços prestados na destruição da Igreja, Bergoglio nomeou Danneels para o Sinédrio contra a família. Nada mais justo. É a lei do cão, toma lá, dá cá. Já no terraço vaticano, logo depois do habemus papam, o sinistro Danneels aparecia ao lado de Bergoglio, como um abutre de mau agouro.

E eis que sai publicada agora a intervenção de Danneels no plenário do Sínodo (aqui).

Nela é levada a extremos inimagináveis a agenda do lobby gay bergogliano. O inefável purpurado belga, comprometido até o pescoço no acobertamento (pelo menos) de escândalos de pedofilia em seu país, propõe nada menos do que a homossexualização de Deus, já não mais apresentado como Pai, mas como mãe. E para completar o quadro e deixá-lo literalmente como o diabo gosta, sobre a verdadeira Mãe, Maria Santíssima, nem uma palavra. Tudo, é claro, em nome da "misericórdia".

Eis o texto:

O "lugar da misericórdia" é um espaço onde reina a ternura do coração, uma atmosfera que se assemelha ao calor do seio materno. É uma ternura que supera até a que reina na intimidade dos esposos. Onde habita Deus, a atmosfera é, de fato, de intimidade maternal: Deus escuta, fala, cura e cuida, perdoa como uma mamãe. Mesmo se para seu filho a situação é insolúvel, a mamãe descobre como ser mamãe.

Foi assim já em Sodoma, com os resultados conhecidos.


sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Acreditem se puderem: antipapa faz sermão contra a hipocrisia



Berggy é inesgotável.

Quando julgamos que já chegou ao fundo do poço, lá vem ele com mais uma para nos surpreender.

Desta vez, em sermão em Santa Marta, o antipapa peronista detona nada menos que... a hipocrisia dos que não falam claro. Acreditem se puderem (Fonte News.va).

A hipocrisia é a maneira de viver, de agir, de falar que não é clara. Talvez sorri, talvez é sério ... Não é luz, não é escuridão ... Move-se de uma forma que parece não ameaçar ninguém, assim como a serpente, mas tem o fascínio do claro-escuro. Tem o fascínio de não ter as coisas claras, de não dizer as coisas claramente; o fascínio da mentira, das aparências.

Melhor descrição de seu próprio discurso, impossível.


Mas, como sabemos, Berggy não liga a mínima para a coerência e faz questão de insultar diariamente a inteligência dos que o rodeiam.


Só nos resta rir para não chorar.

Aleluia: um prelado católico no Sínodo contra a família, Dom Tomasz Peta


Em meio às misericordiosas heresias e ao frufru das elegantes peruquinhas de tantas monsenhoritas que monopolizam o Sinédrio contra a família, eis que se ergue a voz católica de um prelado de verdade. É o que se pode ler em Voice of the Family , a quem o arcebispo deu a autorização para publicar a sua intervenção de três minutos do dia 10:

Disse o Beato Paulo VI em 1972:

"Por alguma brecha o fumo de Satanás entrou no templo de Deus".

Estou convencido de que foram proféticas essas palavras do Santo Padre, autor de "Humanae Vitae". Durante o Sínodo, no ano passado, "o fumo de Satanás" tentou entrar na aula de Paulo VI.

A saber:

1. A proposta de admitir para a Sagrada Comunhão os que estão divorciados e vivem novas uniões civis;
2. A afirmação de que a coabitação é uma união que pode ter em si mesma algum valor;
3. A defesa da homossexualidade como algo supostamente normal


Alguns padres sinodais não entenderam corretamente o convite do papa Francisco a uma discussão aberta e começaram a propor ideias que contradizem a bimilenar Tradição da Igreja , arraigada na Palavra Eterna de Deus. Infelizmente, ainda podemos sentir o cheiro desse "fumo infernal" em alguns artigos do Instrumentum Laboris e também nas intervenções de alguns padres sinodais este ano.

A meu ver, a principal tarefa de um Sínodo consiste em apontar mais uma vez para o Evangelho do matrimônio e da família, ou seja, aos ensinamentos de Nosso Salvador. Não é permitido destruir o fundamento - destruir a pedra.

Ilumine a todos nós o Espírito Santo, que sempre vence na Igreja, na busca do verdadeiro bem para as famílias e para o mundo.

Maria - Mãe da Igreja, rogai por nós!

- Tomasz Peta
Arcebispo de Astana (Cazaquistão)

É bem verdade que ainda se fazem ouvir aqui e ali na mensagem do valente prelado algumas notas em falsete, como quando se refere ao beato Paulo VI ou às incompreendidas boas intenções do antipapa, mas tudo isso se pode atribuir, com boa vontade, aos efeitos do fumaréu bergogliano que empesta a aula sinodal e entope as vias respiratórias do bom arcebispo.

A Igreja precisa hoje mais do que nunca de um líder que lhe devolva a unidade partida desde que Bento XVI cedeu às pressões bergoglianas e teve de se afastar do exercício ativo do ministério petrino.

E é do Cazaquistão que parece vir a voz mais autorizada para reunir o rebanho disperso pela alcateia do rotariano argentino.

Aliás, de Peta a Petra e Petrus a distância não parece ser muito longa.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Antipapa quase infarta ao saber de carta de cardeais contra a manipulação do Sínodo


Noticia o site jornalístico Affari Italiani que o antipapa teve um ataque de raiva misericórdia quando leu a carta dos 13 cardeais que reclamaram da manipulação do Sínodo contra a família. A pressão foi ao teto, com um ataque de taquicardia que exigiu a intervenção médica.

"Se é assim, podem ir embora. A Igreja não precisa deles, ponho todos no olho da rua!" teria dito, em sua infinita misericórdia, o antipapa rotariano, para quem, provavelmente, a ira é uma virtude.

