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sábado, 1 de março de 2014

O Sínodo e o tiro de misericórdia na família cristã


Vladimir Luxuria, travesti e líder do movimento gay italiano, recebe a comunhão 
das mãos do presidente da Conferência Episcopal Italiana, cardeal Bagnasco

Com a liberação de jure da comunhão dos divorciados, já corriqueira na prática cotidiana da Igreja, o próximo Sínodo episcopal convocado pelo papa Francisco vai na realidade canonizar a revolução sexual iniciada por Wilhelm Reich e, com isso, dar o tiro de misericórdia na já moribunda instituição do casamento cristão.

Pois se os divorciados podem comungar sem problemas, para que o casamento? E, sem casamento, onde ficaria a família?

E se, com o divórcio, o casamento passa a ser temporário, por que não casamentos de um mês, uma semana, um dia, uma hora? E eis que se abre espaço para a sacralização da prostituição.

O Sínodo convocado oficialmente para promover a família selará, na verdade, o fim, de facto e de jure, da família cristã.

E o que é pior, se as duras palavras de Cristo sobre a indissolubilidade do casamento forem ignoradas, por que não ignorar as Suas outras palavras também, todas elas?

E como isso vai ser feito? É o que explica Roberto de Mattei neste artigo para Corrispondenza Romana.

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