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domingo, 30 de novembro de 2014

Bergoglio adora Alá em mesquita turca: apostasia pública


Bergoglio em oração de adoração a Alá na Mesquita  Azul de Istambul, ontem, voltado para Meca: "não devemos só louvar e glorificar a Deus, mas também adorá-lo. Esta é a primeira coisa."


De quebra, prosternou-se diante do patriarca ortodoxo Bartolomeu, na mesma cidade, pedindo-lhe a bênção.

Diz o autor da Carta aos Hebreus, comentando o encontro entre Abraão e Melquisedeque, em que o segundo abençoa o primeiro: "sem dúvida, é o inferior que é abençoado pelo superior" (7,7).

Ele quer passar a imagem da humildade cristã, mas na verdade são atos de infinita soberba, um tapa na cara de todos os papas e de todos os santos dos últimos mil anos da Igreja Católica, sob a inspiração do Espírito Santo.

Além, é claro, de ser tudo absolutamente falso. Bergoglio, modernista exacerbado que é, jamais pensaria em pedir a bênção a um tradicionalíssimo patriarca ortodoxo se não estivesse rodeado de câmeras.

Vale tudo quando se trata de aparecer e de avacalhar a Igreja Católica.

Espero que não mostrem a Asia Bibi essas fotos.

PS: É preciso reconhecer, à luz de Hebreus 7,7, que há uma profunda verdade no gesto bergogliano de prosternar-se diante de Bartolomeu. Pois é fato que o patriarca ortodoxo goza de enorme superioridade moral sobre o mufti de Roma. O problema é o escândalo das massas bestializadas pela mídia, que ainda veem no decadente argentino o sucessor de Pedro. Mas, no atual tsunami de escândalos vaticanos, há de se reconhecer que um a mais, um a menos não muda muita coisa.

Kyrie eleison, Christe eleison, Kyrie eleison.

sábado, 29 de novembro de 2014

A fortuna de William Bouguereau


Enquanto tanta porcaria faz sucesso com a grife de "arte de vanguarda", embora cada vez menos,  é ignorado um talento ululante como o de William Bougureau, autor da esplendorosa tela acima, um dos conjuntos mais harmoniosos que conheço.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

De Bonald e a liberdade


Ao se tornar mais virtuoso e ao conformar mais a sua vontade à vontade divina, o homem ganha em liberdade o que perde da faculdade de escolher o mal, assim como, ao se tornar mau, perde liberdade, uma vez que perde a faculdade de escolher o bem.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Berggy e a comunicação transversal da empatia geracional


Bergoglio caprichou em Estrasburgo ontem. Diante dos Mestres, não quis fazer feio e se aventurou a pérolas de clareza e inteligência como esta:

"Tomar os caminhos de comunicação transversal comporta não só uma empatia geracional como também uma metodologia histórica de crescimento."

Confesso que, um pouco desnorteado, pedi explicações a meu amigo Hegelzinho da Mangueira, o maior filósofo idealista alemão do Vale do Anhangabaú. E ele, mui gentilmente, me trocou em miúdos as palavras do velho e sábio Berggy:

- Na determinação da determinabilidade em sua diferença (identidade) com a determinidade ontológica da Libertação qua liberdade na historicidade se manifesta a ocultação da essência do ser mesmo da diferença. Eis a mesmidade em seu esplendor transversal e agudo, no esquecimento da identidade primordial dessa mesma representação determinada e determinante.

- Ah bom.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Como depor um papa herético



Erudito artigo em The Remnant (aqui) sobre o problema da deposição de um papa herético, segundo a grande teologia católica de São Roberto Bellarmino, João de Santo Tomás, Ballerini, Caietano etc.

Ainda que não seja este exatamente o caso de Jorge Bergoglio, que, embora herético, simplesmente não é papa, pela invalidade tanto da renúncia de Bento XVI (o papa reinante, mas não em exercício), como de sua eleição, o problema é  tratado com competência por Robert J. Siscoe e merece ser estudado com atenção, pela proximidade em relação à situação atual.

De facto e de jure, hoje a heresia bergogliana não é a causa de sua incapacidade ao sumo pontificado, mas simplesmente mais um sinal de que sua eleição jamais ocorreu.




quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Bergoglio ridiculariza a Fé católica: manicômio de teólogos



Conteúdo altamente nauseante e vomitivo. Recomendamos vivamente que se providencie um saquinho plástico antes de assistir.