É muito provável que tenha sido esse ataque de raiva misericórdia que esteja na origem da cilada armada contra Sandro Magister pelo antipapa, passando-lhe uma cópia adulterada e uma lista de cardeais signatários também incorreta  ( ver aqui, as últimas sobre o assunto por Sandro Magister).

É nesses momentos que o antipapa, a descoberto do escudo mediático destilado em Wall Street, engarrafado em Hollywood e distribuído em Roma, mostra seu monstruoso rosto de verdade.

Por outro lado, a ameaça antipapal não deixa de ser uma esperança: com esses 13 cardeais expulsos, poderia haver um recomeço de vida na Igreja, longe de Bergoglio e seus cardeais, com ou sem peruquinha.

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Bergoglio: explicação alternativa


Um amigo meu neurologista veio com uma nova explicação para o comportamento errático e estapafúrdio do antipapa rotariano: Alzheimer.
Não tenho competência para discutir o diagnóstico.
Fica anotada a sugestão.

As propostas de Frei Betto e Cia para Bergoglio e o Sínodo contra a família


Aqui.
São elas: defesa do aborto, fim do celibato sacerdotal, ordenação de padras, comunhão para divorciados recasados e casamento gay.
O menu completo.
Só falta o canibalismo.

Dois padres, duas medidas

Arcebispo bergogliano Durocher

Um deles, o padre Nicholas Gregoris, acaba de perder as credenciais que lhe permitiam cobrir o Sínodo contra a família no Vaticano (aqui). A razão? Ousou lembrar ao arcebispo canadense Durocher a doutrina católica sobre o divórcio e a comunhão durante uma entrevista. Pecado mortal na igreja bergogliana, o padre foi posto no olho da rua sem mais explicações e sem direito sequer a um tête à tête com o nefando padre Lombardi, porta-voz oficial das mentiras vaticanas, mesmo sendo sacerdote católico com mais de quinze anos de serviço jornalístico no Vaticano.

O outro, padre Tony Adams, vive tranquilamente nos Estados Unidos com seu marido, com quem está casado há oito anos (aqui e aqui). A crer no que ele afirma, padre Adams jamais recebeu qualquer suspensão da parte do Vaticano ou de qualquer bispo, e percorre os Estados Unidos celebrando casamentos gays entre os seus fiéis católicos e dando entrevistas sobre os seus casos amorosos com bispos, entre elogios entusiasmados ao novo "pontífice".

Eis onde está o poder na igreja bergogliana.


domingo, 11 de outubro de 2015

Seria o antipapa realmente modernista?


Interessantes considerações críticas de um leitor anônimo de Benoît et moi (aqui) acerca de um recente artigo de Alessandro Gnocchi que ataca o "modernismo 3.0" do antipapa (aqui no original italiano ou aqui na tradução francesa) com as armas da encíclica Pascendi de São Pio X.

O autor do artigo nota com muita acuidade que há  contrassenso em assimilar o lixo doutrinal bergogliano ao modernismo que servia de alvo à encíclica Pascendi. Tal modernismo, a "heresia das heresias" segundo Pio X, definia-se pelo intelectualismo e pelo racionalismo, ao passo que o antipontificado bergogliano se caracteriza pelo fideísmo, pela incoerência e pelo ódio a tudo o que mesmo remotamente faça lembrar a inteligência.

Neste sentido, Bergoglio está nos antípodas de um Loisy ou mesmo de um Teilhard ou de um de Lubac.

Berggy está muito mais para Chacrinha que para Ernest Renan.

Não é preciso ser muito perspicaz para reparar que uma Igreja que tem como chefe Bergoglio e no primeiro escalão nulidades como Maradiaga e e o elegante Braz de Elvis não pode ser acusada de intelectualismo e racionalismo.

Já denunciamos várias vezes neste blog a preguiça intelectual que consiste em dilatar indefinidamente o conceito de modernismo para cobrir tudo o que de herético e grotesco se vem passando na Igreja nos últimos cem anos.

Isso é apagar todas as luzes e confundir tudo com tudo, justamente num momento de crise extrema, em que se faz necessária a máxima claridade. Como dizia o velho Aristóteles, e com ele o Doutor Angélico, só se desatam os nós que se veem.



sábado, 10 de outubro de 2015

Paul Claudel, a terra e a felicidade





Car il n'y a d'ordre qu'au ciel, il n'y a de musique sinon là que celle de ce monde empêche d'entendre,
Il n'y a rien sur la terre qui soit fait pour le bonheur de l'homme.

ou seja

Pois não há ordem senão no céu, não há música senão a que aquela deste mundo impede de ouvir,
Nada há na terra que seja feito para a felicidade do homem.

(Le soulier de satin, ed. Pléiade, p. 690).

Como o antipapa tenta destruir a família cristã

Bergoglio ensina a indissolubilidade do matrimônio a um casal de noivos

Minuciosa análise dos Motu Propio do antipapa, por meio dos quais foi destruído o casamento católico e aquilo que dele depende, a família: aqui, em inglês, no Remnant, por Christopher A. Ferrara.

Isso, é claro, na absurda hipótese de que o peronista rotariano seja um papa legítimo.

Hipótese a cada dia mais grotesca e ridícula.

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Berggy perde o prêmio Nobel da paz mais uma vez


Não adiantou todo o puxa-saquismo e a subserviência: os luteranos homofílicos de Oslo negaram mais uma vez o prêmio Nobel da paz ao antipapa rotariano.
Não adiantou lamber o lobby gay, os protestantes, os evangélicos, os sionistas, os muçulmanos, os maçons, os neoconservadores americanos, os comunistas cubanos, os abortistas et caterva.
Frustração no Vaticano.
Vamos ter um ano de fortes emoções: o antipapa vai ser ainda mais vil este ano, mais rasteiro, para ver se garante esse prêmio que é, segundo dizem, uma obsessão para ele.
Conselho àqueles que acompanham o noticiário relativo ao antipapa: preparem os estômagos e tragam sempre um saquinho de papel pronto para emergências vomitivas.

