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domingo, 6 de abril de 2014

Igreja em tempos de Bergoglio: 2.0, 2.3 ou 3.0? Ou 1.0 mesmo?


A polêmica, hoje, entre os católicos pode resumir-se na divergência quanto à versão da Igreja de Jorge Bergoglio.

Creem alguns que se trata da versão 2.0: o ex-bispo de Buenos Aires teria rompido com todos os seus predecessores para criar sua nova igrejinha, mais simpática, leve e barata. Como todo produto destinado ao consumo de massa, seu lançamento vem acompanhado por um gigantesco esquema publicitário, articulado conjuntamente com a grande mídia mundial.

Creem outros que se trata da versão 2.3: o hospital de campo bergogliano nada mais seria que uma modificação da versão 2.0 lançada  pelo Concílio Vaticano II e modificada por Paulo VI (2.1), João Paulo II (2.2) e agora o nosso querido Bergoglio. É a interpretação preferida dos tradicionalistas.

Outros ainda creem que se trata da versão 3.0: depois da versão 2.0 do Vaticano II, Bergoglio estaria lançando uma nova versão, em ruptura tanto com a Igreja tradicional como com a Igreja semimodernista de Paulo VI e João Paulo II. Há quem inclua nesta última categoria também o pontificado de Bento XVI.

E outros há, por fim, que creem que só há uma única Igreja de sempre, fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo e depositária da Revelação, contra a qual as portas do inferno não prevalecerão. E que o atual governo peronista do Vaticano não passa de um golpe de estado, sem validade quanto à sucessão apostólica, feito em condições  nebulosas e destinado a fracassar miseravelmente.

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