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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Medjugorje, aborto e guerra

Frei  Tomislav Vlasic, o inventor da fraude

Parece que, salvo imponderáveis considerações  existencialmente periféricas, a fraude de Medjugorje vai finalmente receber o seu golpe de misericórdia em breve. Sinais eloquentes já vêm aparecendo aqui e ali há algum tempo, de que por fim o Vaticano vai pôr um ponto final nessa longa e trágica mentira.  Enfim uma boa notícia.

No último número de Culture Wars, o dr. Michael Jones escreve mais um lúcido e devastador artigo sobre o tema.

Como aperitivo, aqui vai uma amostra:

Medjugorje tornou-se parte da narrativa convencional do que significava ser católico nos Estados Unidos. Na verdade, há duas narrativas convencionais aceitáveis para os católicos nos Estados Unidos. São conhecidas como liberalismo e conservadorismo, o que significa, como mostraram as últimas eleições, que os católicos deste país têm a liberdade de escolher entre a guerra e o aborto. Os católicos que votaram contra o aborto e apoiaram George Bush em 2000 obtiveram a guerra do Iraque, e os católicos que votaram contra a guerra do Iraque em 2008, apoiando Obama, ganharam o aborto. Assim, no que se refere à narrativa convencional para os católicos, é: cara, eu ganho; coroa, você perde. O que quero dizer é que a imposição dessa mentira aos católicos americanos levou à divisão. Medjugorje tornou-se um papel de tornassol para ver se você é um católico sério. Se você discordar da narrativa convencional, será punido.

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