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Antipapa denuncia teoria da conspiração

Berggy é mesmo impagável.
Ontem, durante a sessão plenária do Sinédrio contra a família, o cardeal australiano Pell, tido como "conservador", denunciou que a escolha feita pelo antipapa da comissão encarregada do relatório final não havia sido neutra, e pedia que ela fosse trocada por membros eleitos pelo plenário. É o que se pode ler aqui.
Nisso, Berggy interrompeu a discussão, para denunciar, por sua, vez, uma "teologia da conspiração", segundo ele "fraca sociologicamente".
Quaquaquá!
Como se a revelação de um fato pudesse ser "fraca sociologicamente"! Ou um eclipse da Lua ser "fraco astronomicamente"!
Uma conspiração é um fato, não uma teoria. O clube de Saint_gall é um fato admitido por seus participantes e denunciado já em 1996 por Malachi Martin.
O que tem a "sociologia" a ver com isso?
Berggy é demais!
Além disso, mal sabe ele, no seu notório analfabetismo, que o mestre maior da sociologia francesa da segunda metade do século XX, Pierre Bourdieu, no fim da vida, lançou um livro-bomba em que denunciou a existência de uma máfia que controla tudo em nível planetário. Já falamos disso aqui.
Mas por que isso tudo? Por que essa intervenção intempestiva? Um papa nunca intervém num Sínodo. Antipapas, não sei, mas papas, até hoje, nunca.
Obviamente, o pânico é porque Berggy está ciente, muito mais do que todos nós, das falcatruas que estão por trás da inválida renúncia de Bento XVI e de sua ainda mais inválida eleição ao sumo pontificado.
A coisa está fazendo água por todos os lados e, se ainda poucos têm coragem de vir a público para dizer que o antipapa está nu, sabemos por experiência pessoal que o número de adeptos in petto da nulidade deste antipontificado é muito grande.
Mais cedo ou mais tarde a verdade vai vir à luz.
Kyrie eleison, Christe eleison, Kyrie eleison.

Casais que sofrem por não poderem comungar?? Alguém já viu??



Tanto se fala em permitir a Comunhão aos pobres católicos divorciados e recasados que sofrem com a falta de misericórdia dos criptolefebvrianos que os impedem de realizar seu sonho dourado: receber Jesus Cristo sacramentado.

Linda história, muito comovente.

Só tem um problema: será que existe na realidade algum casal de divorciados católicos recasados que creia realmente na Presença Real de Jesus Cristo na Eucaristia? Na re-presentação do sacrifício do Calvário na Missa, para nos tornar partícipes de seus frutos?

Ou serão esses casais meros entes de razão, como o círculo quadrado, o chupa-cabras ou o abominável homem das neves?

Eu, pelo menos, nunca vi nenhum, nem nunca ouvi falar de nada disso.

Conheço, sim, vários casais recasados que de vez em nunca vão muito a contragosto a uma infinitamente tediosa missa de sétimo dia e, quando chega a hora da Comunhão, simplesmente se levantam, entram na fila e comungam sem problema nenhum. Um biscoitinho a mais não engorda, pode ser comido sem problemas, sob o olhar misericordioso do sacerdote, com ou sem peruquinha.

Como no vídeo acima, em que o cardeal "conservador" Bagnasco, presidente da CEI, Conferência Episcopal Italiana, dá sem problema algum a comunhão ao "trangender" Vladimir Luxuria e à sua marida.

Toda essa história é uma enorme farsa. O verdadeiro objetivo do antipapa e de seus comparsas é dinamitar a doutrina católica e, em especial, qualquer referência, mesmo remota, à castidade.

Eis o objetivo.

Uma enorme farsa num sinédrio que é uma farsa maior ainda.



quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Sínodo contra a família: o cinismo do antipapa

Garante o patriarca de Lisboa, Dom Clemente, bergogliano de carteirinha, que o antipapa teria interrompido a segunda sessão do antissínodo para declarar: "a doutrina não está em causa, e eu sou o primeiro garante dela" (aqui).

É muito cinismo para quem negou na maior cada de pau, diante do mundo inteiro, um dogma solenemente definido pela Igreja, só por não ser politicamente correto.

Vergonhoso.

Já não há mais nada na igreja bergogliana: não tem moral, não tem fé, não tem doutrina, não tem liturgia, não tem vida intelectual, só tem uma coisa: dinheiro.

E de onde vem esse dinheiro, senão dos tesouros acumulados por séculos e séculos do trabalho de fiéis dedicados àquilo que é pisoteado pela máfia bergogliana?

Entregue a si mesma, com esse arremedo de doutrina e de fé, que lugar teria o bergoglismo no mundo? Se a máfia bergogliana tivesse de abrir uma igrejinha como outras mil aqui em nosso país, quantos fiéis teria? Nenhum. Nada.

São parasitas ingratos da Tradição.

Sem dúvida essa é uma das origens da obsessão bergogliana com o discurso da pobreza: a denegação da própria miséria endinheirada que é essa falsa igreja, a vontade de não ver a própria medonha condição.

Porque de evangélica a famosa opção bergogliana pelos pobres não tem nada: não há "combate à pobreza nos Evangelhos; pelo contrário, a pobreza é um ideal que só chega à sua perfeição na Cruz.
Mas aí estamos nos antípodas do bergoglismo.


