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segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Um espírito que provoca ansiedade: a eleição de Bergoglio



Mais um importante artigo de Antonio Socci sobre as estranhíssimas circunstâncias que envolveram a eleição de Jorge Bergoglio à cátedra de Pedro (aqui).

Entre outras coisas, a descrição  dos sentimentos do mufti de Roma depois da eleição, feita pelo próprio:

Declarou Bergoglio: "quando o Conclave me elegeu Papa, antes de aceitar pedi para me retirar por alguns minutos na sala ao lado da do balcão que dá para a praça. A minha cabeça estava completamente vazia e me havia invadido uma grande ansiedade. Para fazê-la passar e relaxar, fechei os olhos e todos os pensamentos desapareceram, mesmo o de recusar o cargo, o que, aliás, o procedimento litúrgico permite. Fechei os olhos e não senti mais nenhuma ansiedade ou emotividade.
Até que, prosseguiu Bergoglio, "me levantei de repente e me dirigi à sala onde me aguardavam os cardeais e a mesa sobre a qual estava o ato de aceitação. Eu o assinei, o cardeal Camerlengo também e em seguida, no terraço, houve o Habemus Papam.

Cabeça vazia, grande ansiedade... estranhas reações para quem acaba de ser sagrado pelo Espírito Santo... Os tratados de espiritualidade garantem que a chegada do Espírito Santo é sempre acompanhada de paz e serenidade...

Das duas uma: ou Bergoglio é o maior santo da história, deixando longe para trás São Paulo, Santo Agostinho, São Gregório, Santo Ambrósio, São Francisco, Santo Tomás e demais santos reacionários, neopelagianos e criptolefebvrianos, ou é um picareta de proporções apocalípticas.

Não chega a ser um dilema. Tenho certeza de que, com um pouco de reflexão, até os fãs do Edir Macedo conseguem achar a resposta.

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