Fica a pergunta aos neoconservadores que defendem a validade da eleição de Bergoglio: como pode o chefe dos  católicos não ser católico?

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Profecia do cardeal Francis George sobre o futuro glorioso da Igreja

O cardeal George com o Papa

Espero morrer em minha cama. Meu sucessor morrerá na prisão, e o sucessor dele morrerá mártir em praça pública. Seu sucessor vai juntar os destroços de uma sociedade em ruínas, para aos poucos ajudá-la a reconstruir a civilização, como a Igreja tem feito tantas vezes ao longo da história.

Eis o glorioso futuro da Igreja, nas palavras do cardeal Francis George, de Chicago. O purpurado, que sofre de câncer, foi recentemente aposentado por Jorge Bergoglio e substituído por um obscuro amigo do cardeal Maradiaga.

Em recente entrevista, perguntado sobre o que achava do antipapa Francisco, respondeu o cardeal:

"Gostaria de me sentar em frente a ele e dizer: Santo Padre, obrigado por consentir na minha aposentadoria. Posso fazer-lhe algumas perguntas sobre as suas intenções?"

Vale notar que a profecia do cardeal foi feita antes da nomeação do seu sucessor bergogliano, que tem chances muito remotas de morrer na cadeia, como mártir em praça pública e muito menos como reconstrutor da civilização. A glória máxima a que pode aspirar é um cargo no júri de algum programa de calouros,

domingo, 16 de novembro de 2014

Profecia de Garabandal próxima de se cumprir


Com a invalidade canônica da renúncia de Bento XVI ao papado (por não livre) e, portanto, da eleição de Bergoglio à cátedra de Pedro, está prestes a se cumprir uma das espantosas predições da Virgem de Garabandal às quatro garotinhas espanholas: a de que Bento XVI será o último papa.

Pelo andar da carruagem e pelo absurdo silêncio que se seguiu à publicação do livro de Antonio Socci, parece mais do que claro que os purpurados a que Cristo confiou a defesa da Igreja até a efusão de sangue - e por isso se vestem de vermelho - não estão dispostos a largar a vida boa e encarar de frente o problema da ocupação da sede de Pedro por um estranho.

Isso, somado ao fato de que o papa Ratzinger, por mais forte e saudável  que ainda se mostre - apesar do que alegou na renúncia -, não promete, pela idade, ter vida longa pela frente, nos coloca diante da iminência do fim da sucessão apostólica que leva de Pedro a Bento XVI. Nada mais, nada menos.

Podem começar a se preocupar os que ironizaram as profecias depois da falsa eleição de Bergoglio.

sábado, 15 de novembro de 2014

Bergoglio e a operação de descristianização da América Latina


Vivemos na América Latina a maior operação de descristianização da história mundial, comparável apenas à levada adiante pelos seguidores de Maomé no Oriente Médio e no Norte da África há mais de um milênio.

E chega um bispo latino-americano ao governo da Igreja, embora ilegitimamente, e não diz sequer uma palavra sobre o assunto.  Pelo contrário, tira fotos de joelhos diante de pastores pentecostais, vetores principais da operação de conversão em massa da população latino-americana ao culto de Mâmon.

Com chefes como esse, quem precisa de inimigos?

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

O céu não tem graça


No banco, à tarde, dois caixas conversam, entre risos:

- Jéssica, você não vai para o céu.

- Nem quero. Não tem graça.

Uma das mais abismais enormidades jamais pronunciadas desde o Fiat criador, capaz de estremecer o próprio Empíreo.

Estado terminal


O silêncio do Vaticano e da hierarquia em geral acerca das gravíssimas questões levantadas por Antonio Socci em seu livro Non è Francesco é ainda mais grave que essas mesmas questões.

É como se, durante um assalto a banco, um dos funcionários conseguisse burlar a atenção dos assaltantes e telefonar à central de polícia:

- Socorro! Está acontecendo um assalto aqui na agência!
-Assalto? E eu com isso?

