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terça-feira, 1 de abril de 2014

Liberou geral: na Argentina, casal de lésbicas batiza filha e recebe crisma


No próximo 5 de abril, Umma Azul, filha de um casal de lésbicas argentinas, receberá o batismo. Ao mesmo tempo, suas mães (ou pais?) serão crismadas(os).

A coitadinha terá um padrinho e duas madrinhas, uma das quais ninguém menos que a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, grande amiga de Bergoglio.

Autoridades religiosas argentinas próximas do ex-bispo de Buenos Aires reconhecem que se "o papa não fosse Bergoglio, tudo seria muito mais complicado".

É o que se pode ler na reportagem de Infocatólica.

Se são crismadas, por que não casá-las? E por que não fechar as igrejas, reconhecer que Cristo não era "sexualmente bem resolvido" e decretar que daqui para frente todos os dias serão carnaval?

E até quando haverá católicos que insistam em blindar esse papado do Mal?

Informa Infocatólica em nota acrescentada ao artigo citado acima que uma auxiliar do bispo de Córdoba, questionada sobre o caso pelo jornalista, teria desmentido a notícia da crisma, mas não a do batismo. Seja qual for a veracidade do desmentido, é no mínimo estapafúrdio que o desmentido tenha vindo apenas de uma auxiliar, e só a pedido do jornalista. Veremos.

2 comentários:

  1. Prezado (a),
    Meu nome é Emanoel e todos os dias vejo o seu site para ficar informado sobre a situação da igreja. Pergunto-lhe não há nada que possamos fazer contra este escândalo que clama a Deus por virgança.
    Deus tenha piedade de nós.
    Doce coração de Maria sede nossa salvação.

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    Respostas
    1. Caro Emanoel, Obrigado pelo apoio. Trata-se de uma situação de calamidade. Rezo todos os dias para que Deus me ilumine nestes dias de trevas bergoglianas e me mostre o que fazer ante o caos presente. Infelizmente, não vejo ainda outra saída além de obedecer ao próprio Bergoglio. Como ele diz, o importante é sair. A dúvida é se rumo à FSSPX ou a alguma igreja ortodoxa. E rezar para que o papado seja restaurado o quanto antes. Jesu Bone Pastor, miserere nobis.

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