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sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Parmênides e os paradoxos pós-conciliares e bergoglianos



Concílios explicitamente não dogmáticos que se transformam em superdogma; frades com voto de obediência que recebem ordens de desobedecer (e não só frades); papas humildes e ternos que fazem o mais brutalmente ditatorial e sensacionalista pontificado da história; pastores cujo principal dever é ensinar seu rebanho que ensinam que ensinar é uma solene bobagem; papas que decretam com a autoridade infalível do Magistério que o Magistério esteve errado nos últimos 2 mil anos; pontificados da ternura e da abertura que condenam um velho frade, místico contemplativo do Imaculado Coração de Maria, à prisão domiciliar, sem maiores explicações. E por aí vai.

Se Deus é o summum Esse subsistens, e se a maior vítima do (pós-) Concílio V2 foi o primeiro mandamento (cf. Evangelli Gaudium, 161, onde o segundo mandamento passa a ser o primeiro, que sequer é citado), não é difícil entender a razão de tantos paradoxos e contradições.

Atacar o Ser não é bom negócio em termos lógicos. Já o sabia o velho Parmênides.

Nota aos carismáticos, neoconservadores e demais fãs de Bergoglio: "parmenidiano" não é um tipo de queijo que se põe em cima do macarrão.

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