O que dizer de uma instituição assim?

sábado, 8 de novembro de 2014

Enjoo generalizado na tripulação da nau de Pedro


Disse recentemente o cardeal Burke que boa parte da tripulação da barca de Pedro anda enjoada pelo balanço das ondas, chegando a suspeitar seriamente de que não haja ninguém ao leme.

Levando em conta a advertência daquele que o papa Bento XVI chamou há pouco de grande cardeal, desaconselhamos vivamente aos estômagos fracos a leitura da homilia que o velho Berggy pronunciou dias atrás em Santa Marta sobre os cristãos mundanos (aqui). E mesmo aos felizardos que dispõem de um estômago heroico, recomendamos que  providenciem alguns pares de saquinhos de papel, daqueles distribuídos nos aviões, antes de se aventurarem em tão perigosa leitura.

No sermão, Berggy, o Deprimente, fustiga duramente os cristãos pagãos, que procuram jogar água na doutrina da Igreja, entregues às vaidades e exigências do mundo. Ou seja, um excelente autorretrato do autoproclamado bispo de Roma cercado de seus mais íntimos amiguinhos.

Como cereja do bolo, Berggy recomenda aos cristãos serem "firmes no Senhor e no exemplo da Cruz de Cristo, com humildade, pobreza, docilidade, serviço aos outros, adoração e oração."

Qualquer semelhança com o programa dos Franciscanos da Imaculada, destroçados pelas elegantes perucas de Dom Braz de Elvis a pedido  do próprio Deprimente, é mera coincidência.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Bergoglio quer mudanças irreversíveis na Igreja


Informa o blog The Wanderer que um padre dos círculos mais íntimos de Jorge Bergoglio, o Deprimente, teria dito numa festinha de idosos berggyboys argentinos e chilenos:

A última coisa que ele me falou antes de vir é que eu reze para que ele possa fazer mudanças profundas e definitivas na Igreja, de modo que não se possa nunca mais voltar atrás.

O que nos consola é que a igreja bergogliana é uma nonagenária de minissaia, cheia de tatuagens, sem fé, sem doutrina, sem vocações, sem moral e sem Deus, que logo logo vai bater as botas e ser alugada definitivamente à Porsche.

sábado, 1 de novembro de 2014

São João Batista descanonizado



Hilariante texto do padre português Gonçalo Portocarrero de Almada, publicado originalmente no site Observador (aqui).

