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quarta-feira, 5 de junho de 2013

Julien Green, a vida, o sonho


Às vezes acho que não vivo, mas sonho que vivo, e toda a minha vida passada me aparece como uma espécie de sonho de que desperto a cada dia e a cada dia continua. Talvez a morte seja para nós o grande despertar? Compreenderemos então que nos movíamos em meio a sombras, mas por trás de tudo havia Deus, como por trás de um véu que nos esconde o céu as palpitações da luz.
(Partir avant le jour)

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