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domingo, 17 de março de 2013

Papa Francisco, Léon Bloy e Walter Kasper


Após o fogo das palavras do Isaías da literatura francesa, o jato de água morna e adocicada das palavras de Walter Kasper, um dos grandes cardeais da Avacalhação.

Por certo as primeiras palavras não soaram bem aos (longos) ouvidos de VIP. Ou julgou-se que não soariam.

Um passo para a frente, um para trás. Mas a entropia teria aumentado, se não soubéssemos que a última Palavra será dada por Deus.

2 comentários:

  1. Há um salmo, o 38, ao qual me recorro nos piores dias.
    O que percebo e consigo entender até aqui é desconforto; como o salmista, que se dói por dentro na iminência do castigo que sucede a culpa e o silêncio. Mesmo assim, adoraria crer que se tratasse de algo bom. Mas não consigo mais. Quase uma semana após, me constrangem as circunstâncias, me falta objetividade para ver o que não quero ver, que não é possível de ser.

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  2. Oi, Nik, tenho muitas esperanças no papa Francisco. Há muita confusão por enquanto, mas o mínimo dos mínimos que como católico devo dar ao Vigário de Cristo e Sucessor de Pedro à frente da Igreja visível é um tempo para que possa mostrar sua verdadeira figura. Esperemos.

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