Provável sucessora do antipapa propõe tirar todos os símbolos cristãos das igrejas

A bispa bergogliana de Estocolmo com sua marida

Uma das mais fortes candidatas à sucessão de Bergoglio no antipapado vaticano, a bispa lésbica luterana de Estocolmo, Gerd Eva Cecilia Brunne, de que já tratamos aqui, acaba de propor a uma rede de tv estatal sueca que a igreja dos marinheiros de Freeport seja despojada de todos os símbolos cristãos, mas assinale a direção de Meca. Por que isso? Para não ferir a sensibilidade dos visitantes muçulmanos.

Parece piada, mas não é.

O artigo pode ser lido aqui, em italiano, em Corrispondenza Romana.

O grotesco bergoglio-luterano-LGBT não tem fim.

Inversão de sentidos e possessão diabólica

Já denunciamos neste blog (aqui) a aberração doutrinal deste antipapado, que se funda numa citação invertida do Apocalipse: onde Cristo diz que bate para entrar, Bergoglio lê que Ele bate para sair (Ap., 3, 20).
Tão distante está do Evangelho esse pontificado de palhaçada, que para achar justificação bíblica para seus desmandos e heresias precisa citar uma passagem que diz o exato contrário do que é proposto!
Mas a coisa não para por aí. É sabido pelos exorcistas que um dos sinais da possessão demoníaca é a inversão de fórmulas, tanto pelo significante (palavras ditas de trás para frente), como pelo significado (negação e inversão dos ensinamentos de Cristo).
Mais um sinal claro, portanto, da verdadeira origem da "misericórdia" bergogliana.
Oremos a São Miguel Arcanjo.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

A imagem perfeita da igreja bergogliana


Com seu namoradinho, o Mundo.

Um Sínodo de palhaçada

O que vai acontecer no Sinédrio contra a família convocado pelo antipapa?
Nada.
No final, vão lançar um documentinho morno e amorfo, estilo Gaudium et Spes, a meio caminho entre nada e coisa nenhuma.
E, quando os prelados se tiverem dispersado, aí sim, os trabalhos de demolição da Igreja vão recomeçar para valer. Sem oposição e sem riscos, como ficou provado quando Bergoglio negou solenemente, urbi et orbi, um dogma de fide da Igreja, sem que as senhoritas de púrpura soltassem um pio em defesa de verdades que custaram ao Verbo a morte na Cruz para que nos fossem reveladas.
O antipapa tem a faca, o queijo, a mortadela e a geladeira na mão, por que iria enfrentar a oposição de seus subordinados numa batalha que para ele não tem interesse nenhum?
Fora que o antipapa está ciente de que seus títulos ao Pontificado são podres e nulos, e de que isso está ficando cada vez mais óbvio. Se batesse de frente com os prelados a que ainda resta um fio de Fé e vergonha na cara, poderia provocar uma reação que levasse à denúncia de seu herético antipontificado, com desastrosas  consequências para ele e sua gangue.
Além disso, os objetivos do Sinédrio, a destruição do que resta da família cristã, já foram alcançados com o divórcio vapt-vupt dos seus dois Motu Proprio.
Portanto, nesse sinédrio o antipapa vai deixar seus cardinaizinhos brincarem de Sínodo católico e reafirmarem "energicamente" a Doutrina Católica num documento final que, assim que os prelados se dispersarem, será misericordiosa, paterna, válida e licitamente jogado no lixo.

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Malachi Martin denunciou a máfia de Danneels/Bergoglio vinte anos atrás


The Windswept House,  grande roman à clefs  de Malachi Martin, publicado em 1996, há tempos vinha sendo reconhecido como uma obra profética. Nele, o genial jesuíta irlandês denunciava uma gigantesca rede de pedofilia no clero americano, vários anos antes que a tsunami de escândalos submergisse a Igreja dos Estados Unidos.

Depois da revelação da máfia de Saint-Gall - sociedade secreta composta por cardeais cujo objetivo era sabotar o pontificado de Bento XVI e eleger Jorge Bergoglio - em recente biografia do cardeal belga Danneels (aqui), pode-se dizer que a dimensão profética da obra-prima de Malachi Marrtin se vê decuplicada.

Pois o que temos ali é a descrição detalhada de uma camarilha de cardeais satanistas mancomunados com os poderes do mundo para forçar a renúncia do então papa João Paulo II e instaurar uma igreja "dos pobres", pró-aborto e pró-gay. Ou seja, o retrato escarrado da falsa igreja bergogliana.  E o mais estarrecedor é que nessa camarilha aparecem nada menos que quatro dos nomes citados pelos biógrafos de Danneels como membros da máfia de Saint-Gall: os cardeais Martini, Silvestrini, Basil Hume e o próprio Danneels. É o que se pode conferir na lista das chaves dos personagens que pode ser encontrada na web (por exemplo, aqui).

É muita coincidência!

Li o romance há uns 15 anos. É um tijolo de quase 700 páginas. Estive folheando hoje à tarde e parece que não tem jeito: vou ter que reler. É obrigatório para quem quer entender o que está acontecendo no Vaticano.

Como o livro não é fácil de achar, aqui vai um link onde se pode baixar o txt grátis:

https://archive.org/stream/WindsweptHouseAVaticanNovel/WindsweptHouse_djvu.txt

Leitura absolutamente obrigatória.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

A catedral submersa - Claude Debussy



No momento em que a Igreja parece afundar sob os golpes de um antipapa herético e de uma hierarquia, na melhor das hipóteses, omissa e covarde, talvez sirva de consolo a velha Cathédrale engloutie de Debussy, cujos sinos ainda dobram magníficos mesmo sob as águas.
A interpretação impecável é de Svietoslav Richter.



