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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Bergoglio já foi afastado por loucura e desobediência


É o que conta Sandro Magister em seu blog (aqui).

Em livro recém-publicado na Argentina por Javier Cámara e Sebastián Pfaffen, Aquel Francisco, é contada a história dos dois mais obscuros anos da vida do mufti de Roma, 1992 e 1993.
Depois de ter sido Provincial dos jesuítas na Argentina, Bergoglio foi afastado do cargo e mandado para a cidade interiorana de Córdoba. Ele havia se desentendido com dois dos seus sucessores e também com o Geral dos jesuítas em Roma.

A explicação que corria entre os jesuítas para o seu "exílio" em Córdoba era simples: Berggy estava louco.

O que não chega a surpreender os que acompanham a triste sequência de vexames e despautérios que ele acumula como governante do Vaticano.
Outra explicação aventada no livro seria a de que, mesmo já longe do poder, Bergoglio insistia em dar as cartas, conduzindo uma espécie de governo paralelo na Companhia de Jesus.

Provavelmente as duas explicações estão certas. Bergoglio sempre me passou  ao mesmo tempo uma sensação de desequilíbrio mental e de obsessão pelo poder.

O resultado todos podem ver.

Coitados de nós.

Seria interessante saber a opinião de um canonista sobre o que se pode fazer em caso de papa ensandecido. Só por curiosidade.

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