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quinta-feira, 10 de abril de 2014

Bergoglio, os fariseus e uma boa pizza

Um dos lugares-comuns da Grande Avacalhação é o de identificar os fariseus dos Evangelhos aos católicos. Nas homilias dominicais, Jesus sempre aparece como uma espécie de precursor de Jorge Bergoglio, às voltas com os hipócritas, corruptos e sanguinários fariseus criptolebvrianos e neopelagianos. É verdade que um precursor ainda bem distante do modelo ideal, capaz ainda de solenes burrices como a de pregar despudoradamente a vinda do Reino pelas ruas de Jerusalém, como um católico tradicional, sem o mínimo respeito pelo diálogo terno, aberto e humilde com outras crenças.



Como sempre, o cisco no olho do outro não vê a sequoia gigante no próprio.

Nada mais lúgubre do que ver o grotesco contorcionismo hermenêutico a que se entregam os bergoglianos quando têm em suas homilias de enfrentar temas como o do inferno, da condenação da sodomia e do adultério, da necessidade da Fé para a salvação, o caminho estreito e, principalmente, a própria Cruz.

Como justificar a medonha tortura, derrelição e morte na Cruz do Filho de Deus num mundo em que todos são salvos, em que não há nada que um bom cafezinho e uma boa pizza não resolvam?



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