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quinta-feira, 28 de março de 2013

Campanha da Fraternidade - Os jovens


Na campanha da fraternidade a eles dedicada, os jovens primam pela ausência, como era de esperar.
Para explicar o fenômeno, pode-se evocar, sem dúvida, o bombardeio pornográfico e alucinógeno de que desde a década de 1960 é alvo a juventude. Mas tal massacre não poderia ter acontecido se grande parte da Igreja não tivesse abandonado o campo de batalha.
Não há nada que os jovens saudáveis odeiem mais do que o bom-mocismo alegre e abobalhado pregado pela Grande Avacalhação pós-conciliar. E nisso eles têm toda razão.
Se prestarmos atenção à temática da ração cultural oferecida pela máfia, com enorme sucesso, à juventude, veremos que se refere aos grandes temas da vida: o sexo, a morte, o Mal, o demônio, o êxtase. É isso que faz a cabeça da moçada.
Ou  seja, os mesmos temas que ocuparam durante séculos o centro da vida cristã tradicional, só que com sinal invertido. Temas que foram deixados de lado pela Avacalhação para dar espaço ou a um cristianismo em que a cruz se transformou num símbolo aguado, divertido e jovial, ou num mero apêndice do jogo político-ideológico das facções do poder.
Retiradas as baterias antiaéreas da Tradição, o espaço estava aberto para o carpet bombing anticristão sobre os rapazes. Pobres rapazes.


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