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sexta-feira, 29 de março de 2013

Riqueza absoluta ou relativa?


Se há algo muito claro na mensagem de Cristo é a condenação da riqueza. Camelos não passam por buracos de agulha. Ponto final.

Mesmo porque, em sua cegueira, os ricos não estão interessados em "Reino de Deus" nenhum, ultraocupados que estão com sua recompensa antecipada.

Resta saber se essa riqueza de que fala Jesus é absoluta ou relativa, o que depende dos critérios de que nos servimos para avaliá-la.

Podemos usar um critério absoluto, como, por exemplo, a quantidade de energia disponível ou de trabalho agregado nos bens. Por este critério, o lavrador do sertão do Piauí, com sua energia elétrica e seus eletrodomésticos simples, é mais rico do que o rapaz que se afastou triste de Jesus.

Ou se pode usar um critério historicamente relativo: é rico o que tem mais do que os seus contemporâneos.

A apostasia generalizada de nossos riquíssimos dias parece indicar que o primeiro critério é o certo.

Ai de nós.

Kyrie eleison, Christe eleison, Kyrie eleison.

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