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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Renúncia e chantagem


Vale lembrar que, segundo o Código de Direito Canônico, as duas condições de validade da renúncia papal são: 1. que seja decidida livremente; 2. que seja devidamente manifestada (332, parágrafo 2).

Portanto, se porventura tiver havido algum tipo de pressão ou de chantagem pela renúncia de Bento XVI que tenha comprometido o seu caráter de escolha livre, a renúncia terá sido inválida e ele terá continuado a ser o verdadeiro Papa, sucessor de Pedro e vigário de Cristo.

Obviamente, cumpre determinar a extensão da noção de pressão e de chantagem.

De qualquer modo, que frágeis fundações para tão alta autoridade...

Just wondering.

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