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quarta-feira, 30 de abril de 2014

São Jorge Bergoglio e as canonizações

Muito se tem falado nos blogs católicos sobre as canonizações do último domingo. Teólogos de todas as envergaduras e procedências discutem sobre a infalibilidade e a validade do novo processo barato, rápido e prático desenvolvido por São Jorge Bergoglio para levar seus ídolos ao altar.

Sinceramente, toda essa discussão não me parece ter nenhum sentido.

Como se sabe, desde que assumiu a cátedra de Pedro, São Jorge, o Onipotente, mudou as regras do jogo. Não tem mais esse negócio de pecado mortal, da necessidade da Fé, nada disso. Tudo isso é besteira. Agora, liberou geral, todo o mundo vai para o paraíso. Menos, é claro, os católicos, agora conhecidos como neopelagianos. Esses vão todos para o inferno. Têm literalmente que se danar, mesmo!

Assim, fica muito mais simples o processo de canonização. Para saber se o defunto está no paraíso, basta confirmar que ele tenha dado mostras inequívocas de não ser um católico ligado à Tradição apostólica.

O que ninguém dotado de sanidade mental pode recusar a João Paulo II, o beijoqueiro do Alcorão e o autor das excomunhão de Dom Marcel Lefebvre, o neopelagiano absoluto.

CQD. Canonização nele!

Saravá, São Jorge!

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