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segunda-feira, 9 de junho de 2014

Sobre a invalidez da renúncia de Bento XVI

Note-se que para demonstrar a invalidade da renúncia de Bento XVI basta saber que houve pressão. Não é preciso determinar detalhes sobre o como, o onde e o quem. O Código de Direito Canônico estabelece como condição de validade a plena liberdade do papa no momento da renúncia. Ou seja, a ausência de pressões violentas.

O que é público e notório que aconteceu. Mesmo porque boa parte dessa pressão se deu publicamente, pelo carpet bombing midiático contra o Papa Bento XVI. Aliás, mui curiosamente, bombardeio interrompido imediatamente após a "renúncia", para ser substituído pela idolatria do novo "papa" dos sonhos do lobby gay e de Wall Street.

Cada coincidência!

Trata-se, é claro, só da ponta do iceberg. Mas o bastante para fazer naufragar o Titanic bergogliano.

Em suma, o direito canônico estabelece que, para ser válida, a renúncia papal deve ser feita de modo totalmente livre e espontâneo. Ora, é público e notório que a renúncia de Bento XVI foi feita sob intensa pressão, desde o caso dos Vatileaks, às denúncias sobre o IOR e o lobby gay, entre muitas outras formas de coerção. Todas essas ações coercitivas, aliás, cessaram como por encanto depois da renúncia.

A renúncia, portanto, é inválida, e Bento XVI ainda é papa, apesar de não estar exercendo ativamente o múnus petrino.

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