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terça-feira, 9 de julho de 2013

Escândalos e canonizações

João Paulo II e o pe. Marcial, seu protegido

Uma instituição que passa por graves problemas administrativos, alvo de incontáveis  e comprovadas denúncias de escândalo e corrupção em fatos ocorridos sob a administração de seu ex-presidente. Um grupo de dirigentes muito ligado a esse ex-presidente, e alvo ele mesmo de denúncias graves, faz campanha para que esse antigo mandatário receba a máxima honraria mundial, reservada apenas aos que se destacaram por uma conduta absoluta e indubitavelmente irrepreensível. E isso, antes mesmo que as investigações sobre a origem dos escândalos repetidos estejam concluídas.

Que dizer de um cenário assim?



4 comentários:

  1. Luís, pode citar algumas fontes sobre essa história? Não duvido, ao contrário, conheço. Mas essa é a oportunidade ideal de se aprofundar no assunto. Se não for dar trabalho, claro.
    Sobre a pergunta que fez, minha resposta é rezar. Passei pela Igreja de São Francisco de Assis, no centro do Rio, ainda há pouco. A capela do Santíssimo é consagrada à Nssa. Sra. da Vitória. Fiquei ali fitando a belíssima imagem, pensando em Lepanto, em mim, na Igreja e suas promessas. É hora de rezar, querido amigo.
    Abraço fraterno, Nik.

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  2. Oi, Nik, concordo com você, é hora de oração e de aprofundar a Fé! Quanto às fontes, sobre que ponto você se refere? Abraço!

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  3. Bom, o Professor Angueth postou esse documento aqui: http://www.chiesaviva.com/430%20mensile%20port.pdf mas se você tiver algo mais específico sobre o Banco Vaticano, agradeceria. Claro que algo também fora da superficialidade jornalística.
    Abraço, Nik.

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  4. Seria talvez interessante que um dia alguém escrevesse a história da Igreja do ponto de vista bancário, a começar pelo seu primeiro banqueiro, Judas Iscariotes, passando pelos banqueiros florentinos que forçaram a aceitação da usura, pelo fim dos bancos católicos no século XIX, até os atuais responsáveis pelos Ambrosianos e IORes, envolvidos, como não poderia deixar de ser, com a maçonaria. Mas, sinceramente, não acho que esteja aí o pior de João Paulo II. Abraço!

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