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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Mais uma prova da invalidez da eleição de Bergoglio (como se ainda preciso fosse)


O blog From Rome publicou alguns dias atrás matéria com teor explosivo de alguns megatons acerca da invalidade da eleição do mufti de Roma, Jorge Bergoglio, à cátedra de Pedro: Ivereigh + UDG 81 = um problema radical para o papa (aqui).

Resumindo, o problema é o seguinte. Foi recentemente publicado pelo dr. Austen Ivereigh um livro, The Great Reformer: Francis and the Making of a Radical Pope [O Grande Reformador: Francisco e a criação de um papa radical]. Ivereigh foi secretário particular do cardeal Murphy-O'Connor e era o responsável pela comunicação do cardeal com seus contatos no mundo inteiro. Note-se que o livro é amplamente favorável ao mufti portenho.

Pois o dr. Ivereigh relata em seu livro as manobras dirigidas pelo cardeal britânico e mais uma quadrilha de purpurados, por ele chamada de Team Bergoglio, para a eleição desse mesmo Bergoglio nos dias anteriores ao Conclave, que incluiriam até mesmo a aceitação prévia das mesmas pelo cardeal argentino.

Ora, esse tipo de treta antes do conclave é punida com a excomunhão dos que dela participem, pela Constituição Apóstolica Universi Dominici Gregis, que rege a eleição papal, em seu artigo 81:

81. Abstenham-se os Cardeais eleitores de todos os pactos, promessas e quaisquer outros compromissos, pelos quais possam ser obrigados a dar ou recusar o sufrágio a alguém ou a alguns. Declaramos nulos e inválidos todos os atos desse tipo, mesmo em caso de perjúrio, e ninguém deve sentir-se vinculado a qualquer obrigação de observância; condenamos outrossim à pena de excomunhão latae sententiae aqueles que agirem contra esta proibição. Porém, não entendemos lhes seja proibido comunicarem-se entre si acerca da eleição, durante o período de sede vacante.

Por esse cânone, os bispos que tramaram a eleição de Bergoglio estavam excomungados quando se abriu o Conclave, e, portanto, não poderiam dele participar. 

Ora, o cânone 171, parágrafo 2 do CDC afirma explicitamente a invalidez de eleições em que o número de votos necessários só foi alcançado contando-se os daqueles que estavam excomungados durante a eleição.

CQD

Como se ainda fosse preciso tudo isso para afirmar o óbvio: que Jorge Bergoglio não é o chefe da Igreja Católica.

Está cada vez mais claro que Bergoglio e seus cupinchas, aproveitando-se (no mínimo) do bombardeio mediático/financeiro contra o Papa Bento XVI, forçaram a sua renúncia e armaram um Conclave segundo seus sonhos para tomarem o poder no Vaticano.

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