PS: Como o som do primeiro vídeo não é dos melhores, resolvemos incluir também outra gravação da Cathédrale com Richter, de melhor qualidade sonora, embora sem imagens do mestre russo.

domingo, 20 de setembro de 2015

Sermão da Epifania, padre Pasquotto, IBP



Para lavar um pouco a honra da Igreja no Brasil, jogada no esgoto pela atroz aula de pornografia teológica do cardeal Elvis que exibimos há poucos dias, aqui vai um belo sermão do padre Luiz Fernando Pasquotto, do IBP, para a Epifania.

O padre Pasquotto reza todos os domingos a missa no rito antiquior na Igreja de São Paulo Apóstolo, na rua Tobias Barreto, 1320, Belém, São Paulo, SP, às 17:00.

Antipapa inicia a demolição das liturgias orientais

Annibale Bugnini, Grande Arquiteto da missa Novus Ordo

Não contente de emporcalhar até o limite do impossível a liturgia ocidental, nosso querido antipapa pôs mãos à obra para avacalhar também os ritos orientais, que, contra ventos e marés, conseguiam até agora preservar as suas santas tradições.

Para tanto, o rotariano argentino nomeou como presidente da Comissão Especial para a Liturgia das Igrejas Orientais o arcebispo Pietro Marini, discípulo e secretário particular do nefando Annibale Bugnini, grande arquiteto da missa Novus Ordo. Aqui.

Logo, logo, veremos por aí também a Santa liturgia de São João Crisóstomo substituída pelos parabéns a você, as partidas de bingo e as misericordiosas coreografias funk.


sábado, 19 de setembro de 2015

Cardeal bergogliano Ravasi participa de culto pagão



Já não têm mais a mínima vergonha na cara.
O inefável prelado que participa do ritual pagão na maior cara de pau é figurão no antipontificado de Jorge Bergoglio: é presidente do Pontifício Conselho de Cultura.
E mais: isso é o que esse pessoal faz diante das câmeras. Imaginem só o que não rola nos bastidores.
Como se pode ver com clareza hoje, a pedofilia era só a pontinha do iceberg de corrupção que está afundando ante nossos atônitos olhos a velha barca de Pedro.
A vantagem é que o câncer está bem visível, e só mesmo os que absolutamente não o querem ver não o veem.
Salta um bisturi!

Farisaísmo, mais um efeito deletério do bergoglismo


Hoje, depois de cometidas tantas heresias, blasfêmias, irregularidades e baixarias, sabemos com certeza, coram Deo, que Jorge Bergoglio ocupa ilegitimamente a cátedra de Pedro, e é apenas mais um na longa e tediosa lista dos antipapas na história da Igreja.

Porém, mesmo que assim não fosse, a mera integridade moral imporia o repúdio de tal papa pelo fiel católico, ainda que, para discernir a ilegitimidade do pontificado, fosse necessária a estrutura teológico-jurídica da Igreja.

É sabido que toda a tragédia da Cruz se operou historicamente pelo choque entre a pura e infinita integridade de Cristo e a duplicidade e hipocrisia dos fariseus.

Sinal de que no cristianismo, essencialmente, há uma integral repulsa à duplicidade e à falsidade.

Ora, a aceitação do papado de Bergoglio, para o cristão consciente e obediente à Fé, implica a dupla aceitação do farisaísmo: um, o farisaísmo do próprio Berggy, pessoa notoriamente falsa, que diz uma coisa diante de um e outra diante de outro, só para contentar os dois, sem nenhum respeito pela verdade ou pela integridade: a encarnação da caricatura que durante séculos os inimigos da Igreja pintaram do jesuíta; o segundo é o mesmo farisaísmo de tantos conservadores, que passam 99% do tempo descendo a lenha em tudo o que o antipapa faz, mas quando têm de tratar oficialmente com o rotariano argentino, se derretem em mil trejeitos de subserviência àquele que eles mesmos apontam implícita ou explicitamente como inimigo de Cristo e demolidor da Igreja. Um recente exemplo mais claro do que o sol desse tipo de farisaísmo foi a entusiástica recepção dada pela FSSPX à ridícula jogada do antipapa para neutralizar os lefebvrianos poucos dias antes do sinédrio contra a família.

É de amargar.



Cardeal Elvis: Podemos permanecer tranquilamente com nossos pecados



Atenção!
Pornografia teológica explícita. Não aconselhável para menores de 7.000 anos.
Para estômagos fortes!


No vídeo acima, o nosso heliogabálico cardeal Elvis expõe sua visão das mudanças que o antipapa Francisco vem fazendo para destruir paterna, válida, lícita e misericordiosamente a Igreja de Cristo, até agora com amplo sucesso.

Na entrevista, dá gosto de ver o elegante cardeal distribuindo a torto e a direito os seus anátemas contra a Igreja, condenando os eremitas, a vida contemplativa solitária, fazendo piadas sobre o inferno (que notoriamente só existe para os católicos) e definindo alegremente o que será suprimido e o que fica na ex-Igreja Católica, como quem escolhe tomates na barraca da feira.

A cereja do bolo aparece a partir de 1:02:25, como a chave de ouro com que o felliniano prelado encerra a entrevista:

"Assim, podemos tranquilamente permanecer com nossos pecados e estar nas mãos de Deus e ter tranquilidade interior. Isto é muito importante, e se progride muito assim, porque então se entende o que Deus quer."

A Grande Avacalhação chega ao apogeu: Deus quer de nós que permaneçamos tranquilos no pecado.

Consummatum est.

Não há dúvida de que o cardeal Elvis tem o perfeito physique du rôle para ser o arauto de tão trimalciônica doutrina.

Ah, se essa peruquinha falasse! Quanta tranquilidade nos contaria!

