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terça-feira, 8 de abril de 2014

Bergoglio, os leigos e a hierarquia


Tenho lido alguns posts em blogs, em defesa de Bergoglio, que não cabe aos leigos criticar a hierarquia.

Corretíssimo, mas em tempos normais, e não de pandemônio, como hoje.

O fato é que ao abrir as portas da Igreja para ateus, maçons, lésbicas, protestantes, judeus, muçulmanos e lobisomens, a hierarquia abriu as portas ao mesmo tempo para o seu inverso, a pura anarquia.

Se todo esse pessoal pode sentir-se em casa dentro da Igreja, porque os católicos haveriam de obedecer a mil regrinhas que só valem para eles?

Como pode a hierarquia punir um católico que chama o bispo de burro, se ao lado do papa vemos assassinos de bebês, sodomitas, corruptos e boçais de todas as raças, credos e sexos sendo recebidos como príncipes? E ai de quem pensar em convertê-los! Cometem pecado! (cf. a entrevista com os jovens belgas).

Com dois pesos e duas medidas, não há justiça e, portanto, não pode haver disciplina nem hierarquia. É a implosão da Igreja, tão desejada por muitos.

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