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quinta-feira, 1 de maio de 2014

A Grande Avacalhação e a carnificina intelectual

Uma das principais armas da Grande Avacalhação para destruir a Igreja tal como a conhecíamos foi a hecatombe dos intelectuais. A confusão, a incoerência, a má fé, a arrogância, a prepotência, a ignorância soberana, tudo contribuiu para criar dentro da Igreja um clima intelectual irrespirável.

O resultado está aí para quem quiser ver.

Deixando de lado o caso de São Jorge, hors concours, consideremos três dos cardeais brasileiros: Dom Braz de Aviz, Dom Cláudio Hummes e Dom Oriano Tempesta.

Ocupam o cargo máximo da hierarquia católica no Brasil. E, no entanto, considerados intelectualmente, não estão acima do professor médio de curso de contabilidade de faculdade de cidade de 100 mil habitantes.

Simplesmente porque a Avacalhação, ao aguar, adocicar e amputar a doutrina católica, tornou impossível a honestidade intelectual dentro da Igreja.

Alguns grandes nomes, como o do papa Bento XVI, que vêm da Igreja pré-conciliar, conseguiram manter uma vida intelectual ativa e de altíssimo nível, graças ao heroísmo pessoal. Mas nas gerações criadas pelo pós-concílio, a devastação intelectual foi total. Carnificina absoluta, terra arrasada.

E quando ameaça surgir, na Itália, entre os Franciscanos da Imaculada, uma leve sombra de vida intelectual, sabemos o que acontece.

Saravá, São Jorge!

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