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segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Bergoglio difama os cardeais defensores da doutrina


Interessante artigo de Benoît et moi,  À la limite de la diffamation, acerca de uma entrevista dada pelo vaticanista francês Nicolas Diat a Le Journal du Dimanche, órgão da mídia bilderbergogliana, sobre a bronca dada por Berggy aos cardeais da Cúria romana.

Nela, afirma Diat que a histórica descompostura está no limite da difamação.

Não acho. Na verdade, ela ultrapassou em muito esse limite.

Senão, vejamos a doença número 8, esquizofrenia existencial, segundo Jorge Bergoglio:

8. A doença da esquizofrenia existencial. É a enfermidade dos que vivem uma vida dupla, fruto da hipocrisia típica do medíocre e do progressivo vazio espiritual que doutorados e títulos acadêmicos não podem preencher. Uma doença que atinge amiúde os que, abandonando o serviço pastoral, se limitam aos trabalhos burocráticos, perdendo, assim, o contato com a realidade, com as pessoas concretas. Criam assim um mundo paralelo só delas, de onde retiram tudo o que ensinam severamente aos outros, e começam a viver uma vida oculta e muitas vezes dissoluta.

Se considerarmos que o universo dos cardeais é bastante limitado; que dentre eles os que se retiraram do serviço pastoral são ainda menos numerosos; e que, nesse subgrupo, os que têm carreira acadêmica brilhante e opiniões rígidas são meia dúzia de gatos pingados, vemos que as pesadas acusações apontam para um número muito restrito de pessoas, e equivalem quase a uma acusação pública pessoal.

Curiosamente, no seleto grupo dos suspeitos, estão dois dos maiores opositores da Grande Avacalhação proposta por Bergoglio no sinédrio contra a família: o cardeal Burke e o cardeal Muller.

Diz que levam uma vida dissoluta. Assim mesmo, na cara dura, sem nenhuma prova.

Isso não é só difamação. É terrorismo.





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