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quarta-feira, 11 de junho de 2014

Suor Cristina, Bergoglio e velhas surpresas


A Igreja deve sempre surpreender. Nada de terços, penitências, jejuns, místicas devoções: tudo velharia neopelagiana pré-conciliar. É o que ensina São Jorge Bergoglio, o Onipotente, ante os extasiados microfones e câmeras  de seus amigos bilderberguianos do mundo inteiro.

O importante é surpreender os repórteres: eis a boa nova pela qual o Verbo encarnado padeceu e morreu na Cruz.

Não se pode, portanto, negar que Suor Cristina, vencedora do The Voice Itália deste ano, foi obediente à voz de seu pastor.

O que mais surpreendente do que uma freira Ursulina que declara em público seu ardente desejo de promover shows de música pop com "artistas" que fazem profissão pública de satanismo? Ou que, não contente com isso, posa para as câmaras do mundo inteiro fazendo com as mãos o sinal dos dois chifres, característico dos adoradores do baixíssimo? E que recebe em tudo isso o apoio público de suas superioras?

Seus esforços foram recompensados: Suor Cristina levou o prêmio máximo do The Voice Itália.

Tu ergo si adoraveris coram me erunt tua omnia. (Lc, 4, 7)

O que, afinal, prova que nada há de surpreendente em tudo isso.

É o mesmo velhíssimo de sempre.

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