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quarta-feira, 2 de abril de 2014

Bergoglio e a canonização de santos protestantes




Excelente artigo em The Remnant, de autoria de Peter Crenshaw, acerca das consequências da escandalosa canonização de João Paulo II.

O título é Do advogado do diabo: abrirá São João Paulo as portas para "santos" não católicos?

Dada a concepção bergogliana de que todos  irão para o céu, menos os que mostram alguma consideração pela Tradição apostólica, que sentido ainda tem a canonização, a não ser a de dar um atestado de heterodoxia aos novos santos?

Crenshaw analisa as vicissitudes dos processos de canonização e como as rigorosíssimas normas estabelecidas pelo papa Sixto V, quatrocentos anos atrás, foram postas abaixo por JP2, eliminando a figura do advogado do diabo, que garantia a seriedade do processo.

Agora, com Jorge Bergoglio no governo do Vaticano, as coisas prometem degringolar de vez, e o futuro das canonizações - como o de toda a Igreja sob Bergoglio - é negro. O ex-bispo de Buenos Aires já se declarou favorável à canonização de protestantes, como no caso do pastor alemão Karl Friedrich Stellbrink, assassinado pelos nazistas.

Pelo menos uma coisa o governo de Jorge Bergoglio tem de bom: não deixa nenhuma dúvida de que veio para demolir a Igreja, não deixar pedra sobre pedra, terra arrasada. Resta termos a coragem e a nobreza de nos opormos a isso.

Non praevalebunt!


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