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segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Bergoglio e o sedevacantismo

O ponto nevrálgico da questão da invalidez da eleição de Bergoglio é que todos os inúmeros argumentos contra o sedevacantismo que serviam de defesa à legitimidade dos papas pós-conciliares, por piores que fossem , não valem a favor da validade da eleição do cardeal jesuíta.

O que desloca todo o peso da legitimidade do papa para uma questão de fato, em si mesma mais do que dúbia: a liberdade de Bento XVI ao renunciar.

Ora, sendo pública e notória a campanha mundialista e mediática contra Bento XVI, dentro e fora dos círculos clericais, querer fundar a autoridade do papado sobre tão frágil base é simplesmente absurdo.

O que faz com que a igreja bergogliana seja uma instituição instável por natureza, cuja derrocada é só uma questão de tempo.

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