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Democracia e/como manipulação


Os devotos esclarecidos da democracia creem-se sábios ao lutarem por separar a vontade popular da manipulação criptocrática das massas.
Não veem que se há alguma coisa que ficou provada nestes últimos 250 anos de manipulação maciça é que tal vontade popular, hipótese infeliz do pelagiano Rousseau, nunca existiu e nunca existirá.
Ou seja, à democracia moderna, tal como a conhecemos há 250 anos, a manipulação é essencial.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Franciscanos bergoglianos ou o campeonato mundial do ridículo





Enquanto prossegue a perseguição aos Franciscanos da Imaculada sob o báculo da peruquinha do cardeal Elvis, os franciscanos bergoglianos seguem invictos na disputa misericordiosa, paterna, válida e lícita do campeonato mundial do ridículo.
Pobre São Francisco. Se tivesse visto isso, era capaz até de ter desistido de seguir em frente no serviço de Cristo.

A hermenêutica invertida de Jorge Bergoglio


Ontem, em entrevista à Renascença portuguesa, o antipapa deu como fundamento bíblico do seu antipontificado a inversão das palavras de Cristo no Apocalipse: onde o Cordeiro dizia querer entrar, Berggy lê que quer sair.

O resto do antipontificado foi só o desenvolvimento metódico dessa hermenêutica: quando Cristo diz sim, Berggy diz não; quando diz não, Berggy diz sim.

domingo, 13 de setembro de 2015

Dizer mais o quê?


Pierre Nicole e a morte


Diante da agressão bergogliana , o primeiro dever do cristão é preservar a própria fé.
Graças a Deus, a Igreja conta com 20 séculos de trabalho incansável de defesa e explicação da mensagem de Cristo.
Particularmente úteis são os escritos de espiritualidade pós-tridentina. Aqui vai uma pérola dentre as milhares que se podem encontrar nos Ensaios de moral do grande jansenista Pierre Nicole, que de bergoglismo sabia muito:

Todos os males do mundo só nos podem levar à morte, e a morte para o Cristão não deve ser algo medonho. É, ao contrário, o começo da alforria e a entrada da felicidade.

(V, 64)

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Capa da Newsweek: Mas esse papa é católico?


Já caiu a ficha até da Newsweek, notoriamente analfabeta em matéria de cristianismo.
Falta cair a ficha de nossos cardeais.
É verdade que muitos deles estão ocupados com coisas muito mais importantes, como o nosso elegante cardeal Braz de Elvis, sempre às voltas com sua hollywoodiana coleção de peruquinhas, que não lhe deixa tempo para mais nada.
Tem também a nova coreografia para o encerramento do Sinédrio contra a família, que promete ser ainda mais elegantérrima do que a da JMJ do Rio.
E agora, então, que o Vaticano entrou de vez na briga com Las Vegas para ver quem destrói mais famílias e casamentos em menos tempo, vai ficar cada vez mais difícil encontrar alguém por lá que ligue para essas bobagens pré-conciliares.
Uma loucura, meninas!

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Vaticano de Bergoglio, melhor que Las Vegas para acabar com o casamento



Com os dois motu proprio do antipapa Francisco, o Vaticano torna-se agora o destino preferencial de todos os casais que quiserem acabar de vez com o próprio casamento de um jeito rápido e barato.
Melhor do que Las Vegas, até ontem o campeão absoluto na matéria.
Pois em Las Vegas, o casal chegava casado e saía horas depois divorciado; isto é, a marca do casamento continuava presente em sua história, indelével. Casamento desfeito, mas que não deixava de ter acontecido.
Agora, não. Recorrendo ao procedimento bergogliano,  muito mais misericordioso, barato e rápido, o casal chega casado ao Vaticano e sai solteiro!
Isso mesmo!
O casamento não só é desfeito, como passa a nunca ter existido!
Melhor impossível!
O mais incrível é que o impagável Berggy, em determinado momento, prevê a possibilidade de que o novo "processo" dê margem a certo "laxismo".
Mas Berggy pensou em tudo e deu logo uma garantia contra o perigo: como a anulação será decretada pelos bispos, o rigor moral está assegurado.
Concordamos plenamente. Aqui no Brasil, pelo menos, a chance de laxismo nos julgamentos episcopais é nula.
Prova disso é a maravilhosa coreografia gay a que o episcopado brasileiro presente na JMJ do Rio se entregou de corpo e alma, com tanto rigor e misericórdia.
Laxismo???
Nunca. Impossível!

Santo Antônio e São Jorge - Hermeto Pascoal



domingo, 6 de setembro de 2015

A Cruz e o marketing


Não o antipapa, que age certamente de má-fé, mas é bem provável a existência de bergoglianos de boa-fé, que julgam que o rotariano argentino tenha em mente o bem da Igreja com suas heresias, blasfêmias e escândalos.
A ideia é que, assim agindo, ele melhore a "imagem" da Igreja.
Ó abismos de ignorância e sem-razão!
Imaginar que a contradição entre o mundo e a Igreja, cuja violência é a Cruz, possa ser resolvida com jogadas de marketing!

sábado, 5 de setembro de 2015

O que Cristo prometeu a Pedro e seus sucessores legítimos?


Aos que creem ainda que Jorge Bergoglio, herege formal e blasfemador contumaz, seja papa legítimo: qual seria, então, o conteúdo da promessa de Cristo a Pedro e seus sucessores, de que as portas do inferno não prevaleceriam, promessa sempre interpretada pela Igreja como proteção contra a heresia e a apostasia?

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

O que é heresia formal?

Segue abaixo a tradução das partes pertinentes do artigo Heresy da Catholic Encyclopaedia, que definem os diversos tipos de heresia. Para que não reste nenhuma dúvida de que Jorge Bergoglio é real e formalmente herege.
Segundo a límpida prosa do artigo, Bergoglio é herege de heresia de primeiro grau (o mais alto) e de heresia formal, pois consciente, deliberada e pertinaz.
Escusado é dizer que a forma hipócrita e dissimulada como foi declarada, via jornal, e a suposta autoridade de quem a propôs (a gravidade da heresia é diretamente proporcional à autoridade de que goza quem a formula) tornam ainda maior a malícia da heresia bergogliana.

