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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Bergoglio, mufti de Roma, expulsa de Santa Marta um padre de batina



Post arrasador de Antonio Margheriti Mastino a respeito de Jorge Bergoglio, mufti de Roma, também conhecido como Maomé II.

Em meio às ruínas do bombardeio mastiniano, destaco dois pontos. Um, a história do padre de batina que almoçava no restaurante do motel Santa Marta, residência oficial do mufti argentino:

Terá sido no fim de outubro. Meio dia. Corte dos milagres e feira das vaidades de Santa Marta. O papa Francisco, ótimo garfo, entra no restaurante com seu cortejo de arrivistas clericais, meio apóstatas para melhor subir na vida sem o fardo da fé nas costas. Avança tumultuoso e imperioso. De repente, diminui o passo. E olha para a figura minguada de um pobre padre, de batina, que, sentado a uma mesa, faz a sua refeição. Escaneia-o com seu olhar gelado, que quem lhe é próximo, mas não seu íntimo, bem conhece, quando as câmeras são desligadas, e de sopetão, enquanto continua caminhando, se volta para um de seus pretorianos e ordena: "Não gosto daquele padre. Não quero vê-lo mais aqui!" Calígula. Que não tendo desta vez um cavalo para dar o título de cônsul, contenta-se com tirar de um padrezinho o seu prato de comida. O mais curioso, ou melhor, triste, é que não sabia sequer quem fosse aquele pobre padre ali de batina - num ambiente em que até o papa anda à paisana, segundo dizem - que comia o seu prato de macarrão. Certamente era um santo. Algo no estômago de Bergoglio se revirou. O que está acontecendo? Porque essas coisas, aqui em Santa Marta, com bispos ou padres, acontecem todos os dias: sei de bispos que saíram aos prantos da suíte imperial. E não por emoção.

O outro, que termina o artigo, abre certa esperança aos que persistem teimosos na fé católica nestes dias de trevas absolutas:

É hora de a Cúria começar a fazer o trabalho que mais sabe fazer: neutralizar. Melhor prevenir que remediar. Aliás, a invisibilidade do Secretário de Estado, Parolin, é eloquente acerca de qual seja o insinuante e crescente sentimento naqueles salões semiabandonados. Enquanto isso, um rei (*) da Cúria, uma velha raposa de um cardeal, outrora grande eleitor de Bergoglio, conversando com o cardeal Ruini, deixou escapar, sem especificar: "de fato, houve trapalhadas no conclave"... Quem quiser entender, entenda.

(*) Re, em italiano; provável referência ao cardeal Giovanni Battista Re, um dos mais influentes purpurados italianos.

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