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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

O papa, o papagaio e o silêncio covarde


A Europa afunda no mar de sangue dos bebês massacrados ainda no útero das mães; pessoas são presas só por vestirem uma camiseta com um logo de apoio à família composta por um pai, uma mãe e seus filhos; o discurso cristão sobre a sexualidade está prestes a ser proibido por uma lei, Lunacek, que impõe a teoria do gênero, no melhor estilo Hitler/Stalin. Contra tudo isso se ergue Dom Luigi Negri, Arcebispo de Ferrara-Comacchio, num corajoso artigo de La Nuova Bussola, com o título expressivo de Avança a ditadura do silêncio. Nele, o prelado italiano comenta consternado o silêncio dos católicos ante a destruição de sua Igreja, de seu país, de seu continente e de suas famílias pela máquina totalitária da teoria do gênero.

Enquanto isso, o bispo de Roma sorri para as câmeras ao abençoar um papagaio.

Pelo menos a falante avezinha não pode ser acusada desse silêncio covarde. Não é o papagaio que repete tudo o que o dono diz?

Um belo símbolo deste pontificado.

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