Eis o texto:


Conotação e definição
A palavra heresia conota, etimologicamente, tanto a escolha quanto a coisa escolhida, sendo o significado, porém, limitado à escolha de doutrinas religiosas ou políticas, à adesão a partidos na Igreja ou no Estado.
Josefo aplica o nome (airesis) a três seitas religiosas existentes na Judeia desde o período macabeu: os saduceus, os fariseus e os essênios (Bel. Jud., II, viii, 1; Ant., XIII, v, 9). São Paulo é descrito pelo governador romano Félix como o líder da heresia (aireseos) dos nazarenos (Atos 24, 5); os judeus de Roma dizem ao mesmo Apóstolo: "Acerca dessa seita [airesoeos], sabemos que ela encontra oposição em toda parte" ( Atos 28, 22)). São Justino (Diálogo com Trifônio, 18) usa airesis no mesmo sentido.  São Pedro (II, ii, 1) aplica o termo às seitas cristãs: "Haverá entre vós mestres da mentira que levarão a seitas de perdição [aireseis apoleias]". No grego posterior, as escolas filosóficas e as seitas religiosas são “heresias”.
Santo Tomás (II-II:11:1) assim define a heresia: "uma espécie de infidelidade em homens que, tendo professado a fé de Cristo, corrompem seus dogmas". "A fé cristã correta consiste em dar o próprio assentimento voluntário a Cristo em tudo o que verdadeiramente pertence ao Seu ensinamento. Há, pois, duas maneiras de desviar-se do Cristianismo: uma pela recusa de crer no próprio Cristo, que é o caminho da infidelidade comum aos pagãos e aos judeus; a outra, pela limitação da crença a certos pontos da doutrina de Cristo selecionados e moldados à vontade, que é o caminho dos hereges. A matéria, pois, tanto da fé quanto da heresia é o depósito da fé, isto é, a soma total das verdades reveladas na escritura  e na Tradição tais como propostas à nossa crença pela Igreja. O crente aceita o depósito tal como proposto pela Igreja; o herege aceita só aquelas partes que recebem a sua aprovação. Os motivos do herege podem ser a ignorância da verdadeira crença, juízo errôneo, apreensão e compreensão errôneas  dos dogmas: em nenhum deles a vontade desempenha um papel relevante, portanto falta uma das condições necessárias da pecaminosidade – o livre-arbítrio – e tal heresia é meramente objetiva ou material. Por outro lado, a vontade pode inclinar livremente o intelecto a aderir a teses declaradas falsas pela Divina atividade magistral da Igreja. Os motivos que levam a isso são muitos: orgulho intelectual ou confiança exagerada na própria intuição; as ilusões do zelo religioso; os fascínios do poder político ou eclesiástico; os vínculos de interesses materiais e status pessoal; e, talvez, outros mais desonrosos. A heresia assim desejada é imputável ao sujeito e traz consigo vários graus de culpa; ela é chamada formal, porque ao erro material se soma o elemento informativo do “livremente desejado”.
É necessária a pertinácia, isto é, a adesão obstinada a uma tese particular para tornar formal a heresia. Pois enquanto a pessoa permanece disposta a submeter-se à decisão da Igreja, ela continua sendo um cristão católico de coração, e suas crenças errôneas são apenas erros passageiros e opiniões efêmeras. Levando-se em consideração que o intelecto humano pode dar seu assentimento apenas à verdade, real ou aparente, a pertinácia deliberada — enquanto distinta da oposição gratuita — supõe uma firme convicção subjetiva que seja suficiente para informar a consciência e criar “boa fé”. Tais convicções resultam ou de circunstâncias sobre as quais o herege não tem controle ou de delinquências intelectuais, em si mesmas mais ou menos voluntárias ou imputáveis. Um homem nascido e criado em ambientes heréticos pode viver e morrer sem sequer duvidar da verdade do seu credo. Por outro lado, um católico de nascença pode deixar-se perder nos meandros do pensamento anticatólico, dos quais nenhuma autoridade doutrinal pode resgatá-lo, e onde sua mente se vê imbuída de convicções ou considerações suficientemente poderosas para subjugar sua consciência católica. Não cabe ao homem, mas Àquele que escruta a mente e o coração julgar a culpa que afeta uma consciência herética.
Graus de heresia

Tanto a matéria como a forma da heresia admitem graus que encontram expressão nas seguintes fórmulas técnicas de teologia e de direito canônico. A adesão pertinaz a uma doutrina que contradiga um ponto de fé claramente definido pela Igreja é heresia pura e simples, heresia em primeiro grau. Mas se a doutrina em questão não tiver sido expressamente “definida” ou não tiver sido claramente proposta num artigo de fé no ensinamento ordinário e autorizado da Igreja, uma opinião oposta a ela é chamada de sententia haeresi proxima, ou seja, opinião próxima da heresia. Em seguida, uma proposição doutrinal, sem contradizer diretamente um dogma definido, pode ainda envolver consequências lógicas contrárias à verdade revelada. Tal sentença não é herética, é uma propositio theologice erronea, isto é, errônea na teologia. Ademais, a oposição a um artigo de fé pode não ser estritamente demonstrável, mas só alcançar certo grau de probabilidade. Neste caso, a doutrina é chamada sententia de haeresi suspecta, haeresim sapiens; isto é, uma opinião suspeita de, ou que sabe a heresia.

