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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Papa Francisco: o pensamento abstrato não é de Jesus



"Se um pensamento, um desejo te leva à autossuficiência, à vaidade, ao orgulho, ao pensamento abstrato, não é de Jesus".
(Homilia em Santa Marta, 7/1/2014)

Pobre metafísica, pobre Santo Tomás, Pobre Santo Agostinho: em que triste companhia andais.

4 comentários:

  1. Querido Luís, feliz ano novo.
    Suas últimas publicações têm sido preciosas. Estou lutando para assistir aos vídeos em italiano com legendas em inglês. Mas não tenho do que reclamar, são uma agradável consciência de vidas e pensamentos pelos quais temos tanta admiração o orgulho.
    Blogs são retratos interessantes, refletem imediatamente o interesse do autor, suas leituras, pesquisas e aflições.
    Não vou mentir, a melhor parte do seu blog são suas pequenas tiradas espirituais, um soluço quase; os excertos de obras antigas, perdidas e esquecidas que você resolveu digitar para nós; e as denúncias sobre a crise da Igreja. Pois bem, acho que crise é uma palavra errada; crise em estruturas de concreto deve ser aquilo que antecede a ruptura, e não estamos nós além da ruptura?
    Sobre a teologia de S.S., quem sou eu para comentar, mas me recordo de um texto do professor Orlando, não tenho o link, em que ele comenta sobre o erro, ou sugestão ao erro, contida na oração da assembléia pelo Novus Ordo, duas vezes proclamada, que é "ele está no meio de nós". A causa deste erro, vale a pena confirmar, é a mesma da que leva S.S. a proclamar o que se lê acima.
    Um grande abraço, obrigado pelo blog, e uma sugestão para 2014, me permite? Compartilhe mais! Escreva mais! Doe mais! ;)
    Em JMJ, Nik.

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  2. Oi, Nik, mais uma vez obrigado pelas suas palavras de incentivo. Acho que você, com sua fé e boa formação, é que deveria se doar mais, para o bem da Igreja. Por que não abre o seu Blog? Realmente, a situação anda bastante caótica; são tempo perigosos, com ciladas e absimos por todos os loados. É preciso rezar para pedir sabedoria e discernimento, para nós mesmos e para os que dirigem a barca de Pedro. Quanto ao "Ele está no meio de nós", é um grande escândalo litúrgico. Foi uma "inspiração" de Dom Clemente Isnard OSB, que se valeu dos prazos apertados de revisão dos textos para conseguir passar essa modificação ao texto litúrgico. A frase, em si, não é problema, Ele está realmente entre nós naquele momento da Missa (Mt 18,20). O problema é a arrogância de quem se acha no direito de mudar por conta própria as palavras da liturgia. São todos grandes iluminados pelo Espírito Santo: a Teologia da Libertação, os reformadores litúrgicos, a Renovação carismática etc. Todos menos a Igreja pré-conciliar!

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  3. Luís, deveria sim abrir um blog - concordo mesmo. O mundo precisa de mais um? Olha, sobre Cristo e sua Igreja, precisa sim e sempre. Precisa sem saber de mais uma forma de se iluminar as trevas com a Luz do mundo que é o Cristo. E se há algo que que me ocorre neste sentido é falar sobre Chesterton, seus incontáveis artigos que precisam ser traduzidos - mesmo que mal - e enfim dar chance à juventude desse país de ter acesso ao charme, doçura e sabedoria do corpulento jornalista. E por um motivo simples eu escolheria ele por ponto de referência: eu acredito, sinceramente, que para o jovem de hoje, metido num mundo material, racional e burro, mas que ainda conserva a chama da curiosidade, do viço da juventude, ele é a melhor porta. E com ele, o GKC, viria o resto: Francisco de Assis, Belloc, Tomás, a tradição o magistério, a Igreja e, enfim, Cristo. Vamos ver. Vou precisar muito da sua ajuda, anote aí.

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  4. É boa ideia trabalhar na divulgação do Chesterton. Pode contar comigo! :)

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