Graças à grande trapalhada informática com o Citius, veio ter ao meu computador, procedente do Supremo Tribunal de Justiça do Céu, uma cópia da acção de descanonização de São João Baptista, intentada por alguns católicos, que se fizeram representar pelo seu advogado. Alega o causídico que o dito João, filho de Zacarias e de Isabel, foi precipitadamente elevado às honras dos altares e que, à luz da misericórdia pastoral, recentemente descoberta pelos referidos fiéis, é muito duvidosa a sua santidade.
A verdade é que a dita mãe do referido João, Isabel, era prima de Maria e, portanto, o filho desta, Jesus, era parente próximo do Baptista, o que indicia favorecimento na sua canonização, cujo processo, por sinal, não consta nos arquivos da congregação para as causas dos santos. Também se teme que o alegado santo tenha sido ilicitamente beneficiado pelo facto de dois dos seus discípulos, André e João, terem depois seguido Cristo (tráfico de influências?). Por outro lado, não se conhece nenhum milagre, comprovado científica e canonicamente, que seja devido à sua intercessão. Acresce o facto de viver nas dunas, de se cobrir com peles de animais (quiçá de espécies protegidas), comer gafanhotos (que, desde as pragas do Egipto, estão em vias extinção) e de se alimentar de mel silvestre (produto não autorizado pela ASAE), o que indicia comportamentos anti-ecológicos e, em consequência, dignos de grave censura social e eclesial.
Contudo, a principal queixa contra o dito Baptista prende-se com a sua ausência de sentido pastoral e a sua falta de misericórdia para com o rei Herodes Antipas, a quem, publicamente, acusou de viver em adultério com a sua sobrinha, Herodíade, mulher de seu irmão Filipe e mãe de Salomé. Ainda que os autos provem ser verdadeira essa convivência marital, é absolutamente lamentável que, em vez de acolher misericordiosamente o simpático governante, João o tenha condenado eticamente, incorrendo assim na santa ira de Herodíade. Ora, numa perspectiva mais inclusiva e gradual, não só se deveria ter abstido de tais pronunciamentos moralistas, como deveria ter participado misericordiosamente no banquete natalício de Herodes Antipas, segundo a famosa tese que afirma que nenhum convidado para uma ceia pode ser legitimamente impedido de nela comer.
Embora os exegetas discutam se este princípio teológico-gastronómico, muito em voga em certos jornais, já constava nas tábuas da Lei, dadas por Deus a Moisés, ou se decorre de algum sermão de Santo Agostinho, ou ainda se se encontra na Suma Teológica, ninguém duvida de que é de fé divina e católica.
Por outro lado, a união de Herodes com a cunhada era, indiscutivelmente, uma relação amorosa e, sendo a caridade a principal virtude cristã, deve prevalecer a atitude pastoral de valorizar esse amor, tendo também em conta o bem da jovem e bela Salomé, que de tão amorosa mãe e do seu extremoso consorte recebia, como bailarina, uma esmerada educação artística, que deve ser também estimulada.
Por último, a forma rude como o dito João tinha por costume dirigir-se às autoridades eclesiásticas, como os fariseus e os doutores da lei, não condiz com o estilo pastoral pós-conciliar, o qual, em vez de apelar à conversão, ou julgar, proibir ou condenar actos objectivamente contrários à doutrina cristã, acolhe, abençoa e louva todas as atitudes de quaisquer seres humanos.
Por tudo isto e o mais que fica por dizer, entendem os queixosos que a sentença não pode ser outra senão a da descanonização de João Baptista, correndo a cargo do demandado as custas processuais, sem hipótese de recurso nem apelo, excepto em sede de juízo final.
À margem, lê-se ainda nos autos: aconselha-se vivamente que seja também revisto o processo de um tal Tomás More, que se opôs ao divórcio de Henrique VIII e foi, por esse motivo, executado, sendo portanto igualmente suspeito de atitudes contrárias à misericórdia cristã. Recomenda-se ainda a abertura dos processos de canonização de Herodes Antipas, de Salomé e de Herodíade, padroeiros do amor livre, bem como de Henrique VIII, vítima do fundamentalismo católico. Assinado: o advogado do diabo, bastante procurador e representante dos referidos católicos*.
*Aviso à navegação: com este texto irónico não se pretende negar a prática da misericórdia em relação a todos os homens e, por maioria de razão, a todos os fiéis cristãos, quaisquer que sejam as suas circunstâncias pessoais e familiares, mas apenas recordar que a caridade pressupõe a justiça e que não há pior injustiça do que a de tratar todos por igual. O acolhimento misericordioso que a todos os cristãos, sem excepção, deve ser dispensado, não pode ser feito à custa da verdade moral objectiva, nem do propósito de conversão, que a Igreja a todos convida, como requisito necessário para a salvação.

Não é Francisco, mesmo! Antonio Socci demonstra a invalidade da eleição de Bergoglio

Bergoglio e o sinistro interventor 
dos Franciscanos da Imaculada

Acabo de ler o livro de Antonio Socci, Non è Francesco.

Argumentação arrasadora contra a validade da eleição de Bergoglio. Não deixa pedra sobre pedra.

Alguns dos posts que coloquei  aqui no blog se baseavam em posts de outros sites publicados antes que o livro saísse e contêm, portanto, inexatidões, que serão sanadas em breve.

Impressionante o capítulo sobre a correspondência das tiradas de Bergoglio com os ensinamentos do cardeal Martini, herético polimorfo e arcebispo de Milão.

E o mais fundamental. Mesmo que alguém, depois da leitura deste livro, ainda nutra alguma dúvida sobre as teses de Socci, a partida já está ganha. Pois, como ensinava São Roberto Bellarmino, se houver alguma dúvida pertinente sobre a legitimidade da eleição de um Papa, ipso facto o Papa deixa de ser Papa. Xeque-mate.

Leitura absolutamente obrigatória. Infelizmente,  é remota a probabilidade de nossas bisonhas editoras católicas - salvo raras e honrosas exceções - editarem o livro.

O original italiano em forma de ebook pode ser comprado aqui . O livro em papel, aqui.