O verdadeiro Evangelium gaudium

Evangelium Gaudium poderia ser um nome fantástico para uma encíclica ainda mais fantástica.
Pois o que é o Evangelho senão um convite divino para a maior das festas, uma festa infinita e perfeita que dura por a toda a Eternidade?
Mas é justamente dessa festa que a encíclica antipapal não fala. A Festa infinita é a coroação do Primeiro Mandamento, abolido pela Grande Avacalhação em nome do segundo. O gaudium bergogliano é a falsa alegria horizontal do bom-mocismo do hospital de campanha.
Estamos nos antípodas da verdadeira Festa.

Acordo Bergoglio-Écône: toma lá, dá cá

Às vésperas da abertura do Sinédrio contra a família, onde alguns prenunciavam haveria um confronto entre as forças da Tradição e da Fé contra a Grande Avacalhação pós-conciliar, o antipapa oferece um presente aos supostos seguidores de Dom Lefebvre.

- Eu reconheço que vocês são católicos, e, em troca, vocês dizem que eu sou papa.

Ciente da fragilidade canônica de seu pontificado, Berggy propôs implicitamente esse trato aos lefebvrianos.

Com seu notório ponto cego, que os impede de distinguir a abissal diferença entre os maus papas pós-conciliares e o antipapa, aberta, grosseira e formalmente herético, os pupilos de Dom Fellay engoliram em cheio a isca.

E nasceu o bergolefebvrismo, forma extrema da teratologia pós-conciliar.

Não há de viver muito. A contradição entre as duas partes desse monstruoso híbrido é total, e a Fé viva que pulsa na maioria dos membros da Fraternidade há de matá-lo.

Que seja em breve.

Mas enquanto isso não acontece, o desgaste da Fraternidade é inevitável. Que valor pode ter a defesa da Tradição por quem se prosterna alegremente diante de um herege público e notório? Nenhum, é claro.
Enquanto fingir desconhecer a nulidade do antipontificado bergogliano, o papel da Fraternidade na defesa da fé da Igreja continuará marcado pelo selo da irrelevância.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Nasce o bergolefebvrismo. Que tenha vida breve.

O objetivo do antipapa com o barato e "paternal" presente de grego da validez e liceidade das confissões durante o "Ano da Misericórdia" é evidente: poucas semanas antes do Sinédrio convocado exclusivamente para destruir o pouco que ainda resta da família cristã pela deturpação da vontade expressa do Verbo divino, dividir a Tradição para imperar, neutralizando-a.

Plano tosco e pueril, com a marca da limitação intelectual e espiritual do leão de chácara rotariano, mas, infelizmente, bastante efetivo. Os pupilos de Dom Fellay morderam a isca em cheio, como provam as grotescas palavras de louvor a Berggy do superior da FSSPX na Itália em entrevista a Il Tempo (aqui).

O dia 1º de setembro de 2015 marcará, portanto, o nascimento de mais um monstrinho na longa galeria da teratologia pós-conciliar: o bergolefebvrismo. Um híbrido de antimodernismo à outrance e do mais avacalhado, grosseiro e pernóstico ultramodernismo. Cabeça de anjo e corpo de porco, ou vice-versa. O bebê de Rosemary do pós-concílio.

Esperemos que tenha vida breve e que o glorioso espírito de Dom Marcel Lefebvre  não permita que o a defesa da Tradição degenere por muito tempo em vil traição na instituição que criou com fé heroica.

E se Berggy quer calar a Tradição com seus presentinhos de grego, este blog continua, com seus parcos recursos, temente a Deus mas sem nada temer ante os homens, a denunciar com todas as forças, aos quatro ventos, a falsidade integral desse pontificado de mentira e heresia.

Fora Bergoglio!

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

FSSPX: foto de Berggy, sim, mas com a camiseta de que time?


Com a recente lua de mel entre Écône e o antipapa rotariano, novos problemas surgem para os valentes pupilos de Dom Fellay, agora válidos, lícitos e misericordiosos enfermeiros do hospital de campanha bergogliano.
Um deles, e não o de menor monta, refere-se à foto de Berggy que deve adornar as sacristias de todas as filiais lefebvrianas da  seita ultramodernista: com a camiseta de que time?
Já estou vendo as brigas, discussões e bate-bocas entre os partidários do Coringão, do Verdão, do Boca, da Juve...
Esperemos que daí não nasçam novos cismas, porém.

Só rindo para não chorar dessa vergonha, mesmo...
Ver os puristas e puritanos lefebvrianos jurando fidelidade e obediência ao mais avacalhado e grosseiro dos ultramodernistas é de um grotesco tamanho que sinceramente não me lembro de ter visto outro igual.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Acordo Fellay-Bergoglio: Tradição ou traição?

Dia negro para a Tradição católica.
Comunicado de Dom Fellay leva às nuvens o antipapa rotariano, depois que este declarou válidas as confissões feitas a sacerdotes lefebvrianos durante o seu ano da "misericórdia".
Com isso decerto  Bergoglio quer comprar a neutralidade dos lefebvrianos, enquanto continua a destruir alegremente a Igreja de Cristo com blasfêmias, heresias e escândalos diários, ante o ensurdecedor silêncio de Écône.
Um desastre para a Fraternidade, que certamente há de pagar um preço altíssimo por isso.
E, no fundo, um desastre para toda a Igreja.
Mais um.

Kyrie eleison, Christe eleison, Kyrie eleison.

Prossegue a tragicomédia Bergoglio & FSSPX


Em mais uma cena da tragicomédia das relações entre o antipapa rotariano e a FSSPX, comunica o Vatican Insider que, em sua infinita misericórdia, Jorge Bergoglio determinou sejam válidas, durante o Ano da Misericórdia, as confissões dos fiéis aos sacerdotes da Fraternidade lefebvriana.

Sem comentários.

Seria de morrer de rir se não envolvesse, aos olhos de tantos, a figura do vigário de Cristo na terra, num escândalo de proporções infinitas.